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Parasitología latinoamericana

versión On-line ISSN 0717-7712

Parasitol. latinoam. v.59 n.1-2 Santiago ene. 2004

http://dx.doi.org/10.4067/S0717-77122004000100003 

 

Parasitol Latinoam 59: 14 - 20, 2004

ARTÍCULO ORIGINAL

Prevalência e variação dos estádios eritrocíticos do Plasmodium (Novyella) juxtanucleare em Gallus gallus sob condições naturais, no período de um ano

PREVALENCE AND VARIATION OF THE ERYITROCYTIC FORMS OF Plasmodium (Novyella) juxtanucleare IN Gallus gallus ABOUT NATURAL CONDITIONS, IN THE PERIOD OF ONE YEAR

 

HELBA HELENA SANTOS-PREZOTO*, MARTA D`AGOSTO** e ERIK DAEMON**

* Curso de Pós-graduação em Ciências Biológicas _ Comportamento e Ecologia Animal. Universidade Federal de Juiz de Fora. Campus Universitário, 36036-330, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil. helba.santos@ig.com.br
** Departamento de Zoologia, Instituto de Ciências Biológicas, UFJF


The avian malaria caused by Plasmodium juxtanucleare in Gallus gallus, is a tipical plasmodiose from Brazilian gallinaceous. This disease can causes morbidy and mortality in its vertebrate hosts. This work was conducted at Boa Vista farm, Municipality of Santa Bárbara do Tugúrio, Minas Gerais, Brazil and the ours objectives were to evaluate the hight prevalence found in previous studies and to accompany the variation of the erytrocytic forms during one year. The bloods smears, dyed with Giemsa were examined in microscopy immersion. Twenty five half-breed fowls were accompany duting one year, monthly (from November/00 to May/01) and biweekly (from June/01 to October/01). The erytrocytic forms were registered and quantified by the observation of 100 microscopic fields. Was verified a prevalence of 100% by P. juxtanuclerare, but there wasn't statistics correlation between the increase of the erytrocytic forms during the year. The trophozoites were the more abundant form found in this studie.

Key words: prevalence, erytrocytic forms, Plasmodium juxtanucleare, fowls, natural conditions.


INTRODUÇÃO

Várias espécies de plasmódios causam a malária aviária, sendo as espécies Plasmodium (Novyella) juxtanucleare Versiani & Gomes, 1941 e Plasmodium (Haemamoeba) gallinaceum Brumpt, 1935, os únicos causadores da malária em Gallus gallus1. Os mosquitos vetores incluem espécies das tribos Anophelini e Culicini para P. juxtanucleare2,3 e mosquitos Culicini, para P. gallinaceum2-7.

A malária aviária causada pelo P. juxta-nucleare caracteriza-se por altas taxas de morbidade e mortalidade, podendo-se observar sintomatologia nervosa com paralisia em aves infectadas experimentalmente, causada por lesões do tipo necrótica ou inflamatória no cérebro e medula espinhal, ou por efeitos do parasito e seus produtos metabólicos no sistema nervoso central8.

Em infecções naturais, além da presença do quadro clínico, já foi relatado sinais de depressão, anemia, perda de apetite, fezes esverdeadas e baixa produção de ovos9, ocorrendo também em criações industriais10.

Alguns autores11-13 sugeriram que a malária aviária causada por P. juxtanucleare é uma doença que apresenta infecção crônica, assintomática e raramente fatal. Assim, os animais portadores deste hematozoário representam, na natureza, fontes de infecção para os vetores10. Todavia, autores14,15 mencionaram um quadro de anemia, febre, inapetência, megalia dos órgãos, distúrbios digestivos e neurológicos (sonolência, paralisia das patas, balançar de cabeça, tremores, prostação) e morte associada com o grau de parasitemia.

O parasitismo por P. juxtanucleare já foi relatado em vários países como Brasil4, México16,17, Uruguai18, Japão19,20, Sri Lanka21, Malásia22, Ceilão23, Taiwan24, Tanzânia25 e Argentina26.

No Brasil, foram registrados a ocorrência de P. juxtanucleare nos Estados de Minas Gerais4,12, 27-30, Rio de Janeiro10,29,31-34, Espírito Santo31, Pará35, Mato Grosso do Sul36 e Pernambuco37.

Visto que Maia30, em um estudo realizado no sítio Boa Vista, município de Santa Bárbara do Tugúrio/MG, detectaram prevalência de 100% de infecção de P. juxtanucleare em aves de criação rústica mantidos em condições naturais, este fato motivou a realização de novas análises no local. Assim o presente trabalho teve como objetivos reavaliar a prevalência de 100% encontrada em estudos anteriores; acompanhar a variação dos estádios eritrocíticos do parasito ao longo de um ano e verificar a média de campos positivos para P. juxtanucleare na região.

MATERIAL E MÉTODOS

Foram acompanhadas 25 aves mestiças de criação rústica, mantidas em área rural do Sítio Boa Vista, município de Santa Bárbara do Tugúrio (21º15'12"S; 43º27'16"W), Campo das Vertentes, Estado de Minas Gerais. As aves foram mantidas em áreas abertas e alimentadas com milho, frutas e pastagem, permanecendo soltas durante todo o dia. O local não recebeu nenhum tipo de cuidado referente à higiene e nem medidas profiláticas contra doenças aviárias. É importante informar que os exemplares não apresentaram sinais clínicos de qualquer tipo de doenças infecto-contagiosa ou parasitária.

Os dados foram coletados no período de novembro/2000 a outubro/2001, totalizando 17 coletas realizadas, sendo sete mensais (de novembro a maio) e dez quinzenais (de junho a outubro).

Os indivíduos foram marcados por "pulseiras de plásticos" numeradas denominadas "lacre para malotes", que foram fixadas em uma das pernas, determinando para cada ave uma numeração individual.

Os dados foram incluídos em uma ficha de identificação contendo a data de coleta, temperatura do ambiente, umidade relativa do ar, aspectos físicos e comportamentais dos hospedeiros, idade, sexo, peso e temperatura corporal.

As amostras sangüíneas foram obtidas por venopunção radial, utilizando-se agulhas descartáveis, e confeccionados esfregaços finos de sangue periféricos, fixados em metanol por três minutos. Cada lâmina recebeu a numeração referente ao código da ave amostrada.

No Laboratório de Microscopia do Curso de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Zoologia)- Comportamento e Ecologia Animal, da Univer-sidade Federal de Juiz de Fora, os esfregaços foram corados pelo Giemsa (Eosina Azul de Metileno) diluído em tampão de Sorensen pH 6,838 e, posteriormente analisados. Os estádios eritrocíticos foram quantificados diferencial-mente em trofozoítos, esquizontes, microgame-tócitos e macrogametócitos, pela observação de 100 campos homogêneos para 10.000 hemácias42 em imersão, em microscopia fotônica (OLYMPUS BX50).

A identificação e caracterização morfológica de P. juxtanucleare foi realizada segundo descrição de vários autores1,2,6,39.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

1.- Prevalência de Plasmodium juxtanucleare ao longo de um ano: A prevalência de P. juxtanucleare no período estudado foi de 100%, valor muito elevado no que se refere a uma plasmodiose. Em estudo anterior30, no mesmo local, já haviam verificado esta prevalência de 100%; tal fato indica que nos últimos anos vem ocorrendo uma constante e elevada manutenção desse parasitismo no local.

Somente um trabalho33 obteve também 100% de prevalência em quatro criações do Estado do Rio de Janeiro, sendo uma na Mesorregião do Vale do Paraíba, duas no Norte Fluminense e uma na periferia do Grande Rio. Em criações industriais foi diagnosticado10 prevalência de 79,5% em galinhas da raça Leghorn Branca, devido à elevada concentração de hospedeiros vertebrados na área. Já alguns autores35 detectaram em Belém (PA) prevalência de 40%, enquanto outros1 obtiveram índices de 39,7% no Estado do Rio de Janeiro e 39,2% no Estado do Espírito Santo. Mota 13 obtiveram índice de 28,4% para 250 aves analisadas da Região Metropolitana do Recife, PE. Paraense28 obteve uma prevalência de 21,3% na região de Bambuí, MG, enquanto Krettli6 em várias regiões do Estado de Minas Gerais obteve 18% para Bambuí, 33% para Belo Horizonte, 8% Betim, 4% Igarapé e 9% para Peçanha, Sabinópolis e Governador Valadares.

Pesquisadores29 verificaram prevalência de 2,34% em aves procedentes do Rio de Janeiro e 1,38% de Minas Gerais. Já outros13 obtiveram prevalência de 1,4% em aves do Estado do Pernambuco.

Pode-se perceber que existe uma ampla variação entre as prevalências encontradas nas mais variadas regiões brasileiras. No entanto, na região do Campo das Vertentes (MG) foi detectada, desde 1999, elevada prevalência de 100%, que pode estar relacionada à quantidade e a sazonalidade do mosquito vetor do P. juxtanucleare no local estudado, bem como da presença de gametócitos no sangue das aves durante todo o ano.

2.- Variação dos Estádios Eritrocíticos do P. juxtanucleare:

2.1. Médias dos Estádios Eritrocíticos por Coleta

No presente estudo pôde-se registrar a ocorrência dos quatros estádios eritrocíticos de P. juxtanucleare (trofozoítos, esquizontes, microgametócitos e macrogametócitos) em todas as coletas do período estudado, já em aves com parasitemia mais elevada pôde-se verificar a ocorrência de poliparasitismo.

De uma maneira geral, os trofozoítos foram os mais encontrados, fato que fica mais evidentes principalmente nas quatro últimas coletas (set` 8,2; set 13,8; out`7,4; out 9,1) (Figura 1).


 
Figura 1. Média dos estádios eritrocíticos, em 100 campos examinados, de Plasmodium juxtanucleare em 17 coletas realizadas de novembro/00 a outubro/01, no sítio Boa Vista, município de Santa Bárbara do Tugúrio, Minas Gerais, Brasil.

Estatisticamente não houve significância da variação no número de trofozoítos em relação ao período de estudo, apesar de ter-se encontrado um indivíduo com 168 trofozoítos na coleta do mês de setembro (set). No entanto, o teste indicou variação entre as coletas de fevereiro e setembro (set), fevereiro e outubro (out), maio e outubro (out), abril e outubro (out), maio e setembro (set) e maio e outubro (out).

As médias das coletas de novembro (3,0), setembro (2,3 e 3,4 respectivamente) e outubro (out 2,7) caracterizaram-se pelo elevado índice de esquizontes em relação aos demais meses. O menor valor obtido para esquizontes foi de 0,7 em maio, e o maior de 3,4 em setembro (set). Estatisticamente não houve uma tendência de aumento do número de esquizontes durante as 17 coletas, no entanto os dados indicam uma variação das coletas dos meses de fevereiro e outubro (out), março e outubro (out), abril e outubro (out), maio e agosto (ago`), maio e setembro (set) e entre maio e outubro.

O estádio gametócito foi o menos encontrado se comparado com trofozoítos e esquizontes. Macrogametócito apresentou sua maior média em setembro (set` 3,4) e microgametócito apresentou índice mais elevado em outubro (out` 1,8), no entanto um trabalho40 obteve números de microgametócitos superior ao de macrogametócitos de P. juxtanucleare, em condições experimentais.

Tanto para macrogametócito quanto para microgametócito o teste de Friedman não indicou aumento do número dos estádios durante o período experimental, sugerindo que em qualquer período do ano pode-se encontrar gametócitos no sangue das aves estudadas. Este fato pode explicar porque mesmo com uma baixa parasitemia houve uma elevada prevalência no local. Esta observação concorda com Krettli12 que, apesar de ter encontrado baixa parasitemia em infecções naturais, observou que os gametócitos foram facilmente encontrados, explicando a ampla distribuição do parasito e assegurando a transmissão.

2.2. Média Anual dos estádios eritrocíticos P. juxtanucleare

A média de trofozoítos encontrados durante todo o período de coleta foi de 4,9, sendo um valor muito alto em relação aos demais estádios, que foram os seguintes: 1,5 para esquizontes, 1,6 para macrogametócitos e de 1,0 para microgametócitos (Figura 2).


 
Figura 2. Média anual dos estádios eritrocíticos de Plasmodium juxtanucleare em 25 aves estudadas de novembro/00 a outubro/01, no Sítio Boa Vista, município de Santa Bárbara do Tugúrio, Minas Gerais, Brasil.

O maior número de trofozoítos em relação aos demais estádios eritrocíticos, encontrado no presente trabalho concorda com os dados obtidos por outros trabalhos12, em infecções naturais, com 134 trofozoítos, 71 esquizontes e 15 gametócitos, não especificando se microgametócito ou macrogametócito. Oliveira40, em condições experimentais, após 40 dias de inoculação, obteve o total de 106 trofozoítos, 98 esquizontes, 18 macrogametócitos e 34 microgametócitos.

2.3. Média de Campos Positivos Para P. juxtanucleare

A média de campos positivos para 100 campos analisados por coleta, em relação aos estádios eritrocíticos de P. juxtanucleare em galinhas domésticas, variou durante todo o período de estudo. No entanto, o maior índice encontrado foi de 14,8 em outubro (out) e menor e de 4,2 em maio (Figura 3).


 
Figura 3. Média de campos positivos em 100 campos examinados, para Plasmodium juxtanucleare em 25 aves, em 17 coletas de novembro/00 a outubro/01, no sítio Boa Vista, município de Santa Bárbara do Tugúrio, Minas Gerais, Brasil.

O período no qual se registrou o maior número de formas eritrocíticas nas coletas pode estar relacionado com o pico reprodutivo dos mosquitos, o que se deve à proximidade do verão, com elevação da temperatura e aumento da pluviosidade no ambiente, proporcionando condições perfeitas para a reprodução do mosquito vetor. Alguns autores41 citam que a temperatura ambiente ótima para o desen-volvimento das larvas da maioria das espécies de mosquitos varia de 24 a 28ºC, concordando com as médias de temperatura obtidas no presente trabalho (26,6ºC em setembro e 24,6ºC em outubro).

É importante ressaltar que apesar de terem sido detectados valores elevados deste plasmódio no sangue das aves, nenhuma apresentou sintomas característicos da malária aviária, o que pode indicar uma virulência baixa da cepa e/ou uma resistência imunológica das aves quanto à referida cepa de P. juxtanucleare encontrada no local.

Estatisticamente, não houve aumento significativo do número de estádios eritrocíticos durante o ano de estudo, revelando haver significância apenas entre as coletas de fevereiro e outubro (out), abril e maio, abril e outubro (out) e maio e outubro (out), o que indica um possível aumento de campos positivos e, conseqüen-temente aumento do número de parasitos no sangue entre as primeiras coletas e as últimas. Faz-se necessário a realização de um maior período de acompanhamento no local para maior análise sobre o significado do aumento da parasitemia nesse período do ano.

RESUMO

Este trabalho sobre a malária aviária causada pelo Plasmodium juxtanucleare em Gallus gallus no Brasil, foi realizado no sítio Boa Vista (21º15'12"S, 43º27'16"W), município de Santa Bárbara do Tugúrio, Minas Gerais, e teve como objetivos reavaliar a prevalência de 100% encontrada em estudos anteriores e acompanhar a variação dos estádios eritrocíticos do parasito ao longo de um ano na região. Sob microscopia em imersão foram examinados esfregaços sangüíneos de 25 aves mestiças, corados pelo Giemsa. As amostras foram coletadas ao longo de um ano, mensalmente de novembro/00 a maio/01 e quinzenalmente de junho/01 a outubro/01. Os estádios eritrocíticos foram quantificados pela observação de 100 campos microscópicos. Foi constatada prevalência de 100% por P. juxtanuclerare na região. Não houve correlação estatisticamente significativa entre o aumento dos estádios eritrocíticos em relação às coletas ao longo do ano. O estádio de trofozoíto foi predominante durante todo o período de estudo.

 

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