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Polis (Santiago)

versión On-line ISSN 0718-6568

Resumen

MONARES, Andrés. A solidariedade impossível: Economia e natureza egoísta do ser humano. Polis [online]. 2016, vol.15, n.45, pp.141-163. ISSN 0718-6568.  http://dx.doi.org/10.4067/S0718-65682016000300008.

A disciplina económica moderna dominante supõe uma natureza egoísta ou maximizadora da humanidade. Este fundamento, ainda que expressado atualmente na linguagem “técnica”, tem seu origem na filosofia moral ilustrada e especificamente no trabalho do moralista escocês Adam Smith. Como era evidente na sua época, o autor assumia a maldade inerente da espécie humana dado o pecado original e a direção providencial dos indivíduos por meio dessa maldade. Estes supostos metafísicos condicionaram o desenvolvimento posterior da Economia e sua rejeição à solidariedade. Em tal sentido, a pesar de ignorar-se em geral esses fundamentos, a visão económica moderna mantem sua ênfase no egoísmo como motor da conduta humana e, por tanto, o infrutuoso e irreal que seria propor sistemas baseados na solidariedade. Não obstante, outras disciplinas socioculturais, junto com demostrar a falsidade do suposto egoísta, tem contribuído assim mesmo para remarcar a importância das instituições socioeconómicas nos diversos sistemas que lhe dão sustento. O que, por sua vez, implica reconhecer as influencias culturais na ética económica; seja esta egoísta ou solidaria.

Palabras clave : a solidariedade; o egoísmo; economia social e solidária; as instituições econômicas.

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