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Revista chilena de anatomía

versión impresa ISSN 0716-9868

Rev. chil. anat. v.20 n.1 Temuco  2002

http://dx.doi.org/10.4067/S0716-98682002000100010 

III CONGRESO DE ANATOMÍA DEL CONO SUR

XXXVIII CONGRESO ARGENTINO DE ANATOMÍA

XXII CONGRESO CHILENO DE ANATOMÍA

BUENOS AIRES, 22-25 DE OCTUBRE DE 2001

RESÚMENES

TEMAS LIBRES, VIDEOS Y PANELES

 
COMITÉ ORGANIZADOR
CHILE - BRASIL
 
COMITÉ ORGANIZADOR
ARGENTINA - URUGUAY

Presidente

: Prof. Dr. Mariano del Sol C. Presidente

: Prof. Dr. Ricardo Jorge Losardo

Vicepresidente

: Prof. Dr. Alberto Rodríguez T. Vicepresidente

: Prof. Dr. Adrián Barceló

Secretario : Prof. Dr. Jorge Henríquez P. Secretaria : Prof. Dra. Inés Castellano
Tesorera : Prof. Dr. Oscar Inzunza H. Tesorero : Prof. Dra. Andrea Prina
 
Comité Científico0000000000000
 
Comité Científico0000000000000
Presidente : Prof. Dr. Hermes Bravo C. Presidente : Prof. Dr. Juan Carlos Miguel
Integrantes : Prof. Dra. María Angélica Montenegro Integrantes : Prof. Dr. Alfonso Roque Albanese
  0Prof. Dra. Mariana Rojas R.
0Prof. Dr. Alberto Rodríguez T.
0Prof. Dr. Humberto Guiraldes del canto
0Prof. Dr. Enrique Olave R.
0Prof. Dr. Oscar Izunza H.
0Prof. Atilio Almagià F.
  0Prof. Dr. Salomón Farache
0Prof. Dr. Rodolfo Lafalla
0Prof. Dra. Irene Von Lawzewitsch
0Prof. Dr. Tomás Masciti
0Prof. Dr. Alberto Poli
0Prof. Dr. Antonio Terraes
 
Coordinador de Infraestructura
 
Coordinador de Infraestructura
 
Prof. Héctor Silva M.
 
Prof. Dr. Tomás Lara
 
Secretaría Administrativa
 
Secretaría Administrativa
 
Sra. Sandra Villa B.
 
Srta. Vanina Sarochar

ACCIÓN DE AGENTES ESTIMULANTES SOBRE FAGOCITOS PERITONEALES (Stimulating agents actions on peritoneals phagocytes). Fuentes Marta. Cátedra de Morfología Normal, Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas, U.N.L. La Rioja 3073. C.P. 3.000, Santa Fé, Argentina.

Es conocida la acción beneficiosa para la salud de los alimentos probióticos. Estudios anteriores demuestran la activación del sistema inmunológico que produce la ingesta de leche con agregado de Lactobacillus acidophilus (La) y casei (Lc)

Nos proponemos contar con un estudio previo, para  comprobar  posteriormente la naturaleza de la respuesta inmunológica frente a la administración de estos alimentos. Para ello, evaluamos en forma comparativa la estimulación de la fagocitosis por parte de macrófagos peritoneales, cuando se  inoculan experimentalmente agentes inflamatorios microbianos y no microbianos solubles.

Tres lotes de ratones Balb-c fueron inoculados por vía intraperitoneal con tinta china (Lote 1), aceite vegetal dil. 1/3 (Lote 2) y leche probiótica en la misma dilución (Lote 3), respectivamente. Transcurridos cuatro días, en los que reciben dieta integral y agua ad libitum, se les extrajo líquido peritoneal para estudios citológicos. Previa concentración con Ficoll-Hypaque las células fueron teñidas con Giemsa y observadas al microscopio óptico.

En los lotes 1 y 2, que fueron inoculados con agentes no microbianos, se observan  fagocitos en forma predominante, con inclusiones citoplasmáticas de tinta china y aceite, respectivamente.  No se apreció diferencia en la actividad,  entre ambos lotes.  

En el lote 3, inoculado con una dilución  del probiótico que contiene Lc y La., no se observó actividad de las escasas células  fagocíticas observables.  Se apreció en cambio un alto porcentaje de células mononucleares. Este hecho confirma que la respuesta inmunológica del huésped, es dependiente de la naturaleza del agente inoculado, que provoca diferentes   tipos de mecanismos. En el caso de la leche probiótica, la presencia de mononucleares sugiere la posible activación linfocítica, como respuesta a la presentación antigénica por parte de macrófagos.

PALABRAS CLAVE:: 1. Probiótico;  2. Inmunidad;  3. Fagocitos.

Fuente de financiamiento: CAI+D 2000 -  U. N. L.

ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DA MANDÍBULA APÓS INDUÇÃO DE MALOCLUSÃO ATRAVÉS DA EXODONTIA DOS DENTES POSTERIORES SUPERIORES DE UM DOS LADOS DE COBAIAS Cavia porcellus MACHOS. Campos, M.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M. & Stuani, M. B. S. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

Alterações morfológicas das estruturas que fazem parte do sistema estomatognático, decorrentes de maloclusões podem estar relacionadas con algumas cefaléias (Ramfjord & Ash, 1989). Segundo Goiris (1992), o osso alveolar está constantemente sendo remodelado em resposta às forças oclusais normais, possibilitando a ocorrência de movimentos dentais adaptativos diferentemente do cemento, o qual repara apenas após lesões peridontais. Para Fava de Moraes et al., (1999) a remodelação do cemento ocorre para a readaptação das fibras de Sharpey inseridas no cemento principalmente no terço apical, muito embora a capacidade de reparação do cemento absorvido seja variável mesmo dentro de uma mesma espécie. A fim de compreender a interferência da maloclusão sobre os componentes do sistema estomatognático, desenvolvemos este trabalho piloto que teve por objetivo evidenciar alterações morfológicas da mandíbula após indução de maloclusão através da exodontia dos dentes posteriores superiores de um dos lados de cobaias Cavia porcellus machos. Os animais foram distribuídos em 2 grupos: o alterado, no qual os animais permaneceram con a maloclusão instalada por uma semana e, o controle, onde os animais foram submetidos ao mesmo tempo de stress. Após este período os animais foram sacrificados, macerados e foram feitas as análises biométrica e radiográfica das amostras. Foi observado um grande desvio funcional mandibular, um desgaste incisal oblíquo no lado da exodontia e um aumento significativo da coroa clónica dos dentes mandibulares posteriores, acompanhado de um aumento em espessura e comprimento da estrutura óssea mandibular no lado de hiperfunção. Deixando claro, portanto, que após uma semana, a maloclusão encontra-se instalada a nível de tecidos mineralizados, nestes animais.

PALAVRAS CHAVE: 1. Maloclusão; 2. Biometria; 3. Mandíbula; Morfologia; 5. Cavia porcellus.

ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS DOS MÚSCULOS TEMPORAL E MASSETER DECORRENTES DA MALOCLUSÃO NO GERBIL. Mishima, F. D.; Jesus, F. D.; Mizusaki, C.; Iyomasa, M. M.; Souza, M. M. & Campos, M. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

Atualmente as desordens funcionais que acometem o sistema estomatognático, causada por estresse físico e alterações primárias dos músculos e da ATM, são motivos de grande preocupação para a odontologia e para a medicina e, a maioria delas, está relacionada com a maloclusão.

O objetivo desse estudo é relatar as alterações musculares do músculo temporal e do feixe superficial do músculo masseter, relacionadas à maloclusão induzida por exodontia no gerbil, através da análise morfológica macroscópica e microscópica.

Foram utilizados 10 gerbis (Meriones unguiculatus) machos, con aproximadamente 40g, os quais foram submetidos à exodontia dos molares superiores esquerdos. Instituída a maloclusão, os animais receberam água e ração «ad libitum», sendo sacrifiados 2 meses pós-operatório.

Cinco animais foram dissecados, tendo o músculo temporal e o feixe superficial do masseter expostos para a obtenção dos dados morfológicos macroscópicos; cinco outros animais tiveram os músculos temporais e masseteres do lado operado e não operado retirados, processados e incluídos em parafina; seccionados com 6 µm de espessura e corados com H.E. para análise ao microscópio de luz.

Nossos resultados mostraram que os músculos temporais direitos apresentavam-se com dimensões maiores que os esquerdos e, na porção posterior do músculo, foram vistas diferenças discretas quanto à forma das fibras, disposição e tamanho dos núcleos entre os dois lados e em relação ao músculo masseter, os feixes superficiais não operado apresentaram-se com dimensões maiores que os esquerdos e, microscopicamente foram observadas diferenças quanto à forma das fibras, a localização e o volume dos núcleos em relação tanto à área (porção média e superficial) quanto ao lado analisado.

PALAVRAS CHAVE: 1. Músculo masseter; 2. Músculo temporal; 3. Maloclusão; 4. Gerbil.

ANÁLISIS DE LA DENSIDAD DE LOS RECEPTORES NMDA2D Y NMDA2B EN LOS NÚCLEOS TRIGEMINALES HUMANOS.(Analysis of the sensivity from NMDA2A and NMDA2B receptors in the human trigeminal nucleus). Iván Suazo Galdames & Cristian Arriagada. Unidad de Anatomía Normal del Programa de Morfología de la Facultad de Medicina, Universidad de Chile. isuazo@machi.med.uchile.cl

Los núcleos del sistema trigeminal se encuentran a lo largo del tronco encefálico y son los encargados de proyectar a nivel central las sensaciones provenientes de gran parte de la cabeza, en especial la de la cavidad oral.

Numerosos estudios relacionan la presencia de receptores glutamatergicos tipo NMDA con los fenómenos de dolor, en especial, neurogénico, característico del dolor post-operatorio a nivel maxilofacial.

El objetivo de este estudio fue analizar, mediante inmunocitoquímica, las zonas de mayor densidad de receptores tipo NMDA 2 A/B en los núcleos trigeminales.

Para este estudio se utilizaron 10 troncos encefálicos humanos, fijados en paraformaldehido y sucrosa al 30%. Se obtuvieron segmentos de 20µ cada 5 mm, a lo largo del tronco encefálico y, se procesó para inmunocitoquímica, utilizando anticuerpos policlonales anti-NMDA 2 A/B. Posteriormente, se realizó un análisis morfométrico por densidad óptica.

El análisis de los resultados determinó que existía una mayor densidad de receptores tipo NMDA2A y NMDA2B a nive de las porciones interpolar y caudal del núcleo espinal del nervio trigémino.

PALABRAS CLAVE: 1. Nervio trigémino; 2. Núcleos trigeminales; 3. Anatomía.

ANÁLISIS ODONTOMÉTRICO HUMANO URBANO ACTUAL EN CANINOS SUPERIORES DE ADULTOS MADUROS. (Analysis Current Human Urban Odontometric. In mature adults` up canines). Miguel Ricardo & Abilleira Elba. Facultad de Odontología de La Universidad La Plata, Argentina.

El objetivo de este trabajo fue demostrar una variabilidad significativa diferencial en el proceso de envejecimiento de la porción radicular de piezas dentarias humanas, según la edad y el sexo, respecto a seis grupos etáreos: adolescentes, jóvenes, adultos jóvenes, adultos maduros y adultos mayores.

En un total de 670 raíces, con identificación de pieza, sexo y edad llevamos a cabo mediciones que incluyeron los segmentos: longitud total por vestibular (LTV), longitud total por palatino (LTP), longitud total por mesial (LTM), longitud total por distal (LTD), tomadas desde la parte más elevada y más declive respectivamente del cuello anatómico. Separados por sexos  y éstos en seis rangos etáreos: adolescentes (10 a 20 años), jóvenes (21 a 30), adultos jóvenes (31 a 40), adultos (41 a 50), adultos maduros (51 a 60)  y adultos mayores (más de 61 años). Para las mediciones utilizamos el siguiendo instrumental:  veniers digital de 300 mm y micrómetro de 30 mm. Los resultados demuestran una tendencia de variabilidad significativa con respecto al sexo y edad.

Tamaño de la muestra (N: N1=hombres, N2=mujeres), Promedio (X) y la desviación standard (DS) para cada medida. Ej: Para la pieza 23.

Grupo Etáreo
Varones
 
Mujeres
 
X
DS
 
X
DS
Adultos Maduros (N1=45, N2=38)
 
Longitud total por Vestivular (LTV)
17,2
5,8
 
15,34
7,05
Longitud total por Palatino (LTP)
16,4
3,4
 
14,91
4,30
Longitud total por Mesial (LTM)
17,5
1,2
 
16,10
1,62
Longitud total por Distal (LTD)
16,2
2,1
 
15,15
4,10

Se aprecia una tendencia diferencial significativa del diformismo en la porción radicular de las piezas dentarias en el envejecimiento del ser humano, según el sexo y respecto a la edad.

PALABRAS CLAVE: 1. Diente; 2. Odontología; 3. Anatomía.

ANATOMÍA ECOGRÁFICA DEL RIÑÓN DEL GATO DOMÉSTICO. PLANIMETRÍA PARA SU APLICACIÓN DIAGNÓSTICA. (Ecographic anatomy of the domestic cat kidney. Planimetry for diagnostic aplications). Vera, Ana, L.; Casalonga, Osvaldo, L. & Sabio, Fabián. Área de Anatomía, Facultad de Ciencias veterinarias, UBA, Buenos Aires, Argentina.

El avance logrado en la Medicina Veterinaria en ecografía para su aplicación diagnóstica y terapéutica nos llevó a reevaluar la Anatomía como ciencia básica para mejorar la eficiencia de los nuevos métodos diagnósticos (Ecografía veterinaria).

Las ecografías renales utilizadas analizan en general dos planos ecográficos (dorsal y transversal) y en menor medida sagitales. Si bien estos planos tienen sus correlaciones con los mismos planos anatómicos, consideramos aquí los planos oblicuos para completar el estudio.

Se trabajó con felinos vivos, sanos, de distintas edades, razas y sexos. Los ecógrafos utilizados fueron Scaner 100S VET. con transductor 5 y 7.5 Mhz y SIGMA IRIS 440 con transductor 5 y 7.5 Mhz.

Se utilizaron cadáveres frescos, formolizados y riñones aislados. las arterias fueron perfundidas con yeso al 14% y las venas con gelatina 17%.

Se realizaron las ecografías sin sedación, en posición de estación. Se consideraron todos los planos (dorsal, transversal, sagitales, parasagitales y oblicuos). Se compararon con los planos anatómicos de los cadáveres. Se realizaron los cortes de los riñones aislados, para verificar las localizaciones sectoriales del paso de los planos anatómicos y ecográficos.

Se obtuvieron los resultados de los planos ecográficos y anatómicos (tradicionales y no tradicionales).

De esta planimetría ampliada surge el uso más conveniente de cada plano para el análisis correspondiente del parénquima renal para su aplicación diagnóstica.

PALABRAS CLAVE: 1. Riñón; 2. Gato; 3. Ecografía.

ANATOMÍA ENDONASAL. (Endonasal anatomy). Seco Federico A.; Esborrat Luciano M.; Mayans Julia V.; Gadea, Francisco & Caturla, Nicolás. Cátedra "C" de Anatomía - Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de La Plata, Argentina.

Debido al reciente desarrollo de las técnicas quirúrgicas endonasales, que resultan menos traumáticas e invasivas, se hace necesario contar con sólidos conocimientos de la anatomía de la región, bajo una visión no tradicional. Estas técnicas permiten solucionar patologías benignas, y en algunos casos maligna, con mucha menor morbilidad que con las técnicas tradicionales. No obstante no está exenta de riesgos, los que pueden evitarse contando con un exhaustivo entrenamiento apoyado en un sólido conocimiento anatómico de la zona.

Se procedió a efectuar disección de piezas anatómicas formolizadas al 10 % utilizando ópticas rígidas Hopkins Karl Storz de 0º y 30º e instrumental de cirugía endonasal. El empleo de endocámara de video, monitor, y videograbadora facilitó el registro gráfico de las disecciones y la visión simultánea de varios colegas que participaron en las disecciones.

Se logró mostrar a través de un video los principales reparos anatómicos a tener en cuenta para la realización de cirugías endoscópicas rinosinusales. Esto nos permite abrir un nuevo campo de posibilidades en la enseñanza de una anatomía aplicada, la cual resulta más adecuada a las necesidades actuales.

Se concluye que este tipo de videos debe formar parte esencial de las clases de anatomía de cavidades nasales, no solo a los fines de mostrar la anatomía en si misma, sino que también para permitir dotar al alumnado de un ejemplo de su utilidad, y así comprender el porque de su estudio.

1)     Hospital Interzonal Prof. Dr. Rossi, La Plata.
2)     Centro Oncológico de Excelencia, Gonnet, La Plata.
3)     Cátedra "C" de Anatomía.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía;  2. Cavidades nasales.

ANATOMÍA EN IMÁGENES. (Imaging anatomy). Diana Perriard & Julia Vilarelle. Cátedra de Anatomía - Escuela de Medicina - Instituto Universitario CEMIC, Argentina.

Se describe el desarrollo de la materia electiva Anatomía en imágenes, que se propone a los alumnos que completaron el segundo año de la carrerade Medicina.

Se plantean los objetivos, los contenidos y la metodología de trabajo. Los objetivos incluyeron: 1) aplicar los conocimientos adquiridos; 2) identificar las estructuras anatómicas en radiografías simples y contrastadas, tomografías computadas, resonancias magnéticas, ecografías y otros exámenes y 3) extrapolar los conocimientos anatómicos a la interpretación de las imágenes diagnósticas.  Los contenidos consistían en imágenes de los aparatos estudiados durante el año lectivo (locomotor, circulatorio, respiratorio y digestivo).

La metodología de trabajo comprendía:1) definición del procedimiento, 2) orientación de las imágenes y 3) descripción de las estructuras anatómicas. Los estudiantes recibieron material impreso referente a los distintos métodos, equipos, indicaciones y contraindicaciones. La actividad fue grupal, guiada por los docentes y se utilizaron placas, discos compactos y bancos de imágenes informatizados.

De los 20 alumnos en condiciones de inscribirse en una asignatura electiva, 7 (35%) optaron por nuestra propuesta.  El curso se desarrolló en cinco clases de cinco horas de duración. Todos los estudiantes participaron en las discusiones, aportaron material y cumplieron con los objetivos planteados.  Además, solicitaron la organización de un segundo módulo de iguales características, incorporando otros procedimientos diagnósticos (PET, SPECT, etc.).

Los resultados de la experiencia confirmaron que la motivación de los estudiantes, la participación activa y la posibilidad de aplicar los conocimientos adquiridos, constituyen aspectos educativos invalorables que nos obligan a seguir explorando estrategias innovadoras que despierten el interés de nuestros alumnos.

PALABRAS CLAVE:  1. Imágenes diagnósticas;  2. Anatomía aplicada;  3. Pedagogía.

ANATOMÍA GINECOLÓGICA INTERACTIVA (Interactive gynecological anatomy). Guiraldes, H.; Oddó, H. & Musalem, A. Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile, Chile.

Con el creciente desarrollo de los multimedios para el WEB hemos podido apoyar y orientar de manera eficiente los conceptos de anatomía que los estudiantes de la carrera de Medicina deben practicar, en relación con la semiología ginecológica.

Teniendo presente que para el examen de ciertas áreas del cuerpo humano es necesario un entrenamiento antes de enfrentar al enfermo, hecho especialmente válido para el examen del área genital en la mujer.Un conjunto de imágenes de los genitales femeninos internos y externos fueron digitalizadas.

Con el objeto de publicarlas en la red Internet y utilizarlas, a distancia, mediante los software Adobe Pagemill 3.0 y Flash 3.0 fueron construidas páginas web y animadas. Destacando los conceptos anatómicos que son requeridos para realizar una buena historia y un correcto examen físico. El método permite enfatizar aquellos contenidos más difíciles de comprender si no se tienen presente las relaciones de los órganos pélvicos femeninos al momento del examen. Las animaciones van siendo asociadas a textos y preguntas que las complementan y las hacen interactivas.

La aplicación por la red de estas herramientas docentes han demostrado ser un medio eficientísimo para lograr el entrenamiento y el aprendizaje de los estudiantes de Medicina.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ginecología; Internet.

ANATOMÍA Y BIOMETRÍA DE LOS RAMOS QUE INERVAN AL MÚSCULO BRAQUIAL. (Anatomy and biometry of the nervous branches of the brachial muscle). Olave, E.*; Gabrielli, C.**; Braga, M. T. T.**; del Sol, M.* & Mandiola, E.***. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera, Chile*; Depto. de Morfología, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil**; Universidad Nacional Andrés Bello, Chile***

El objetivo de esta investigación fue el estudio de la inervación del músculo braquial, describiendo con detalles los ramos musculares que lo alcanzan, considerando el nivel en que se originan, nivel de penetración en el tejido muscular y su distribución terminal. Para ello, estudiamos 46 miembros superiores de 23 cadáveres formolizados de individuos adultos, brasileños de ambos sexos. Para determinar el punto de origen y punto de penetración de los ramos musculares mencionados fue considerada como referencia la línea biepicondilar (LBE).

El músculo braquial fue inervado por ramos procedentes del nervio musculoctáneo en todos los casos (100%); un ramo fue encontrado en 15 casos (65,2%) en el lado derecho y en 18 casos (78,3%) en el izquierdo; con dos ramos se observaron 6 casos ( 26,1%) en el lado derecho y 2 casos (8,7%) en el izquierdo, también se presentaron 3 y 4 ramos. Cuando se presentó un ramo, su nivel de origen en el lado derecho fue en promedio de 130,1 ± 13,3 mm respecto de LBE y de 127,8 ±1,0 mm en el lado izquierdo. Cuando se presentaron dos ramos, el nivel de origen de éstos, en el lado derecho fue en promedio de 126,2 14,5 mm para el proximal y de 100,2 ± 37,1 mm para el distal, siempre respecto de LBE. En el lado izquierdo, los promedios fueron de 109,9 y 57,6 mm, respectivamente. Con respecto al punto de ingreso en el vientre muscular, la mayor parte de ellos lo hicieron por la parte medial del músculo, encontrando que cuando fue ramo único, 13 de ellos tuvieron esta característica en el lado derecho y 16 en el lado izquierdo la casi totalidad de estos nervios se subdividieron en ramos menores (secundarios), encontrándose 2,3,4 y 5 de ellos, los que penetraron en el tejido muscular en distintos niveles.

Estos datos pueden servir de referencia a las cirugías de reinervación, bloqueo selectivo de puntos motores y tratamientos fisioterapéuticos en el brazo.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Músculo braquial; 3. Inervación; 4. Ramos musculares

Proyecto Nº 9929, Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de La Frontera, Temuco, Chile.

APLICACIÓN DE RECURSOS MULTIMEDIA PARA LA ENSEÑANZA UNIVERSITARIA DE LA HISTOLOGIA. (Application of multimedia resources to university teaching of histology).Fernanda Skowronek; Carolina Arbelo;  Javier Cedrani; Alison Márquez; Paula Pouso; Diego Reyes; Karem Sapiro; Aldo Sgaravatti & Adriana Vera. Departamento de Histología y Embriología - Facultad de Medicina, Universidad de la República Oriental del Uruguay, Montevideo, Uruguay.

La resolución informática ha posibilitado la incorporación de nuevas tecnologías a casi todas las esferas del quehacer humano, la educación en particular. En el Departamento de Histología de Facultad de Medicina hemos montado, en base al financiamiento central de la Universidad, un laboratorio de informática que nos ha permitido realizar el trabajo que presentamos.

La utilización de recursos informáticos a la labor de enseñanza-aprendizaje implica la progresiva capacitación del personal docente en la nueva tecnología. Por otra parte, si bien los materiales que se pueden preparar representan un nuevo recurso didáctico, la confección de los mismos obliga a replantearse numerosas cuestiones pedagógicas de fondo.

Los módulos que hemos elaborado corresponden a las clases prácticas de la disciplina y están pensados para ser empleados en tres contextos diferentes: a) como introducción a cada una de las instancias prácticas del curso; b) como recursos de autoaprendizaje en Sala Multimedia y c) como material a emplear en modalidades de educación flexible.

Los módulos fueron elaborados utilizando el software ToolBook II, versión 6.0, y cada uno de ellos comprende: 1- Preguntas orientadas a reafirmar, en los estudiantes, conceptos teóricos fundamentales para abordar el material práctico; 2- Imágenes obtenidas y tratadas a partir de los preparados del Departamento en las cuales se destacan las estructuras más importantes mediante recursos variados; 3- Textos que destacan las nociones centrales de cada tema y 4- Cuestionarios de autoevaluación.

El material referido a cada uno de los temas es preparado según tres modalidades diferentes: a) como archivo que permite acompañar la exposición introductoria a cada clase  práctica utilizando un proyector adecuado, b) como CD-ROM que queda disponible para ser utilizado por los estudiantes en forma individual o colectiva y c) como material disponible en el sitio web de la Facultad de Medicina. En todos los casos se pone énfasis en la interactividad a desarrollar por los usuarios en relación a las imágenes presentadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Histología; 2. Didáctica; 3.Informática.

ARTERIA CIRCUNFLEJA ILIACA PROFUNDA: ESTUDIO Y TERRITORIO ANATÓMICO. (Deep circumflex iliaca rtery: Territorial and anatomy studies). Biosci, Juan Pablo; Durán, Ricardo Ariel & de la Faba Rodrigo. Instituto Universitario de Ciencias de la Salud Fundación H. A. Barceló - Facultad de Medicina, Argentina.

La vascularización otorgada por la arteria circunfleja ilíaca profunda constituye un ejemplo de irrigación para la utilización de colgajos correspondientes. Esta arteria presta irrigación a la cresta ilíaca, músculos de la pared abdominal y piel de la región. La vascularización de esta zona se amplía por la presencia de ramos anastomóticos, provenientes de otra región (arteria ileolumbar, etc.). Este trabajo tiene como objetivo analizar la disposición anatómica y macroscópica de estos vasos.

Para el presente trabajo se han utilizado quince (15) hemipelvis de cadáveres adultos inyectados con medios de contraste y estudiados mediante repleción vascular y disección reglada. Además se han utilizado quince (15) casos de angiografía digital.

El conocimiento de la disposición de estos vasos permite configurar los territorios vasculares que son de importancia para un mejoramiento del acto quirúrgico en la obtención de un colgajo osteocutáneo y/o osteomiocutáneo, en cirugía de reconstrucción máxilo-facial.

Se observó que la arteria circunfleja ilíaca profunda presentó variaciones en el origen, diámetro y longitud del pedículo. Con respecto a la rama ascendente se evidenció que en un número de casos considerables se origina antes de la espina ilíaca, en otros a nivel y en el resto después de ella. En cuanto a los vasos periósticos y endósticos, otorgan un patrón vascular con respecto a la anatomía circundante. Mientras que en relación a los vasos musculocutáneos, estos mantienen un origen común el cuál esta dado por la rama ascendente de la arteria en cuestión. Sin embargo, esta rama no es la única que da origen a ramos musculares ya que estos se encuentran otorgados también en su gran mayoría por el resto de la arteria en estudio.

PALABRAS CLAVE:  1. Arteria circunfleja ilíaca profunda;  2.  Cirugía máxilo-facial; 3. Colgajos osteomiocutáneos.

ARTERIA GASTROOMENTAL: ESTUDIOS AL MICROSCOPIO DE LUZ (Gastroomental artery: Light microscopic study). Abrão, F. C.;* Cabral, R. H. C.** y *** & Prates, N. E. V. D.*** Facultad de Medicina y de Mogi das Cruzes*; InCor-FMFMUSP;**; ICB Universidade de São Paulo***. Email fernando-sb@zipmail.com.br

Las arterias gastroomentales son potenciales donadoras utilizadas en la cirugía de revascularización del miocardio.

Realizamos un estudio morfológico de estas arterias correlacionando los datos obtenidos y su mejor utilización como injerto coronario. A través de la microscopía de luz estudiamos los componentes de fibras musculares lisas, colágenas y elásticas de este vaso.

En todos los individuos estudiados encontramos engrosamiento de la íntima con presencia de células espumosas. No hubo correlación entre el grado de alteraciones, la edad y el sexo. La limitante elástica interna se presentó única, nítida y ondulada, con pocas interrupciones en los individuos con lesiones discretas de la íntima.

Por otro lado, había casi total desaparición de la limitante en individuos con alteraciones más acentuadas de la íntima. No encontramos duplicación de esta limitante en ninguno de los casos estudiados. En la capa media observamos pocas fibras colágenas y elásticas y gran número de células espumosas. La adventicia presentaba numerosos vasa e nervi vasorum.

Las alteraciones en las capas íntimas y media de estos vasos sugiere que esta arteria es posible de comprometimiento ateroesclerótico. Interrupciones en la limitante elástica interna o una única capa elástica en esta limitante podrían actuar sinérgicamente en la progresión del proceso ateroesclerótio.

El gran número de vasa vasorum encontrados en la adventicia de esta arteria podría auxiliar en el funcionamiento eficaz de la arteria gastroomental como injerto en cirugías de revascularización del miocardio.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arterias; 3. Arteria gastroomental; 4. Histología.

ARTERIA ILIACA INTERNA DE LA LLAMA (Lama glama). (Internal iliac artery in llama (Lama glama)). Graziotti, G. H.; Ríos, C. M.; Rodríguez Menéndez, J. M.; Victorica, C. L. & Affricano, N.O. Area de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires. Chorroarín 280, Capital Federal C1427CWO, Argentina.  E-mail: ggrazio@fvet.uba.ar

Continuando con nuestras investigaciones acerca de la irrigación arterial en la llama, se describe en este trabajo la distribución y características de la arteria ilíaca interna, sus terminales y colaterales. La irrigación de la cavidad pelviana en los mamíferos se divide en dos grandes tipos, pudendo o iliaco, según el grado de desarrollo que presente la arteria ilíaca interna

Se utilizaron 10 llamas machos y hembras, adultos jóvenes, provenientes de la Provincia de Buenos Aires. Las preparaciones fueron perfundidas a través de la parte abdominal de la aorta con una solución de yeso al 14% y formol al 6% y a través de la V. digital palmar común III con una solución de gelatina industrial al 17% y conservadas a 0ºC. Las disecciones macroscópicas fueron realizadas con instrumental estándar de disección.

La arteria ilíaca interna en la llama presenta un trayecto largo sobre la cara medial del ligamento sacrotuberal ancho; durante el mismo emite las arterias umbilical, obturatoria, glútea craneal, iliolumbar y según el sexo, la prostática o vaginal antes de dividirse en sus dos terminales la arteria glútea caudal, que abandona la cavidad pelviana perforando el ligamento sacrotuberal ancho y la arteria pudenda interna que se dirige hacia las vísceras de la cavidad pelviana y a la región perineal. También se pueden observar asimetrías en la distribución arterial entre los lados derecho e izquierdo en un mismo individuo.

La distribución de la irrigación de la cavidad pelviana, como ocurre en bovino  y  porcino, corresponde al tipo iliaco.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Lama glama;  3. A. ilíaca interna;  4. Cavidad pelviana.

ARTERIA RENAL: ESTUDIO HISTOMORFOMÉTRICO. (Renal artery: histomorphometric study). L. E. P. Tírico*; R. H. Cabral* & **; N. E. V. B. Prates* & L. V. Décourt**. Department of Anatomy*-ICB-USP, Heart Institute **(INCOR)- Medical School, University of São Paulo, Brazil. Email: neprates@icb.usp.br

Hypertension and renal failure are very important clinical problems, which tend to affect more people as they get older. Also, they are often related to problems affecting the renal arteries. The detailed analysis of the composition of the arterial wall under light microscopy can provide us with a better understanding of the behavior of those arteries during the aging process.

We have studied both renal arteries of post-mortem adult individuals, without evident gross anatomical alterations. These arteries were treated with the usual techniques for light microscopy and stained with hematoxilin-eosin, Masson trichrome, picrus Sirius and Verhoeff's. Under light microscopy we observed a thick intima layer with or without areas containing foam cells. The internal elastic layer (IEL) was wavy and well delimited when no atherosclerotic process was present. Gaps in the IEL, Modification of the normal pattern of elastic fibers distribution were present together with the foam cells. The external elastic limitant was frequently well developed. The adventitia presented a normal pattern with plenty of collagen fibers, vasa vasorum and nervi vasorum. The histomorphometric study revealed an intima of 321.84 µm and a media of 205.63 µm for the right renal arteries. For the left renal arteries the values were respectively 54.29 µm and 458.85 µm.

We can conclude that the renal arteries are muscular arteries, which may develop atherosclerosis with aging. Comparing both right and left renal arteries we found a higher incidence of intima thickness in the former one suggesting a possible predisposition of the right renal artery in developing artery occlusion.

KEY WORDS: 1. Anatomy; 2. Arteries; 3. Renal artery; 4. Histology; 5. Morphometry.

Financial support: PIBIC/CNPq/USP

ARTERIA TORÁCICA INTERNA(MAMARIA INTERNA): ESTUDIO BAJO MICROSCOPÍA DE LUZ Y ELECTRÓNICA DE BARRIDO (Internal thoracic artery (internal mammary): Study under light and scanning electron microscopy. D. Senday*; R. H. Cabral**; N. E. V. B. Prates*** & L. V. Décourt****. Department of Anatomy*,** y***-ICB-USP, Heart Institute** y **** (INCOR)- Medical School, University of São Paulo, Brazil. Email neprates@icb.usp.br

The internal thoracic artery is the most utilized graft incardiac revascularization surgery. It is believed that this artery have a relative protection against atherosclerotic process. The detailed analysis of the composition of the arterial wall under light microscopy, and scanning electron microscopy can provide us elements to a better understanding of the function of these arteries in normal conditions.

We have studied post-mortem, right and left internal thoracic arteries of the adult individuals, without evident gross anatomical alterations. These arteries were treated with the usual techniques for light and scanning electron microscopy (SEM).

Under light study we have found foam cells either the sub-endothelial laminae and medium layer of this artery, suggestive of the foam cells which are characteristic of atherosclerotic processes. Yet, we also found a well formed internal elastic lamina, without gaps or reduplication signs. Under SEM the intim in the proximal segment of the right internal thoracic artery presents a parallel and tortuous fold aspect, similar to logs disposed besides each other, and in the distal segment of this same artery these folds resemble Spanish tiles and present gaps. In the left internal thoracic artery these folds present themselves less tortuous. In the sub-endothelial laminae and within the muscular fibers of the media of the studied segments we found adipose cells, suggestive of foam cells of atherosclerotic process.

The findings under SEM show that the internal thoracic artery of individuals without gross anatomical alterations presents alterations suggestive of atherosclerotic processes.

KEY WORDS:1. Anatomy; 2. Arteries; 3. Internal thoracic artery.

Financial support: PIBIC/CNPq/USP

ARTERIA UMBILICAL. SU IMPORTANCIA EN EL FETO. (Umbilical artery. Its importance in the fetus). Terraes, Antonio R.; De los Reyes, M.R.; Gallovich, Juan M.; Recalde, F.; Sandoval, A. N. & Amarilla, A. R.Cátedra II Anatomía Humana -Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001  C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Embriológicamente las arterias umbilicales, en un comienzo son ramos ventrales de las aortas dorsales, se dirigen hacia la placenta en íntima relación con la alantoides. A partir de la cuarta semana de vida intrauterina, cada arteria adquiere una conexión con la arteria iliaca común, y pierde su sitio de nacimiento original. Después del nacimiento, las porciones proximales persisten en forma de arteria ilíaca interna y umbilical propiamente dicha, de las cuales se desprenden las arterias vesicales superiores; en tanto que las porciones distales se obliteran minutos después del nacimiento, completándose por proliferación fibrosa a los dos o tres meses  y forman el ligamento umbilical lateral.

Este trabajo trata sobre las arterias umbilicales, su importancia anatómica en el feto como  aporte para los órganos pelvianos. La bibliografía consultada es escasa al respecto.

Se utilizaron 12 fetos de 22 semanas de gestación en adelante, inyectados con látex natural coloreado con pigmento rojo fluor tipo Unispert por vía aórtica, luego fueron formolizados. Las disecciones se realizaron con elementos de microcirugía bajo magnificación óptica. Se documentaron gráficamente con fotografías color.

Las arterias umbilicales presentan un gran calibre, equivalente aproximadamente a 2/3 del diámetro de la aorta. Aporta numerosas ramas a la vejiga urinaria, porción terminal de los uréteres en ambos sexos y las vesículas seminales y ducto deferente en el hombre.

A  diferencia del adulto en que el aporte  sanguíneo de las arterias umbilicales es mínimo, en el feto cumple una gran importancia en la irrigación de los órganos pelvianos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria umbilical; 3. Feto.

ASAS NERVIOSAS DE LOS NERVIOS DIGITALES PALMARES  (Neural  Loops of the nervus digitalis palmaris). Homero, F. Bianchi. Universidad de Ciencias de la Salud Fundación Barceló Fac de Medicina 3ra Cátedra de Anatomía Normal Fac. Medicina UBA, Argentina.

Se efectuó la revisión de los ojales nerviosos de los nervios digitales de la mano en relación con  las arterias digitales palmares comunes (ADPC) ya que con el avance de los procedimientos microquirúrgicos se hace esencial conocer sus características morfológicas con precisión, para evitar sean lesionados, destacando las pocas referencias encontradas.

Se utilizan 25 especímenes adultos, 20 frescos y 5 formolizados, inyectados los primeros con látex natural teñido con colorante Hoescht, los cuales fueron disecados de la manera tradicional y con magnificación.

Los hallazgos mostraron que: a) el número total de asas encontradas fue de 17 es decir el 68% de la serie. b)la arteria alrededor de la cual se forma el asa fue: arco palmar superficial,2 casos,(11,78%); colateral ulnar del quinto dedo 2 casos, (11,78%);1ra ADPC, 2 casos, (11,78%); 2da ADPC 3 casos, (17,66%); 3ª ADPC 8 casos, (47%). c)tipos de asas: proximales, en  relación con el arco palmar superficial y con la arteria colateral medial de quinto dedo (2 para cada variedad, 11,78% para cada uno); distales, en ojal cerrado, la arteria atraviesa al nervio en su centro, antes de su división, próxima a su  origen en el APS (8 casos 47%)y en ojal abierto, 5 (29,44%);podemos dividirlos  en ojal corto y largo; el tipo corto une rodeando a la ADPC, los colaterales digitales en  que se divide el nervio; en el largo, la arteria atraviesa un colateral digital nervioso definido. Pequeños ojales en relación con las colaterales digitales no son cuantificados en esta presentación.

Se concluye en esta primera serie que los colaterales nerviosos digitales forman arcos en relación con el APS ó C5 ó son perforados por una ADPC antes o después de que se dividan en los colaterales digitales correspondientes. Debemos de ser  precavidos para evitar su lesión y producir áreas de hiposensisibilidad de grado variable.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Mano; 3. Nervios digitales.

ASPECTOS ANATÓMICOS Y BIOMÉTRICOS DE LA ARTERIA DORSAL DEL PIE EN NUMANOS. (Anatomical and biometric aspects of the doralis pedis artery in humans). Gabrielli, C.*; Braga, M. T. T.*; Olave, E.**; Froehner Jr, I.*; Rodríguez, I. K.* & Hansen, C.* Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil*; Universidad de La Frontera, Chile.**

Los pies son importantes órganos relacionados con la descarga del peso, postura bípeda, locomoción y equilibrio. Por eso, las tentativas de su revascularización a través de puentes arteriales han sido frecuentes, buscando evitar amputaciones en pacientes diabéticos o con lesiones traumáticas de los mismos. La arteria dorsal del pie (ADP) es utilizada como recepetora de flujo y por lo tanto, estudiamos sus características anatómicas y biométricas, con el objetivo de contribuir a la anatomía quirúrgica del pie.

Utilizamos 30 pies de 15 individuos brasileños adultos, de ambos sexos, en su mayoría blancos, pertenecientes al Departamento de Ciencias Morfológicas de la Universidade Federal de Santa Catarina. Las arterias fueron inyectadas con látex neopren (Artifix L-14) teñido de rojo, disecando el dorso del pie bajo lupa. La AD estuvo presente en 100% de los casos; su calibre promedio en su origen fue de 3,16± 0,67 mm y a nivel de su terminación de 2,19 ± 0,71 mm. Su longitud promedio fue de 78,32 ± 13,58 mm. En el 90% de los casos la AD se localizó entre los tendones de los músculos extensores largos del hálux y de los dedos. Su relación con el nervio fibular profundo fue variable, en el 33,3% el nervio fue medial; en el 13,3% el nervio fue lateral; en el 26,7% el nervio cruzó a la arteria. En el 10% el nervio no presentó relación con la AD ya que fue reemplazado por el nervio fibular superficial. En el 16,7% restante se observaron otros patrones de relación, como la sobreposición del nervio a la arteria. En relación a las ramas colaterales de la AD, el número más frecuente de arterias tarsales mediales fue 2 (56,6%), así como el de las arterias tarsales laterales (60%); la arteria arqueada estuvo presente sólo en 26,7%. La AD tiene características anatómicas compatibles con la realización de puentes arteriales, pero se debe tener cuidado en aquellos casos donde el nervio cruza o se sobrepone a la arteria, para evitar su lesión durante el procedimiento quirúrgico.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Pie; 3. Arteria dorsal del pie.

ASPECTOS MORFOFUNCIONALES EXPERIMENTALES EN LA TÉCNICA DEL LINFONODO CENTINELA. (Experimental morphofunctional aspects in centinel lymphnode technic). Guiraldes, H.; Camus, M.; Goñi, I. & Ortega J. I. Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile, Chile.

En la medicina oncológica es sabido que existen neoplasias malignas que presentan diseminación metastásica, principalmente por vía linfática, tal es el caso del cáncer de mama y del melanoma.

Halsted, consideraba que el tumor primario drena inicialmente a un linfonodo específico (a veces más de uno) de los pertenecientes a un linfocentro regional. Cuando la diseminación ocurre, las células del tumor llegarán primero a él. Este linfonodo es el primero-afectado y es denominado centinela. Esta teoría presume que cuando el linfonodo centinela está libre del tumor, los otros también están libres de la enfermedad y se puede evitar, una diseccción más extensa.

Con el propósito de evidenciar los aspectos morfofuncionales de una técnica experimental más usada para estos fines, ejecutamos el siguiente trabajo. Cuatro porcinos que iban a ser sacrificados, en forma similar a lo que acontece en la técnica mencionada, fueron inyectados en la zona interdigital de sus miembros posteriores con colorante vital (Azul Patente), luego fueron disecadas tanto las vías como un linfonodo inguinal.Una vez sacrificados los animales se inyectó, de la misma manera, masa de gerota, para observar el número de vías y la forma, ubicación de los linfonodos, redes, etc.

Con ambas técnicas se logró inyectar, disecar y visualizar completamente el circuito linfático involucrado en la demostración experimental de la técnica del linfondo centinela. La comparación de ambas técnicas de visualización del Sistema Linfático permitió constatar la permeabilidad de las vías linfáticas in vivo.

PALABRAS CLAVE: 1. Sistema linfático; 3. Linfonodo.

ASPECTOS MORFOLÓGICOS DO PERIODONTO (CEMENTO) DO PRIMEIRO MOLAR INFERIOR, EM GERBIS. ESTUDO MICROSCÓPICO DE LUZ. Amato, P. A.; Tangerino, L. M. B.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M. & Campos, M. Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Departamento de Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, USP, Brasil.

A preocupação dos pesquisadores quanto ao comportamento da sáude periodontal é antiga e, a literatura revela pesquisadores trabalhando este assunto inclusive em animais experimentais. Com o propósito de contribuir com dados morfológicos aos pesquisadores desta área, e para melhor conhecer a morfologia funcional do periodonto o objetivo desde trabalho piloto foi fazer um estudo morfológico do periodonto (cemento inicialmente) no primeiro molar inferior de gerbis, através de microscopia de luz. Para esse estudo piloto, os cortes histológicos seriados do processo alveolar de gerbis foram processados rotineiramente e corados com H. E.

É de interesse estudar, posteriormente, o restante do periodonto pois esse projeto é a parte integrante da linha de estudo das estruturas que compõe o sistema estomatognático normal e suas alterações nas maloclusões decorrentes da exodontia em animais experimentais.

Nossos resultados parciais evidenciaram o tecido cementário da raiz mesial do primeiro molar da mandíbula do gerbil de constituição distinta, nos três terços da raiz, assemelhando-se às descrições feitas em humanos (Ten Cate, 1998; Kathburian, 2000) em alguns aspectos. Quando expostos a função pesada Ramfjord & Ash (1984) afirmam que ocorre hiperplasia funcional do cemento, aumentando a área da supericie da raiz permitindo a inserção de mais fibras funcionais. A superficie cementária, em contacto com o ligamento periodontal, do gerbil mostrou-se irregular principalmente no terço apical e com algumas irregularidades também no terço médio. A pesar dessa irregularidade não foram identificados odontoclastos nestas áreas. Fava de Moraes et al. (1999) relatam que o cemento apresenta maior suscetibilidade à absorção em situações nas quais o periodonto é mais ácido (inflamação, cisto e granulomas periapicais, impactação de dente incluso, reimplantação dentária). O número de amostras analisadas ainda é pequeno para obter uma conclusão.

PALAVRAS CHAVE: 1. Morfologia; 2. Histologia; 3. Periodonto; 4. Gerbil; 5. Maloclusão.

ATLAS DIGITAL DEL SISTEMA VISCERAL DE LAS TORTUGAS. (Digital atlas of visceral system of turtles). Sbodio, O.; Pastor,R.; Galván, SM;  Dallard, B; Andreotti, C.; Gamero, H. Cátedras de Anatomía Veterinaria I Parte y de Histología y Embriología. Facultad de Ciencias Veterinarias. Universidad Nacional del Litoral. Rp. Kreder 2805.  CP 3080. Esperanza. Santa Fe. Argentina. sgalvan@fcv.unl.edu.ar

Dada las peculiaridades sociales de los tiempos actuales que promueven la tenencia de mascotas no convencionales, se han visto incrementadas las prácticas médicas y quirúrgicas  en animales no domésticos de diversas especies, entre ellos los reptiles (en particular los órdenes quelonios,  crocodílidos escamados y rincocéfalos). Esta situación  ha generado una mayor demanda de conocimientos por parte de los profesionales, a partir de lo cual surgió la motivación  de producir un recurso multimedial, que diseñado bajo un entorno sencillo, permitiera acceder a diferentes imágenes correspondientes, en este caso, al sistema visceral de los quelonios.

En particular se trabajó con las especies Chelonoides chilensis chilensis ( tortuga de tierra)  y Phynops hilarii  ( tortuga de agua), permitiendo asimismo efectuar un análisis comparativo de las similitudes y diferencias en lo relativo a la conformación visceral de ambas especies,  y en ambos sexos.

Se diseñó para ello un atlas digital que evidencia la ubicación topográfica de los órganos de los diferentes aparatos: digestivo, respiratorio, excretor y genital, así como sus particularidades anatómicas en lo relativo a forma , color y situación. Asimismo se establece la correlación entre las placas óseas del peto y las diferentes estructuras enunciadas

Como conclusión destacamos la significación que supone la disponibilidad de un nuevo recurso que puede ser de gran utilidad no solo para los profesionales del área, sino también para ser consultado por nuestros alumnos en las diferentes etapas de su formación ( en anatomía, semiología, cirugía, clínica de pequeños animales, etc.)

PALABRAS CLAVE: 1. Atlas digital; 2. Vísceras; 3. Tortugas.

ATRESIA DE VÍAS BILIARES, ESTUDIO HISTOPATOLÓGICO. (Biliary ducts disorders. Histopatological study). Znaidak, Ricardo; Quiñones, Emilio; Verón, Facundo;  Peracca, Florencia. Cátedra de Embriología, Escuela de Medicina, Fudación Barceló, Buenos Aires, Argentina.  

La ictericia es un motivo frecuente de consulta en las primeras semanas de vida. Dentro de las causas que la producen se encuentra la ausencia de luz de los conductos biliares intrahepáticos y extrahepáticos conocido como atresia biliar. En este trabajo se intentará demostrar los cambios histopatológicos que caracterizan a esta afección, en forma comparativa con tejido hepático sano.

Se utilizaron preparados histológicos de tejido hepático procesados con la técnica histológica de rutina y teñidas con H-E. y fotografías de dichas preparaciones tomadas con fotomicroscopio Zeiss.

Se demuestró la existencia  de cambios inflamatorios de los conductos hepáticos y hepático común. Inflamación de los conductos biliares intrahepáticos en forma periductular y destrucción progresiva del árbol biliar intrahepático.

El conocimiento de los cambios histológicos, acompañado de un colangiograma intraoperatorio, nos dará el diagnóstico de atresia biliar. La detección precoz de esta patología nos da la posibilidad de realizar un transplante hepático a tiempo, de lo contrario, la evolución de esta enfermedad, inexorablemente llevaría a la muerte del paciente.

PALABRAS CLAVE: 1. Atresia biliar;  2. Vías biliares; 3. Ictericia.

BASES ANATÓMICAS PARA LA OSTEOTOMÍA PROXIMAL DE TIBIA. (Anatomic fundaments for proximal osteotomy of tibia). Ricardo G. Curci. Primera Cátedra de Anatomía. Facultad de Medicina, Universidad de Buenos Aires, Argentina.  

Se decidió estudiar la anatomía normal de la rodilla para visualizar los elementos anatómicos cercanos e interpuestos en las osteotomías proximales de tibia, que pueden ser dañados durante dicho procedimiento.

Se disecaron cuatro rodillas de sexo femenino conservadas en formol al 10%, realizándose osteotomías según técnica de Japas, Coventry y Chevrón.

1)   A nivel de la articulación tibio-fibular proximal encontramos estrecha relación entre los ramos colaterales del nervio fibular común y el nivel de la osteotomía en la tibia.

2)   A nivel de la osteotomía de la fíbula comprobamos la íntima relación entre el nervio fibular superficial, el nervio para el músculo extensor largo del hálux y los vasos fibulares con el hueso durante el procedimiento.

3)   A nivel de la fosa poplítea hallamos que el único elemento de interposición entre la cortical y el paquete vasculonervioso era el músculo poplíteo, cuyo espesor es de 4 mm.

La osteotomía de la tibia debe realizarse con la rodilla en flexión de 40 a 60 grados, posición en que se produce el máximo alejamiento de la arteria poplítea.

La osteotomía de la fíbula debe hacerse a nivel de la unión del tercio proximal con el tercio medio, sitio en donde el nervio fibular superficial se aleja del hueso.

La liberación extensa de la celda antero lateral trae aparejado un alto riesgo de lesión del nervio fibular común, ramo articular tibio-fibular proximal y nervio para el músculo extensor largo del hálux.

PALABRAS CLAVE: 1. Osteotomía; 2. Tibia.

BOLSAS FARINGEAS EN EL Lagostomus maximus maximus (Vizcacha). ESTUDIO ANATÓMICO. (Anatomical study of Faringeal pouch in Lagostomus maximus maximus (vizcacha)). Cambiaggi, Vanina; Galleri, María D. & Zuccolilli, Gustavo. Instituto de Anatomía. Facultad de Ciencias Veterinarias. U.N.L.P., Argentina.  

En diferentes animales se han descripto distintos tipos de divertículos asociados a la faringe. En el equino y otras especies se observan unas dilataciones de las tubas auditivas (bolsas guturales), por otro lado en algunos primates existen sacos faríngeos como estructuras relacionadas con la fonación. El presente trabajo describe y compara una formación anatómica observada en vizcachas, que posee una localización y aspecto similar a la del divertículo de la tuba auditiva del equino.

En este estudio se utilizaron tres ejemplares machos adultos de Lagostomus maximus. Uno de ellos fue disecado en fresco, a partir de una incisión en la línea media ventral del cuello. Los otros dos ejemplares fueron fijados con una solución de paraformaldehido y las bolsas serosas se inyectaron con poliuretano expandido; en uno de los ejemplares vía agujero faríngeo luego de seccionarse la cabeza por el plano mediano; y en el otro, con la cabeza completa, a través de la pared del saco. Luego de la inyección, las bolsas se disecaron y tiñeron con acrílico rojo para diferenciarlas con claridad del resto de las estructuras vecinas.

La disección permitió observar que en el plano profundo de la región ventral del cuello, relacionadas con la superficie ventral de la tráquea, aparecían dos estructuras de aspecto seroso, transparentes, muy vascularizadas y sin contenido aparente. Estos sacos independientes, se extendían profundos a los músculos ventrales del cuello hasta la entrada del tórax. El origen faríngeo de estas bolsas mostró una abertura independiente a la desembocadura de la tuba auditiva (ostio faríngeo de la tuba auditiva).

Este trabajo ofrece claras evidencias que la vizcacha posee unas dilataciones faríngeas, hasta el momento no descriptas en ninguna otra especie de roedores. Aún permanece sin resolución la función que pueden tener estos divertículos, sin embargo no descartamos homologarlos funcionalmente a los sacos faríngeos de algunos primates como el Carayá que están relacionados con la fonación.  

PALABRAS CLAVE: 1. Vizcacha; 2. Lagostomus; 3. Bolsa faríngea; 4. Faringe.

BOLSAS SINOVIALES SUBTENDINOSAS DE LA REGIÓN DE LA ARTICULACIÓN HUMERAL DE LA LLAMA (Lama glama). (Synovial subtendinous burae of the shoulder of the llama (Lama glama). Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P. & Vadés, V. Área de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se decriben las sinoviales que se presentan como anexos musculares en la región de la articulación humeral (región del hombro) de la llama.

Se realizó la disección sistemática, según la técnica clásica de la región de la articulación humeral de 10 llamas, cinco machos y cinco hembras. La sinoviales, individualizadas en trabajos previos, fueron inyectadas con gelatina coloreada antes de disecar la región del hombro.

Se observó la presencia de una sinovial que acompaña al tendón de origen del m. coracobraquial (baina sinovial del músculo coracobraquial) y otra que permite el deslizamiento del tendón de origen del m. bíceps braquial (bolsa sinovial intertubercular) en el surco intertubercular del húmero.

Como conclusión se observó que en la región de la articulación humeral de la llama se presentan bolsas sinoviales como anexos de músculos que relacionan con la articulación humeral.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Sinovial; Camélidos.

Subsidio de la U.B.A. Código V/0039- Estudio morfológico funcional de la llama (Lama glama) transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables.

BÚSQUEDA DE PERFILES DE EVALUACIÓN EN AUXILIARES DOCENTES. (Seeking for the profile of an academic assistance). Pistan, G.; Cesaretti,G.; De Antón, Y.;Tesei, M. & Madeo, S. 2da. Cátedra de Anatomía, Cátedra de Anatomía para Licenciatura en Nutrición, Facultad de Medicina, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

El objetivo fue categorizarlos según el puntaje adjudicado en evaluaciones orales. Auxiliares docentes de Anatomía para Nutrición, que hallan tomado 10 exámenes al menos y participado en los 3 parciales. Se toma como parámetro los resultados del examen teórico, estructurado con 50 preguntas de elección múltiple. El instrumento es de dificultad media y discrimina bien. Para el trabajo práctico se utilizan planillas de preguntas elaboradas por el personal docente clasificadas según  complejidad. Planilla  para datos, preguntas  y nota del oral.

Alumnos: De Anatomía para  Nutrición en el ciclo lectivo 2000. Auxiliares docentes de la cátedra: Quienes no conocen la nota del  teórico, al momento del oral. Para los parciales se utilizaron: una planilla de preguntas, preguntas de un pool previamente elaborado, y  preguntas libres. Se relaciona al auxiliar docente con la frecuencia de notas que adjudica, y éstas se cotejan con la nota del teórico. Las notas  se ubican  en una dispersión en  desvíos standard según clasificación pre-establecida. Se observó poca incidencia de auxiliares docentes con coincidencias, poca incidencia de auxiliares docentes  ubicados  en desvíos  4 y 5, y que la mayoría de los auxiliares docentes se ubicaron entre los desvíos  1 y 3. Se  concluye que influyen factores en el auxiliar docente y en el alumno,  se sugiere: Tomar los exámenes prácticos con dos auxiliares docentes, teniendo en cuenta sus características  para formar parejas de evaluadores con  criterio  uniforme. Utilizar  factor de corrección numérico dinámico para el auxiliar docente.  

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomia; 2. Docencia; 3. Evaluacion.

CAMBIOS HISTOLÓGICOS ESTACIONALES EN OVARIOS DE PERDIZ COMÚN (Nothura maculosa) Y SU RELACIÓN CON LA POBLACIÓN DE GONADOTROPAS. (Seasonal histologycal changes in ovaries of Nothura maculosa related to gonadotrope population). Juan M. rosa; Juan Claver; M. Cristina Soñez & Irene von Lawzewitsch. Área de Histología y Embriología, Facultad de Ciencias Veterinarias, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Nothura maculosa, ave de caza autóctona de Argentina, presenta marcada estacionalidad reproductiva. El objetivo del presente trabajo es describir los cambios histológicos estacionales del ovario de esta especie en relación con las variaciones en las poblaciones de gonadotropas (GTHs). Se obtuvieron muestras mensuales de ovarios y pituitarias de ejemplares adultos durante cuatro ciclos anuales, que fueron fijadas en Bouin, medidas y pesadas posfijación, y procesadas convencionalmente para M. O. Los ovarios fueron coloreados con H/E, P.A.S. y Tricrómico de Goldner-Masson. En cortes de adenohipófisis se aplicó inmunocitoquímica simple y doble (Sistema ABC, vector Lab.), empleando anticuerpos heterólogos anti-FSH y anti LH, omitiéndose la primera incubación en los controles negativos. Las muestras se analizaron en periodos trimestrales (P): P1: marzo-abril-mayo (etapa de reposo), P2:junio-julio-agosto (etapa evolutiva), P3:septiembre-octubre-noviembre (etapa reproductiva), P4 diciembre-enero-febrero (etapa involutiva). Los ovarios mostraron marcadas diferencias entre los periodos. P1 presentó escaso desarrollo folicular, P2 se caracterizó por la presencia de folículos en crecimiento con indicios de vetilogénesis, P3 fue el de máximo desarrollo folicular y P4 el de mayor variabilidad. La atresia evolutiva se observó en todos los periodos, mientras que la atresia explosiva y los folículos postovulatorios caracterizaron a P3 y P4. En la adenohipofisis durante P1 y P2 predominaron las GTHs conteniendo escasos gránulos LH y FSH ir. En P3 y P4 las GTHs con sólo gránulos Lh ir predominaban en la zona intermedia y el lóbulo caudal sobre las que contenían ambos tipos de gránulos, siendo los LH ir escasos respecto a los FSH ir. Se concluye que la máxima actividad ovárica observada durante P3 fue correlativa con la carga de granulaciones FSH ir respecto de la LH ir en las poblaciones de THs, mostrando variaciones durante P4 y disminuyendo gradualmente en P1 y P2.

PALABRAS CLAVE: 1. Gonadotropas; 2. Nothura maculosa; 3. Ovario; 4. Hipófisis; 5. Reproducción.

Financiamiento: Universidad de Buenos Aires UBACYT - TV 40.

CANAL DEL CARPO DE LA LLAMA (Lama glama). Carpal canal of the llama (Lama glama). Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P.; Valdés, V. & J. M. Galotta. Área de Anatomía. Facultad de Ciencias Veterinarias. Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se describen los elementos anatómicos que forman las paredes del canal del carpo en la llama; y su relación con las estructuras tendinosas, sinoviales, vasculares y nerviosas de la superficie palmar del carpo de la llama.

Se realizó la disección sistemática, con técnicas convencionales de trabajo, de los miembros torácicos de 8 llamas de ambos sexos, y de distintas edades. Además, se efectuaron cortes transversales de la región en dos miembros y se inyectaron las sinoviales en otros dos miembros torácicos; abarcando este estudio un total de 10 animales, cinco hembras y cinco machos.

El canal del carpo está formado por tres paredes:

- pared dorsal: por el ligamento palmar del carpo.
- pared lateral: por el hueso accesorio del carpo y sus ligamentos.
- pared palmo-medial: por el retináculo flexor.

El canal del carpo contiene al tendón del músculo flexor digital profundo, a la sinovial de tipo vaginal que lo envuelve [vaina carpiana], a la arteria mediana y el nervio mediano que se ubican medial al tendón. En el espesor del retináculo viajan también estructuras importantes: el tendón del músculo flexor digital superficial,  la vena mediana y el nervio ulnar.

Como conclusiones se observó que en la llama el canal del carpo y su contenido se presenta en forma semejante a otros animales domésticos y que, al igual que en ellos, es un importante punto de referencia para la localización de los elementos vasculares y nerviosos de la superficie palmar del carpo.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. Carpo; 4. Sinovial.

Financiamiento: Subsidio de la U.B.A. Código V/0039 - "Estudio morfológico regional de la llama (Lama glama) transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables."

CARACTERISTICAS DE LOS AYUDANTES DE ANATOMÍA PARA LA LICENCIATURA EN NUTRICIÓN. (The academic assistance in the unit of Anatomy of the college of food sciences and human nutrition). Pistan, G.; Madeo, S.; Giordano, M. F.; Cesaretti,G.; De Antón & Tesei, M. Cátedra de Anatomía, Licenciatura en Nutrición, Facultad de Medicina, Universidad de Buenos Aires,  Argentina.

El objetivo fue analizar las características de los auxiliares docentes desde su incorporación a la cátedra hasta la actualidad.

La población en estudio a los 79 ayudantes egresados de las escuelas 1995 a 2001, durante el período que permanecieron como personal de la cátedra. Se tiene en cuenta datos personales, la carrera a la que pertenecen, su rendimiento académico, antecedentes, asistencia, colaboraciones, evaluaciones de sus jefes de turno y las encuestas hechas a los alumnos sobre su desempeño.

Los datos personales, rendimiento académico y antecedentes se engloban en un perfil común a la mayor parte de los auxiliares. Respecto de los otros ítems, si bien existe mayor dispersión de notas, dan resultados positivos.

La recopilación de las características de los auxiliares y la elaboración de un perfil son de utilidad ya que permite cuantificar en alguna medida lo que se puede esperar de cada uno, la necesidad de motivación, encauzamiento, la detección temprana de problemas, etc.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Docencia Universitaria; 3. Ayudantes alumnos. 4. Nutrición.

CARACTERÍSTICAS MORFOMÉTRICAS DE LA PARTE PROXIMAL Y DISTAL DE LA DIÁFISIS DEL METACARPIANO III EN POTRILLOS. (Morohometric features of the proximal and distal parts of the diaphysis of the third metacarpus III in small horses). Moine, Rosana; Rivera, María del Carmen & Vivas, Adriana. Cátedra de Anatomía Veterinaria, Facultad de Agronomía y Veterinaria, UNRC, Argentina.

El desarrollo de un soporte óseo adecuado está entre los requerimientos más importantes de un potencial de raza para los caballos de trabajo y de deporte. El hueso es un tejido dinámico y sus cambios se continúan durante toda la vida para mantener su propia fuerza y adaptarse a las fuerzas externas. Esto involucra una continua y coordinada actividad de construcción y destrucción. Las propiedades geométricas además son afectadas por distintos factores que influyen: la edad, el sexo, la especie, el origen del hueso, ejercicios y contenido de minerales. Estas propiedades influyen sobre la habilidad del metacarpiano III para resistir el peso. El objetivo del presente trabajo fue analizar las medidas geométricas del metacarpiano III comparando la parte proximal y distal de la diáfisis.

Se trabajó con los huesos metacarpiano III, provenientes de 30 potrillos mestizos-criollos menores de dos años (19-24 meses). Los animales fueron pesados previos al sacrificio. Extraído los huesos se los evaluó geométricamente: diámetro transversal y dorso-palmar, en la parte proximal y distal de la diáfisis, en donde se midió el espesor de sus paredes y el área cortical.

En la parte proximal y distal de la diáfisis se obtuvieron las siguientes medidas: área total: 7,40 y 8,92 cm2. Área cortical: 5,51 y 3,47 cm2. Área medular: 1,88 y 5,45 cm2. El cuadrante de mayor espesor fue el dorsal: 1,06 y 0,63 cm en la parte proximal y distal de la diáfisis. Se concluye que se producen variaciones de la corteza tanto en la parte proximal como distal de la diáfisis en los dos primeros años de vida.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Metacarpiano; 3. Potrillo; 4. Diáfisis; 5. Morfometría.

Financiamiento: Secretaría de Ciencia y Técnica. UNRC.

CARACTERIZACIÓN HISTOLÓGICA DEL TESTÍCULO DE Auliscomys boliviensis: MODELO LIBRE DE CONTAMINACIÓN IATROGÉNICA. Rodríguez, H.; Silva, H.; Tamayo, C.; Cabello, G.& Espinoza, O. Programa de Morfología, facultad de Medicina, Universidad de Chile. facultad de Ciencias Biológicas UTA, Chile Email: hrodrigu@machi.med.uchile.cl

La espermatogénesis normal es esencial para la conservación de una especie, por ello es importante analizar la histología testicular de Auliscomys boliviensis, roedor altiplánico libre de contaminantes humanos. Los testículos de 4 ratones fueron fijados, seccionados y teñidos con las tinciones de H.E. y Arteta. Se identificó y cuantificó la celularidad de 400 túbulos seminíferos, midiéndose diámetro tubular y altura epitelial.

En los resultados, las células de Sertoli, piramidales, se ubicaban en compartimiento basal y a veces luminal, con el eje mayor del núcleo perpendicular a la lámina basal; y un promedio de 9,16 células por túbulo. Se identificaron espermatogonios A,iIntermedias y B, todas basales; sus características siguen lo descrito en roedores; su frecuencia es 1,62; 2,75 y 4,31 células por túbulo, respectivamente. Los paquitenos alcanzan a 46,41 células por túbulo; Las sspermátidas redondas,pequeñas y numerosas (93,91 en promedio, por túbulo); y elongadas (59,92 células en promedio por túbulo). Un 10% de los túbulos presenta espermatozoides libres en el lumen. Los túbulos seminíferos presentan contornos regulares, una lámina basal definida y un epitelio estratificado. El diámetro tubular y la altura epitelial, alcanzan en promedio 160 y 60µm, respectivamente.

En conjunto, estas variables, determinan que la línea germinal experimenta una proliferación celular normal, sin alteraciones evidentes.

PALABRAS CLAVE: 1. Espermatogénesis; 2. Auliscomis boliviensis; 3. Reproducción; 4. Ratón.

CÁTEDRA DE  ANATOMÍA PARA LA LICENCIATURA EN NUTRICIÓN. (Unit of Anatomy for college of food science and Human Nutrition). Pistán G. E.,  Madeo S. D.;  Giordano M. F.; Gorka, A. Z.; Nocetti, C. & Casso, N. A. Cátedra de Anatomía para Licenciatura en Nutrición. 2da. Cátedra de Anatomía, Facultad  de Medicina, UBA, Argentina.

El objetivo del trabajo fue mostrar la formación y evolución de la cátedra de anatomía para la licenciatura en nutrición. Se consideran: el dictado del curso regular, la evaluación del desempeño, la escuela de ayudantes y el área de investigación.

Respecto del curso regular se enuncian las características  del contenido temático, la formulación de objetivos, cronograma, selección de experiencias de aprendizaje, recursos físicos, recursos humanos y evaluaciones. Respecto de la evaluación del desempeño se mencionan las diferentes fuentes de información. Se describe la estructura de la escuela de ayudantes y los objetivos del grupo de investigación.

A lo largo de los años, como resultado de nuestras observaciones y del análisis de la evaluación del desempeño han cambiado los contenidos, los objetivos, la carga horaria, las experiencias de aprendizaje, los recursos y la evaluación.

La manera de resolver las necesidades de un grupo particular es desarrollar una estructura específica para ese fin. Una cátedra pequeña tiene canales más ágiles y acciones rápidas. El funcionamiento inicial requiere de docentes "prestados". Funcionar dentro de otra cátedra es una limitación.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Enseñanza-Aprendizaje; 3. Nutrición.

COLGAJO DE MÚSCULO POPLÍTEO. PEDÍCULOS VASCULARES Y NERVIOSOS.(Poplíteo muscle flap.Vascular and inervation pedicles). Lagraña,  R.; Terraes, R.; Montiel, M.; Montenegro, S. & Romero, E. Cátedra II de Anatomía Humana: Prof. Dr. A. Terraes - Facultad de Medicina - U.N.N.E. Sargento Cabral 2.001 - C. P. (W 3402 BKE). Corrientes Argentina. Tel-fax: 054-03783- 43 4383. E-mail: raullagrania@latinmail.com  

El músculo poplíteo ubicado profundamente en la región poplítea o región posterior de la rodilla en general no se utiliza para realizar colgajos, debido : a) dificultad para la obtención de un colgajo muscular con vascularización e inervación y b) pobres conocimientos  de sus pedículos. El objetivo fue sistematizar una técnica para la obtención de este colgajo. Ubicación de los pedículos vasculares y nerviosos del músculo poplíteo.

Se utilizaron  un total de 25 piezas cadavéricas inyectadas con látex natural coloreadas y luego fueron formolizadas (15 piezas de adultos provenientes de amputaciones supracondíleas y 10 miembros de fetos a término). La disección se realizó con la ayuda de magnificación óptica, utilizando dos incisiones siguiendo el eje del  miembro inferior, una medial (desinserción inferior y ligadura de pedículos accesorios) y otra lateral (obtención de pedículo principal y desinserción superior).

Fue factible en todos los casos obtener el colgajo muscular. El pedículo principal está constituido por la arteria genicular inferior lateral (rama de la arteria poplítea) y 2 venas satélites (aferentes de la vena poplítea), la inervación proveniente del nervio poplíteo rama del nervio tibial (aborda el músculo separado de arteria y venas). Los pedículos accesorios: arteria genicular inferior medial, recurrente tibial posterior, acompañadas por venas satélites, son los más frecuentes.

Este colgajo muscular puede ser utilizado en cirugía reconstructiva de cualquier parte del cuerpo y debido a la existencia de un tendón superior intracapsular, sería importante estudiar la factibilidad de uso en cirugías de rodillas.

PALABRAS CLAVE: 1. Colgajo muscular; 2. Músculo poplíteo 3.Vascularización; 4. Inervación; 5. Miembro inferior.

CONOCER  PARA INTERVENIR: LAS ESTRATEGIAS DE APRENDIZAJE DE LOS ALUMNOS INGRESANTES. (Knowing how to act: Learning strategies for freshman students). León, Norma. & Martínez, Domingo. Cátedra de Anatomía Humana. Universidad Nacional del Sur. Argentina. Estomba 325, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina.

Todo proyecto docente de articulación teoría-práctica en el aula universitaria impone necesariamente una mirada de anticipación, diagnóstica y reflexiva sobre los alumnos, que como sujetos históricos provienen de grupos sociales diferentes, con distinta formación básica e intereses no siempre, totalmente definidos. El objetivo fue conocer  las estrategias de aprendizajes que tienen los alumnos ingresantes al curso.

Se realizó un cuestionario que contestaron voluntariamente 278 alumnos de la Carrera de Farmacia que ingresaban al curso del año 2000 de Anatomía Humana en la UNS. Con un total de 40 preguntas se indagó aspectos referidos a la motivación, las habilidades, las destrezas y las ansiedades que los alumnos reconocían en sus aprendizajes.

Se obtuvo información acerca de la implicancia de los alumnos con el propio aprendizaje, de la relación con quien le enseña y de los supuestos que subyacen al momento de ser evaluados.

Creemos que el conocimiento previo sobre las estrategias de aprendizaje de los alumnos permite la realimentación informativa del docente, la contextualización de la enseñanza y eficaces intervenciones en el aula.

PALABRAS CLAVE: 1. Estrategias de aprendizaje; 2. Alumnos Ingresantes; 3. Pedagogía.

CONSIDERACIONES ANÁTOMO-QUIRÚRGICAS DEL COLGAJO MÚSCULO ABDUCTOR DEL HÁLUX. (Anatomist surgical consideration about fleshy tissues.Abductor hallucis muscle). Colombo, Silvana; Schmitt B., Gustavo A.; Dantur, Mirna M.; Krawczuk, Vanesa C. & Sosa E. Daniel A. Universidad Nacional del Nordeste, Argentina.  

Este trabajo forma parte de un plan de estudios integral del pie. Sus objetivos son realizar un estudio detallado del músculo abductor del hállux a fin de su utilización como colgajo muscular a pedículo proximal en las cirugías reparadoras de las lesiones del maléolo medial.  

Se usaron piezas cadavéricas adultas de ambos sexos y amputaciones quirúrgicas disecadas y coloración con la técnicas convencionales. Se documentó gráficamente el material empírico y las variables halladas.  

El músculo abductor del hálux es el más superficial de la región plantar medial y en cirugía reparadora se lo utilizó como colgajo muscular para cubrir defectos menores del maléolo medial. La vascularización está dada por cuatro a seis pedículos dispuestos escalonadamente: a) tres a cuatro de la arteria plantar medial, b) uno a dos ramas tarsales de la arteria dorsal del pie y c) una rama inconstante de la arteria colateral medial del hálux. Todos los pedículos ingresan a la cara medial del músculo. Los dos primeros pedículos que entran en su tercio proximal son considerados como dominantes, mientras los restantes son secundarios (son los que se seccionan).

Con uno de los pedículos vasculares dominantes entra un ramo del nervio plantar medial, constituyendo el paquete vasculonervioso del colgajo. La arteria plantar medial, principal fuente de los pedículos de este colgajo, corre por el borde lateral del músculo, pero su porción proximal esta oculta por el mismo.

Creemos que el presente trabajo significa un aporte para una compresión detallada de la vascularización del mencionado colgajo y como referencia bibliográfica para la cirugía de la región.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Cirugía; 3. Colgajo; 4. Músculo abductor del hálux.

CONSIDERACIONES ANÁTOMO-QUIRÚRGICAS SOBRE EL CIEGO Y EL APÉNDICE VERMIFORME EN CIRUGÍA  VIDEOLAPAROSCÓPICA. (Anatomical and surgical consideratios of the cecal and the vermiformis appendix in videolaparoscopic surgery). Binetti J.; Prat G.; Schlain S.; Fontana A.; Marquez S. & Costi D. Cátedra "C" Anatomía  Facultad de Ciencias Médica, Buenos Aires, Argentina.

El objetivo del presente trabajo es demostrar la importancia del conocimiento anatómico normal, y de las variaciones más frecuentes en las posiciones del ciego y sus relaciones con el epéndice vermiforme, con relación a la cirugía videolaparoscópica. Adquiere gran importancia en la cirugía videolaparoscópica el conocimiento anatómico del ciego y el apéndice, dado que los ángulos visuales son distintos a los de la cirugía convencional y según la ubicación de estos órganos será la disposición que lleven el resto de los trócares.

Este estudio se realizó sobre 83 videolaparoscopías realizadas en pacientes de ambos sexos(44 masculinos y 39 femeninos) con un rango de edad que iba de los 15-72 años. Se utilizó también instrumental de videolaparoscopía.

En cuanto a la posición del ciego se puede decir que: se halló en fosa ilíaca derecha en el 66% de los casos. En el flanco derecho 23%; posición pelviana 10% y subhepática 1%. Con respecto al apéndice vermiforme: 47% posición descendente medial; 11% descendente lateral; 7% posición medial transversal; 18% retrocecocolónica y 17% ascendente preileal.

Sobre la base de todo lo visto y analizado podemos concluir que es necesario conocer tanto las posiciones más frecuentes como las variaciones morfológicas que se dan en el desarrollo del tubo digestivo. Estas posiciones más frecuentes de las que hablamos son para nosotros: el ciego en la fosa ilíaca derecha y el apéndice vermiforme en posición descendente medial. También podemos decir que por el alto porcentaje de variaciones, sobre todo las del apéndice vermiforme en posición retrocecal, la videolaparoscopía constituye un método de gran valor ya que permite una mejor visión de esa región.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ciego; 3. Apéndice vermiforme; 4. Videolaparascopía.

CONSTITUCIÓN DEL PLEXO LUMBAR: ESTUDIO EN FETOS. VARIEDADES. (Constitution of the lumbar plexus: study in fetuses varieties). Buchholz, Bruno; Contreras Alderete, Sebastián H. D.;  Gonzales, Arnaldo M. A.; Gallovich, Juan M. & Terraes, Antonio R. Cátedra II Anatomía Humana -Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001  C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

El plexo lumbar está constituido por los ramos ventrales de los tres primeros nervios lumbares y la mayor parte del 4° nervio lumbar. Una parte de L 4  se une a  L 5 para formar el tronco lumbosacro. L 4 así subdividido  se denomina nervio furcal. El plexo puede estar constituido por 5 o 6 raíces. De acuerdo al número de raíces y de donde proviene recibe el nombre de plexo proximal, distal y de 6 raíces.

Se disecaron 15 fetos  de más de 22 semanas de gestación, formo-lizados al 10%, con instrumental microquirúrgico bajo magnificación óptica.

Se identificaron las características morfológicas de 20 plexos tipo clásico, 5 plexos proximales, 4 distales y un plexo con 6 raíces. Los plexos son bilateralmente simétricos en la mayoría de los casos. En cuanto a los ramos terminales se destaca: N. Obturador con 1,2,3 y 4 raíces. El N. ilioinguinal falta en la mayoría de los casos. Los nervios genitofemoral y cutáneo femoral lateral pueden estar divididos en sus dos ramos terminales desde su origen. Ocasionalmente el nervio genitofemoral está ubicado en todo su trayecto por detrás del músculo psoas mayor.

En su constitución y  ramos terminales, la forma clásica es más frecuente que las variantes. Estos resultados concuerdan con la bibliografía consultada, excepto el nervio ilioinguinal que según los textos clásicos existe en la mayoría de las veces.

PALABRAS CLAVE: 1 Anatomía; 2: Plexo lumbar. 3. Nervio furcal.

CONTAMINACIÓN POR HONGOS EN ANATOMÍA NORMAL. NUESTRA EXPERIENCIA. (Fungal contamination in Gross Anatomy laboratory. Our experience). Rodríguez A.* & Varela, C. ** Universidad de Los Andes, Santiago, Chile y Hospital Parroquial de San Bernardo, Chile.**

Es conocido que en aquellos centros de estudio de anatomía con cadáveres, es frecuente la contaminación por hongos, planteándose la duda si éstos provienen del exterior, aportados por medio ambiente más alumnos-empleados o docentes, o bien que las soluciones de conservación empleadas no son suficientemente activas para impedir el crecimiento de hongos, que eran portados por la persona antes de fallecer. Nuestro estudio de hongos en la Unidad de Anatomía abarcó la tipificación de cuatro casos de hongos descubiertos en cadáveres fijados y conservados con la solución que usamos para tal efecto y que tiene cloruro de benzalconio como fungicida; estudio de diversas dependencias del local que incluía estudio de placas por medio de cultivo (Saboureau) colocados en pieza frigorífica de conservación, pabellón de disección (dos), laboratorios (dos), y pieza contigua al ingreso al recinto. Se hizo control en tres ocasiones de tomas de muestras previas y posteriores al ingreso de alumnos a los sitios antes mencionados para verificar influencia como portadores.

Todos los cultivos positivos fueron tipificados y se observó además su desarrollo en medios que contuviesen la solución conservadora habitualmente empleada en los cadáveres, diversas concentraciones de formalina (semejando concentraciones logradas en tejido fijado), alcohol y ácido fénico.

Como resultado se tuvo crecimiento de hongos oportunistas no patógenos: Aspergillus sp., Penicillium sp., Mucor sp., Rhizomucor sp. y Rhodotorulla sp.; ninguno de ellos se desarrollaba en las soluciones conservadoras empleadas, la influencia por presencia de alumnos fue variable, teniéndose resultados no significativos en dos de las tres ocasiones en que se efectuaron los controles.

Se concluye que la contaminación por hongos es externa, dependiendo del aseo que se tenga en los recintos  empleados y las precauciones en el manejo del material por parte de los usuarios.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Conservación de cadáveres; 3. Contaminación; 4. Hongos.

CONTINUIDAD DE LA LÁMINA DUODENO-RETROMESO-CÓLICA DERECHA CON EL PERITONEO PRE Y RETRO-DUODENOPANCREÁTICO PRIMITIVO (Continuity of the right duodeno retromesocolic lamina with the primitive pre and retroduodenopancreatic peritoneum).Alfonso Roque Albanese. Cátedra de Anatomía, Fac. de Medicina, USAL, Fac. de Medicina de la Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Treitz (1853) describió la primera fascia de acolamiento, la denominada retroduodeno-pancreática. Según su interpretación, la serosa peritoneal se desliza de la víscera y del peritoneo parietal por crecimiento del intestino o de una víscera, es un desplegamiento.

Toldt (1879-1893), embriólogo, estudió el desplazamiento del intestino primitivo y vísceras anexas y su vascularización envueltas en serosa peritoneal que, entre el 3º y 5º mes, se fijaban al peritoneo parietal posterior, con desaparición de los mesotelios y fusión de los restos de ambas membranas enfrentadas. Fredet (1900), Descomps (1922) y Gutiérrez (1917, 1929) propagaron estos últimos conceptos.

En la década del 30, aprendimos con Enrique y Ricardo Finochietto la maniobra de Kocher (1903) y Wiart (1900) para la movilización del duodeno-páncreas en la gastrectomía y anastomosis gastroduodenal (Billroth I). Con frecuencia quedaba una torsión con estenosis duodenal por membranas conjuntivas. Ello nos llevó a investigar su causa en anfiteatro de anatomía. Así, en 1952, describimos la lámina duodeno mesentérica retromesocolónica derecha, que fue presentada en 1959 a la Sociedad de Anatomía Normal y Patológica. En las cuatro décadas transcurridas hemos seguido estudiando sus relaciones y extensión.

En el presente estudio analizaremos su origen como continuación del peritoneo primitivo pre y retroduodenal. Este último, al fusionarse con el peritoneo parietal posterior forma la fascia retroduodenopancreática (Treitz), aunque Treitz también describió las coalescencias ventrales del peritoneo preduodeno-pancreática.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Peritoneo. Duodeno; 4. Páncreas.

CUERPO CALLOSO:  RELACIÓN  DE LAS PORCIONES CON EDAD Y SEXO EN IMÁGENES DE RESONANCIA MAGNÉTICA. (Corpus callosum: relationship between its portions with age and sex on magnetic resonance imaging). Merlo Alicia; Albanese Alfonso; Miño Jorge; Gómez Elena; Mascitti Tomás; Ingratta Adriana & Albanese Eduardo. Facultades de Medicina, Universidad del Salvador y Universidad de Buenos Aires. Facultad  de Farmacia y Bioquímica, Universidad de Buenos Aires.Hospital Francés, Argentina.

Los estudios de la influencia de edad y sexo sobre las  dimensiones  del cuerpo calloso en imágenes de resonancia magnética no son concluyentes. El objetivo del estudio fue relacionar con la edad y el  sexo valores de superficie de porciones del cuerpo calloso en imágenes del plano sagital mediano de resonancia magnética.

En imágenes de resonancia magnética (mediano) del cuerpo calloso de 95 sujetos diestros de ambos sexos  (edad:15-82  años) se midieron mediante el programa Scion Image for Windows las superficies  del genu, anterior y posterior de la porción media y del esplenio. Se determinaron la media±ES de los valores de superficie por rangos de edades. Los  tests estadísticos utilizados son el análisis de varianza y coeficientes de correlación de Pearson entre  superficie y edad.

La media±ES  de la superficie del grupo femenino y masculino son respectivamente para el  genu 1.73±0.05 y 1.71±0.09 (p>0.05); la porción media anterior 1.67±0.04 y 2.01±0.08 (p<0.02) y posterior 1.60±0.04 y 1.78±0.05 (p<0.02) y el esplenio 1.83±0.05 y 1.62±0.09 (p<0.02). En ambos sexos los coeficientes de correlación entre la superficie de cada porción  y  edad son  negativos desde los 61 años.

El esplenio que es mayor en la mujer se compensa con la menor  superficie de su  porción media. Consecuentemente  la superficie total del cuerpo calloso no varía significativamente entre sexos. En ambos sexos las  partes del cuerpo calloso  disminuyen desde los 61 años.

PALABRAS CLAVE: 1. Cuerpo calloso; 2. Resonancia magnética; 3. Edad; 4. Sexo.

CREANDO REDES EN LA EDUCACIÓN. Simbrón, Alicia del Valle; Flores,Viviana Yolanda; Giambartolomei & Luis Augusto. Cátedra de Anatomía Humana "B", Facultad de Odontología y Cátedra de Pediatría, Facultad  de Medicina, Universidad Nacional de Córdoba, Argentina.

Los procesos de enseñanza- aprendizaje se enfrentan a una realidad dinámica y cambiante de transformación educativa, con influencia de nuevas tecnologías para acceder a la información y a la comunicación. Tales modificaciones se producen en todos los niveles educativos, incluyendo el universitario. La actualización del modelo de "abstracción creciente"(Cono de Experiencia de Dale), nos alienta a incorporar nuevos medios como el video, ordenador y a utilizar lenguajes hoy habituales en nuestro entorno ( lenguaje informático, metalenguaje, etc.).Proponemos desarrollar la actividad de enseñanza- aprendizaje, mediante un sistema interconectado de "redes de comunicación" que nos permita interactuar con profesionales docentes y alumnos de idéntica asignatura, pertenecientes a otras Universidades y centros de formación, como una manera de complemento científico pedagógico de las actividades teóricas y prácticas habituales.

Objetivos:

1. Enriquecer la construcción de los conocimientos, potenciando el desarrollo de múltiples vías de aprendizaje, a partir de nuevas estrategias de capacitación.
2. Crear un espacio de comunicación satelital que permita ubicar a determinados contenidos de capacitación, como actividad educativa complementaria.
3. Interactuar con otros centros de formación universitaria de similar asignatura a fin de enriquecer el aprendizaje.
4. Aplicación de recursos tecnológicos de avanzada que posibiliten el procesamiento de la información.
5. Contribuir a la formación de pregrado y post-grado, con adquisición de conocimientos habilidades y aptitudes necesarias para el futuro desempeño profesional.
6. Generar la actualización teórico, práctica, metodológica y bibliográfica sistematizada, sobre diferentes contenidos, a través de la participación de las distintas unidades académicas de nuestro país y del extranjero, en trabajo simultáneo y colaborativo.

Estrategia Metodológica:Se definirán criterios normativos- prescriptivos de selección de contenidos, con el propósito de cumplir las funciones y objetivos perseguidos, elaborados conjuntamente con las otras unidades académicas participantes. Se propone la utilización de sala para teleconferencias adecuada y sistematizada para grupos limitados de alumnos, los que presenciarán actividades teórico- prácticas  desde otros lugares, con participación activa. Implementación de nuevos modelos de evaluación que permitan a los educandos realizar un análisis crítico y reflexivo de los conocimientos adquiridos, contemplando no sólo la asimilación de contenidos, sino la resolución de problemas relacionados con cada unidad, como también la valoración de aptitudes personales de desempeño en cada actividad (participación, búsqueda bibliográfica, recursos aportados, etc).

En la enseñanza universitaria consideramos necesario abarcar todos los niveles de experiencia, brindando los medios tecnológicos para alcanzar la formación integral de nuestros alumnos, acorde a una realidad cada vez más globalizada y exigente en cuanto a la calidad.

PALABRAS CLAVE: 1. Transformación educativa; 2. Interacción universitaria; 3. Nuevas tecnologías; 4. Sistemas de Comunicación.

DATOS MORFOMÉTRICOS DE GENITALES DE HEMBRAS BOVINAS PARA CARNE  RECOLECTADOS EN FRIGORÍFICOS REGIONALES. (Morphometrical data from female beef bovine genitals collected at regional slaughterhousess). Garcia, C. E.1; Almeida, G. P.1; Biondani, C.A.1 & Campero, C. M.2 Unidad Integrada FCA-INTA Balcarce. 1Cátedra de Fisiología Animal, FCA (UNMdP); 2Patología Veterinaria, INTA Balcarce, Argentina.

La producción de terneros anual en nuestro país, oscila entre los once y doce millones de cabezas. La creciente demanda para faena  temprana de terneras para carne (ternera bolita), implica una menor cantidad de hembras disponibles para la reposición. Las caracaterísticas anatómicas de los genitales de las hembras para carne faenadas en nuestro país no están claramente establecidas. Por ello en el presente trabajo se procesaron los datos morfométricos de los órganos genitales de 191 hembras bovinas para carne obtenidos  en dos frigoríficos regionales de Balcarce y Tandil.

Las categorías etarias de las hembras Bos taurus faenadas fluctuaron entre terneras y vaquillonas (£ 2 años) y vacas adultas (³ 3 años). Las razas predominantes fueron Aberdeen Angus, Hereford y sus cruzas.

Se disecaron los genitales bovinos extraidos durante la faena, de 170 hembras vacías y 21 hembras preñadas. Se midió el largo de la vagina, la longitud interior del cérvix y el cuerpo del útero. Los cuernos uterinos no fueron considerados en el presente trabajo. Se pesaron los ovarios.

Para el análisis de los datos se utilizó el progranma SAS para datos paramétricos. Se consideraron las dos categorías de edad de las hembras y su estado gestacional.

Tabla 1: Medidas de genitales de hembras bovinas no preñadas y preñadas

0000000000000000000000000000000000Hembras no preñadas.

Órganos (n). £ 2 años ³ 3 años
  n x (cm) n x (cm)
Vagina (cm) 126 17.9 a 39 21.5 b0
Cérvix (cm) 106 5.8 a 37 8.7 b
Cuerpo del útero (cm) 105 1.9 a 37 2.4 b
Peso del ovario* I 70 5.5 a 38 5.3 a

(g)          D

56 5.3 a 40 6.7 b

0000000000000000000000000000000000Hembras preñadas

Órganos (n). £ 2 años ³ 3 años
  n x (cm) n x (cm)
Vagina (cm) 11 22.2 a 9 24.1 a0
Cérvix (cm) 5 8.1 a 8 10.5 b
Cuerpo del útero (cm) 4 4.3 a 7 4.8 a
Peso del ovario* I 19 4.0 a 5.7 5.7a

(g)          D

20 5.4 a 5.4 6.3a

n= número de animales;  = medias míminas cuadráticas; letras supraescritas diferentes en la misma línea = diferencias estadísticamente significativas al p<0.06 %; *I: izquierdo, D: derecho.

Las diferencias significativas observadas entre los diferentes segmentos del tracto genital de las hembras "vacías", en los dos grupos etarios, es coincidente con lo citado por la bibliografía, y esperable por el desarrollo del animal.

El mayor desarrollo de los ovarios derechos podría deberse a una asociación fisiológica considerando el predominio del rumen en el lado izquierdo de la cavidad abdominal. Existen referencias bibliográficas al respecto García, 1993 y Mc Donald, 1978).

Las diferencias del tamaño del cérvix en las hembras preñadas ³ 3 años, podía ser un efecto de las preñeces previas. Mayores trabajos son necesarios para una correcta determinación de los valores morfométricos aquí obtenidos.

DESAROLLO Y EVALUACIÓN DE PROGRAMAS COMPUTA-CIONALES PARA LA ENSEÑANZA DE ANATOMÍA EN LA FACULTAD DE MEDICINA DE LA PONTIFICIA UNIVERSIDAD CATÓLICA DE CHILE. (Development and evaluation of computer programs to teach Anatomy at the Faculty of Medecine, Pontificia Universidad Católica de Chile). O. Inzunza & H. Bravo. Departamento de Anatomía, Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile.

Desde el año 1994 nos hemos involucrado en el desarrollo y aplicación de módulos computacionales docentes para los cursos de Anatomía, colocando a disposición de nuestros alumnos una serie de páginas web con temas de Anatomía y Embriología para las carreras de Medicina, Enfermería-Obstetricia y Química y Farmacia.

En este trabajo analizamos el impacto que esta tecnología tiene sobre el aprendizaje teórico y práctico de temas morfológicos y la opinión que los alumnos tienen sobre estas herramientas multimediales. Para ello utilizamos análisis estadístico comparativo y encuestas de opinión.

Utilizando estos instrumentos de evaluación hemos determinado que:

1º El uso de nuestros software educativos mejora el rendimiento teórico y práctico de los alumnos.

2º Estos software educativos son bien evaluados en la forma y en el fondo por los estudiantes.

3º Estos medios son complementarios y no reemplazan a otros apoyos docentes como libros y pasos prácticos.

4º La introducción de fotografías, de preparaciones anatómicas, animadas con el sofware Flash, mejora significativamente el conocimiento práctico de los alumnos.

5º Estos elementos representan un excelente apoyo para las actividades prácticas de los cursos de morfología.

PALABRAS CLAVE: 1. Docencia; 2. Anatomía; 3. Páginas web.

Financiamiento: Fondo de Desarrollo de la Docencia, Pontificia Universidad Católica de Chile.

DESARROLLO Y UTILIZACIÓN DE UN SITIO WEB INTERACTIVO DE ANATOMÍA HUMANA PARA ALUMNOS DE LA UNIVERSIDAD CATÓLICA DE VALPARAÍSO, PARA MEJORAR LA CALIDAD DE LA DOCENCIA DENTRO Y FUERA DEL AULA. (Development and use of an interactive web site of human anatomy for students of Universidad Católica de Valparaíso, to inside improve the quality of teaching and outside the classroom). Atilio Aldo Almagià Flores & Claudio Rodrigo Maffet Carrasco. Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

Se vio la necesidad de incorporar una nueva herramienta tecnológica en la docencia anatómica de pregrado con la finalidad de mejorar el clima del proceso enseñanza. El desafío era abandonar paulatinamente el modelo de aprendizaje en un aula de cuatro paredes, hacia un proceso interactivo, lleno de nuevas opciones metodológicas, donde la pasividad estudiantil se convierta en un buscar por si mismo las respuestas, comienza a interactuar con el profesor en el aula y con el computador fuera del aula.

Elaboramos un sitio Web interactivo de Anatomía Humana y Morfofisiología con la finalidad de servir de apoyo en la estimulación, guía, refuerzo e integración de los conocimientos entregados en el aula y en la práctica aplicada a la disección, para su estudio fuera del aula. El diseño del sitio Web abarcó la recopilación de información, elaboración del texto, imágenes y autoevaluaciones. El sitio Web posee las unidades acompañadas por imágenes, anexos básicos como esquemas y cuadros resúmenes, autoevaluaciones para comprobar su nivel de aprendizaje, evaluaciones en línea, tutorial electrónico y un muro virtual para la discusión de temas específicos. Se observó gran aceptación y visitas por parte de los alumnos y una gran participación en las distintas secciones del sitio Web.

Podemos concluir que, al hacer un primer estudio comparativo, se puede afirmar que los alumnos elevaron su rendimiento académico e integraron y comprendieron de mejor forma las unidades temáticas y de aprendizaje. Siendo la disección un aspecto fundamental y primordial en el aprendizaje de la anatomía, el uso del computador y de la red es un excelente auxiliar en apoyar aquellos temas que, por un lado presentan alto grado de dificultad y por otro, suplen de alguna manera la carencia de ese material anatómico específico.

Si bien existen CDs de disección, programas de multimedia y bilbliografía el alumno no poseía una guía fuera del aula que reforzara sus conocimientos al ritmo de la asignatura - y a su propio ritmo de aprendizaje y que fuera elaborado por los profesores de la asignatura. Experiencias de esta naturaleza han resultado altamente efectivas para la motivación, readecuación y cambio de actitud positiva para el proceso de enseñanza y aprendizaje de la anatomía y de la morfofisiología.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Sitio Web.

Financiamiento: Fondo proyectos de Mejoramiento de la Calidad de la Docencia a través de la Incorporación de Innovaciones Pedagógicas. Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

DESLIZAMIENTO DEL ILEON EN HERNIA INGUINAL DERECHA. (Slinind of the ileum in right inguinal hernia). Alfonso Roque Albanese. Cátedras de Anatomía, Fac. de Medicina, USAL y UBA, Argentina.  

Desault (1785 ) denominó hernias sin saco a las hernias por deslizamiento. Scarpa (1809) llamó adherencias carnosas naturales a la fijación de las vísceras a la pared posterior del saco herniario. Cloquet (1817-1825) estudió la evolución del conducto peritoneo-vaginal, análisis que perfeccionó Guillemin (1852). Treitz ( 1857 ) describió el descenso de la gónada desde el cuerpo de Wolff acompañado por la serosa celomática, futuro peritoneo y la túnica vaginal en conjunto con un asa intestinal, ileo-ceco-apendículo-cólica en derecha y sigmoideo-rectal en izquierda, denominándolo complejo genito-entérico. Lo más común es el descenso y deslizamiento con la serosa, menos común con el colon. Lo más raro es con el ileon. Se describe un caso en pieza anatómica y otro caso operado por nosotros.

PALABRAS CLAVE: 1. Hernia  inguinal; 2. Deslizamiento del ileum; 3. Anatomía; 4. Cirugía. 

DETERMINACIÓN DE CALCIO Y FÓSFORO EN HUESO CORTICAL DE FÉMUR DE PERRO EN LA REGIÓN MEDIA DE LA DIÁFISIS. (Determination calcium and phosphorum in cortical bone of femoral middle daiphysis of the dog). Rivera, M. C.;  Ferraris, G.; Galan, A.; Natali,  J.; Moine R. & Gigena, M. S. Cátedra de Anatomía Veterinaria, Facultad de Agronomía y Veterinaria Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

El hueso fémur del perro  soporta esfuerzos fisiológicos tensionales por repetición. Ante ello los componentes laminares de los cuadrantes craneal y caudal de la diáfisis, responden de manera diferente en su organisación estructural. El objetivo del trabajo ha sido determinar las variaciones de calcio y fósforo que presentan los cuadrantes craneal y caudal en la región media de la diáfisis del hueso fémur del perro.

Se emplearon para esta investigación los huesos izquierdos de 6 perros mestizos (3 machos y 3 hembras) de diferentes pesos, con edades entre 4 y 6 años, y que no presentaban problemas aparentes en el aparato locomotor. Se extrajo de la parte media de la diáfisis, una muestra transversal al eje mayor del hueso, esta se microanalizó mediante microscopía electrónica, midiéndose la energía de entrega.

Los valores obtenidos fueron: cuadrante craneal 18863 ± 5515 y 15168 ± 4539 para Ca y P respectivamente, y en el cuadrante caudal 14664 ± 3911  y 11822 ± 3041 para Ca y P respectivamente.; en machos  14945 ± 5752 y 12090 ± 4395 para Ca y P respectivamente, y en hembras 18582 ± 3867 y 14900 ± 3504 para Ca y P respectivamente.

Las variaciones de Ca y P de ambos sexos y cuadrantes analizadas estadísticamente presentan diferencias significativas.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Fémur; 3. Perro; 4. Diáfisis;  5. Calcio; 6. Fósforo.

Financiamiento: Secretaría de Ciencia. y Técnica. UNRC. Director de proyecto: Wheeler J.

DETERMINACIÓN INMUNOHISTOQUIMICA DE SUSTANCIA P EN EL TRACTO INTESTINAL DE FETOS DE CABALLO. (Inmuno-histochemistry determination of substance P in the intestinal tract of horse foetus). Dauria, Pascual; Castagnino, Rosa; de la Cruz, Jorge; Sona, Liliana; Mac Loughlin, Viriginia & Navarro, Osvaldo.Histología. Depto. Anatomía Animal. Facultad de Agronomía y Veterinaria. Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

Las hormonas gastrointestinales son péptidos producidos por células endrócrinas de la mucosa gastrointestinal, funcionalmente asociadas con la secreción, movilidad y crecimiento del sistema digestivo. Han sido estudiadas en humanos y diversas especies animales silvestres y domésticas; detectándose ya en los períodos prenatales lo cual sugiere una importancia y rol específico de estas hormonas durante el desarrollo gastrointestinal.

El objetivo del presente trabajo preliminar es determinar la presencia de Sustancia P en fetos de caballo de diferentes edades. Se recolectaron muestras de duodeno, yeyuno-ileon y ciego de fetos entre 10 y 36 semanas de edad, las que fueron fijadas en formol tamponado al 10%. Para la detección de la Sustancia P se aplicó el método inmunohistoquímico, empleándose anticuerpo policlonal de conejo en una dilución 1/1000. Las reacciones subsiguientes involucraron al complejo avidina/biotina y peroxidasa (VECTASTAIN Elite ABC kit) y al kit Vector DAB como revelador.

En el duodeno de los ejemplares muestreados se detectaron células positivas a nivel del tejido epitelial y conectivo; mientras que en yeyuno-ileon dichas células se detectaron en los fetos de mayor edad. En el ciego la reacción fue negativa en todas las muestras.

Se concluye que la detección de sustancia P en fetos de caballo ocurre al menos a partir de las 10 semanas del desarrollo con una distribución variable en determinados órganos según la edad del individuo.  

PALABRAS CLAVE: 1. Sustancia P.; 2. Inmunohistoquímica; 3. Tracto intestinal; 4. Feto; 5. Caballo.

Subsidio: SECYT Universidad Nacional de Río Cuarto

DIFERENCIACIÓN  GONADAL DE HAMSTER DORADO  ESTUDIO  INMUNOHISTOQUÍMICO Y ESTRUCTURAL. (Gonadal development in golden hamter inmunohistochemical and ultrstructural study). Cury M.; Marchant R.; Velásquez A.; González L. & Tolosa J.  Fac. Ciencias Médicas, Universidad de Santiago, Chile.

La gónada  se desarrolla  en íntima  relación  con el riñón  intermedio  o mesonefros por lo cual  se ha  postulado  que este órgano  daría origen  a las células  somáticas  gonadales.  En estudios anteriores  hemos observado que el epitelio celómico participa activamente en el aporte de células al blastema gonadal en el hámster dorado. La aparición de macromoléculas  de la matriz  extracelular  son fundamentales  en el proceso   de formación  y organización  gonadal  tanto  en la  migración  de células  desde  el epitelio  celómico hacia  el blastema  gonadal  como  en la constitución  de los cordones sexuales.

En este trabajo  se estudió la aparición  y distribución  de macromoléculas  de membrana  basal  durante  el desarrollo  gonadal, mediante  técnicas  de inmunohistoquímica, con  el método  peroxidasa- antipiroxidasa.

La gónada se diferencia  tardiamente  respecto  a los órganos  vecinos,  por eso se usó  como  parámetro  de comparación  epitelios  de los órganos  adyacentes. Este estudio se acompaña  de las observaciones  de alguna  etapas  del desarrollo  gonadal  al MET. Asociaciones  gónada  mesonefros  de embriones  y  fetos se fijaron  en glutaraldehido 2% en buffer  fosfato,  se incluyeron  en Epon  812 y se siguó  el tratamiento  convencional  para MET.

Durante  el periodo  embrionario  10,5-11,5 ds  la gónada  presenta  aspecto  indeferenciado, y no  hay marcaje  de MB  subepitelial con antilaminina  y anti-colágeno  IV. Durante  el día  12,5  se comienza a visualizar  el marcaje  en algunas  zonas  basales  del epitelio  entre las células  del blastema  gonadal, se observa  una tinción  leve  y difusa  laminina durante  este día. En el día  13,5  se hace evidente  la presencia  de MB  alrededor de  los cordones  en organización, desapareciendo  la distribución  difusa  del día precedente. Al MET  se observó ausencia  de membrana  basal  bajo el epitelio,  lo que se corresponde  con la distribución  de laminina  y colágeno IV  observada.  Cambios conformacionales  de las células  epiteliales  con la emisión  de lamelipodios  que le permiten  tomar  contacto  con la matriz  extracelular  subyacente y pérdida  de  uniones  intercelulares  que le permitirán migrar.

PALABRAS CLAVE: 1. Diferenciación gonadal; 2. Hamster dorado; 3. Histoquímica; 4. MET.

DISECCIÓN (Dissection). Diana Perriard; Andrea Drajzibner & Andrea Prina. Cátedra de Anatomía - Escuela de Medicina - Instituto Universitario CEMIC. 2ª Cátedra de Anatomía - Facultad de Medicina, UBA, Argentina.

Se describe el desarrollo de la materia electiva Disección, que se propone a los alumnos que completaron el tercer año de la carrera.

Se plantean los objetivos, los contenidos y la metodología de trabajo. Los objetivos incluyen: 1) aplicar los conocimientos adquiridos; 2) identificar las estructuras anatómicas encontradas durante la disección y 3) desarrollar habilidades y destrezas útiles para la vida profesional futura. Los contenidos consisten en la disección de regiones anatómicas de interés clínico y/o quirúrgico. La metodología de trabajo comprende: 1) presentación de un caso motivador del aprendizaje; 2) discusión anatómica de la región a explorar; 3) descripción del instrumental, las vías de abordaje y los planos a reconocer y 4) disección a cargo de los estudiantes, guiados por los docentes.

Esta asignatura se desarrollará en cinco clases de cinco horas de duración, al finalizar el año lectivo. Cabe señalar que se organiza a solicitud de los alumnos, interesados en profundizar sus conocimientos a través de un trabajo de campo.

Por tratarse de un proyecto, no podemos extraer conclusiones, pero creemos en el éxito de este emprendimiento, ya que otra experiencia similar (Anatomía en imágenes), en la que participaron varios de los estudiantes dispuestos a inscribirse en ésta, demostró que la motivación y la actividad centrada en el alumno son fundamentales en toda estrategia educativa.

PALABRAS CLAVE.  1. Disección; 2. Anatomía; 3. Pedagogía.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL PIE: IRRIGACIÓN DEL TENDÓN CALCÁNEO. (Dissection & Description of foot: Irrigation of Calcaneus Tendon). Flores, César L.; Rohrer, Robinson A.; Amarilla, Abel R.; Sales, G. Mauricio; Galarza Andrés R. &. Bergotini, César. Cátedra I y II de Anatomía Humana. Facultad de Medicina Corrientes. UNNE, Argentina.

Este trabajo forma parte del proyecto de investigación del complejo articular del pie. El estudio de la irrigación del tendón calcáneo (de Aquiles) es esencial para entender el cuadro clínico. Tiene como objetivos la descripción de la irrigación del tendón calcáneo, además de la adquisición de experiencia en la técnica de disección vascular  y la preparación de material didáctico para las muestras en anfiteatro.

Se utilizaron piezas de origen cadavérico (4) y de amputaciones quirúrgicas (11), de individuos adultos de ambos sexos, inyectadas con látex natural, coloreado con fenilamina (anilina textil) y luego fijadas con formol al 10%. Se realizó sobre las mismas disecciones con instrumental clásico de disección y de microdisección, utilizando para esto último, elementos de magnificación óptica de 5X y 10X.

El material empírico producido coincide con las descripciones de los anatomistas clásicos en relación a la vascularización  del tendón calcáneo y sus variedades de presentación. La circulación del tendón calcáneo ha sido ampliamente estudiada, identificando las áreas de menor irrigación como ¨zonas de riesgo¨. Encontramos que el número de vasos sanguíneos varía a través de la longitud del tendón. Apreciamos que la mayor circulación se encuentra en el extremo distal en su inserción en el calcáneo y que los vasos comienzan a disminuir tanto en número como en distribución a medida que el tendón se aleja de su inserción.                          

PALABRAS CLAVE: Anatomía; 2. Irrigación; 3. Tendón calcáneo; 4. Cirugía.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL COMPLEJO ARTICULAR DE LA RODILLA: LIGAMENTO MENISCOFEMORAL . (Dissection and description of the knee articulation complex ligament meniscofemoral). Sosa, Evangelina Alejandra; Vispo, Gustavo Pablo; Royg Jara, Diego Sebastián; Saenz, Jimena Leonor; Villaverde Biglia, Verónica Cecilia. Cátedra I de Anatomía Humana, Facultad de Medicina UNNE, Corrientes, Argentina.

El presente es un estudio del ligamento meniscofemoral en el marco del proyecto de investigación del complejo articular de la rodilla. Los objetivo fueron realizar un estudio detallado del ligamento meniscofemoral para su aplicación en la Clínica y Técnica Quirúrgica;  adiestrar a los alumnos docentes en las prácticas de Anfiteatro; preparar material didáctico anatómico para la docencia y establecer la frecuencia de su presentación y disposición anatómica.

Fueron utilizadas piezas de amputaciones quirúrgicas de miembro inferior, inyectadas con formol al 10 % Instrumental de disección: Pinzas para disección con dientes y sin dientes, tijeras de Khan para disección, tijera recta de extremo romo, bisturí con hoja desmontable Nº22, lupas de magnificación óptica. Las piezas se diseccionaron a 4 cm por encima de la articulación de la rodilla, luego se procedió a la disección plano por plano siguiendo los pasos descriptos en los tratados clásicos.

En las preparaciones realizadas se observa con mayor frecuencia la disposición de las descripciones clásicas y con algunas variedades en su extremo distal. Estos resultados fueron documentados fotográficamente y esquematizados para su mejor comprensión y explicación.

Cabe inferir que la presentación del ligamento responde a los patrones normales descriptos en la bibliografía  consultada. La correcta disección de la totalidad de piezas empleadas permite su utilización por estudiantes y ayudantes alumnos de la Cátedra para una profundización de su estudio.  

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación de la rodilla. 3. Ligamento meniscofemoral.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL LIGAMENTO PATELAR. (Dissection and Description of the patellar ligament). Ramos, Maria Soledad; Rüthlein, Andrea Y.; Ferreyra, R. E.; Villa, A. J. & de la Vega, R.B.Cátedra I de Anatomía Humana, Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, Argentina.

El ligamento patelar es un importante componente funcional y anatómico de la articulación de la rodilla. El objetivo de este trabajo es la descripción sistemática del ligamento, de sus posibles variantes y de su disección a fin de aportar lo investigado a las prácticas técnico-quirúrgicas. Se pretende poner este trabajo al alcance de docentes-alumnos para orientar la preparación del material didáctico en su tarea docente.

Se utilizaron 25 miembros inferiores de amputaciones quirúrgicas de adultos de ambos sexos, previamente fijadas en formol al 12%.Se utilizó instrumental de disección, de microdisección y magnificación óptica de 5x y 10 x. Se realizó disección, medición, descripción, análisis , documentación gráfica, cotejo y diagramas esquemáticos de los hallazgos obtenidos.

Los resultados más relevantes fueron: Con respecto a la longitud, el 68% de las piezas presentó valores superiores a los normales; Con respecto al ancho, el 92% presentó variaciones en su inserción superior y el 76% en su inserción inferior; Con respecto al trayecto, el 20 % presentó una dirección hacia distal y medial.

De acuerdo a la experiencia adquirida en este trabajo se sugiere el abordaje al ligamento a través de la región anterior de la  rodilla. Esta investigación es un aporte a los cirujanos generales y especialistas en el tratamiento de las diversas patologías del sistema articular de la rodilla, a docentes alumnos abocados a la mejora de su tarea educativa y deja abierta las puertas a investigaciones futuras.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Ligamento patelar.

DISECCIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL TENDÓN CALCÁNEO. (Sinew calcaneo description dissection). Saltö, Felipe A.; Escobar Yanina & Bergottini César. Cátedra I y II de Anatomía Humana Normal. Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, República Argentina.  

El presente trabajo forma parte de un plan de estudio integral de miembro inferior, en este caso particular la unidad de análisis es el tendón calcáneo y las variables a considerar son las características morfológicas que presenta el mismo. Esta estructura anatómica representa el medio de inserción del músculo tríceps sural en el calcáneo. Su rol funcional esta relacionado con la postura y dinámica, siendo esencial para las prácticas deportivas en general.

Se han utilizado piezas cadavéricas adultas y de ambos sexos y de amputaciones quirúrgicas, formolizadas al 10%. Se disecaron con material convencional y de micro disección, con magnificación óptica de 2x, 4x, 9x. Las vías de abordaje se ajustaron a las técnicas clásicas. Se hicieron registros fotográficos para documentar el trabajo.

Se sistematizó y documentó gráficamente la cono dinámica de la disección basados en las vías de acceso respectivas para los niveles en que se divide al objeto de estudio. Constatándose las variantes en el origen, trayecto, conformación interna e inserción.

Se obtuvieron piezas disecadas útiles y que permiten mostrar una descripción sistematizada del objeto de análisis contribuyendo a un estudio más acabado del mismo, visando a las aplicaciones técnicas quirúrgicas específicas. Así mismo, se ha introducido a los auxiliares alumnos a la práctica científica con actitud general del conocimiento y de adquisición de habilidades en las técnicas de anfiteatro.

PALABRAS CLAVE: 1. Disección; 2. Anatomía; 3. Tendón calcáneo.

DISECCIÓN, REVISIÓN Y DESCRIPCIÓN DEL PIE: IRRIGACIÓN DEL HUESO CALCÁNEO. (Dissection, Revision and Description of foot: Irrigation of calcaneus bone). Rohrer, Robinson A.; Flores; César L.; Salto, Felipe A.; Sales, G. Mauricio & Bergottini, César H. Cátedra I y II de Anatomía Humana, Facultad de Medicina, Corrientes, UNNE, Argentina.

Esta investigación tiene como premisa el estudio conciso y detallado de las estructuras relacionadas con la irrigación del hueso calcáneo. Dicho estudio toma importancia cuando se trata de entender el cuadro clínico, o de establecer la vía terapéutica más favorables al momento de tratar a aquellas patologías traumáticas que involucren a estas estructuras. Por otro lado, cabe mencionar que esta investigación forma parte de un plan integral de investigación denominado "Disección y descripción del complejo articular del pié".

Lo que se busca en este trabajo es generar material de consulta referido al tema, la preparación de alumnos docentes en el campo de la disección, como así también la elaboración de material didáctico de enseñanza.

Para tal fin se utilizó material anatómico de origen cadavérico y de amputaciones quirúrgicas (Proveniente de individuos adultos de ambos sexos), inyectados con látex natural, coloreado con fenilamina (anilina textil) y fijados con formaldehído al 10%. Se practicó sobre el mismo disecciones con elementos clásicos de disección y microdisección, utilizando para este último caso aparatos de magnificación óptica de 5x y 10x. Las vías de abordaje aplicadas, son las descritas en los tratados de disección de los autores clásicos.

El material empírico producido, confirma la descripción de los autores clásicos con relación a la vascularización del calcáneo y sus variedades de presentación. Se logra de igual manera establecer un  nexo entre la documentación existente referida al tema y el material a utilizarse en las clases prácticas de laboratorio.

PALABRAS CLAVE: 1. Calcáneo; 2. Irrigación; 3. Anatomía; 4. Disección.

DISMINUCIÓN DE VASOS SANGUÍNEOS PRODUCIDA POR BETAMETASONA Y SULINDACO SOBRE EL TUMOR DE RATÓN TA3MTXR. M. Fuenzalida; A Guerrero; J. Illanes & David Lemus. Programa de Morfología, Facultad de Medicina, Universidad de Chile.

La angiogénesis es un proceso biológico complejo, que en el organismo adulto está involucrado en un limitado número de procesos, entre ellos la tumorogénesis. Está demostrado que los tumores sólidos requieren de la presencia de vasos sanguíneos para su crecimiento y para poder diseminarse a otros tejidos y órganos. Así, las drogas antiantigénicas han sido postuladas por Folkman desde hace varias décadas como alternativa terapéutica del cáncer. Entre ellas, se han estudiado los glucocorticoides como la cortisona, hidrocortisona, dexametasona, etc. Sin embargo, estas drogas sólo alcanzan un efecto significativo a dosis muy elevadas, nocivas para el paciente al ser administradas crónicamente. Por esto, se ha pensado en combinarlas con otras drogas angiostáticas, como los antiinflamatorios no esteroidales, para potenciar su acción y así poder usarlas en concentraciones menores, minimizando sus efectos secundarios.

En este trabajo hemos usado betametasona y sulindaco (AINES) asociados y aislados, aplicándolos sobre un organismo afectado de cáncer, para estudiar su efecto sobre la angiogénesis tumoral y la evolución del tumor. Usamos ratones AJ, en cuyo dorso se implantó una esponja de poliuretano impregnada con células tumorales TA·MTXR; al 4º y 5º días después del implante se inyectó intraperitonealmente betametasona y sulindaco, aislados y asociados. Al 6º día los ratones se sacrificaron, se aisló la esponja y los tejidos periféricos y se fijaron para su estudio microscópico con H.E., mediante los cuales se contaron los vasos sanguíneos en las diferentes muestras. Se realizó además TUNEL y la reacción inmunológica Anti CD31, la primera para evidenciar presencia de apoptosis en las muestras problema, y la segunda para detectar vasos sanguíneos. Algunos ratones continuaron el proceso hasta la tercera semana inyectándoles diariamente las drogas y midiendo periodicamente el tamaño del tumor. Luego, se sacrificaron, examinándose diversos órganos para verificar la presencia de metástasis.

Los resultados mostraron que las drogas produjeron una drástica disminución de vasos sanguíneos, estadísticamente significativa, producida por la acción angiostática de las drogas utilizadas y por el efecto proapoptótico demostrado mediante la reacción de TUNEL, en la evolución crónica. La asociación de betametasona con sulindaco se mostró como altamente afectiva disminuyendo el crecimiento tumoral de 7,64 cm2 en los controles a 0,93 cm2 en los tratados durante el mismo periodo, lo cual la propone como una posible alternativa terapéutica para los tumores cancerosos.

PALABRAS CLAVE: 1. Vasos sanguíneos; 2. Cáncer; 3. Ratón; 4. Betametasona; 5. Sulindaco. 

Proyecto FONDECYT: Nº 1990852

DISTRIBUCIÓN ARTERIAL INTRAMURAL DE LA TRÁQUEA. (Distribucion artery inside wall of the trachea). Juan Staneff; Julio D. Civetta; Antonio R. Terraes; Ignacio R. Fernandez & Francisco Castro. Cátedra I de Anatomía Normal e Imagenología, Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, Argentina.

Dándole continuidad a nuestro estudio de la irrigación traqueal, ahora tratamos de ver cómo los vasos se introducen y distribuyen en la pared del órgano, con el objetivo siempre de comprender patologías y orientar al cirujano en su reparación.

Se empleó un feto de aproximadamente 32 semanas, al que en fresco se le inyectó un preparado a base de gelatina coloreada con tinta china de color negro, por medio de  una punción cardíaca directa. Luego de resecar el órgano, se procedió a su fijación en parafina y preparar cortes histológicos coloreados con hematoxilina-eosina. Los preparados fueron observados al microscopio con aumentos de 2,5x; 4x y 10x , luego proyectados sobre planchas de acrílico para su reconstrucción tridimensional.

Los vasos se introducen fundamentalmente por la parte posterior de la tráquea, sólo ocasionalmente por un espacio intercartilaginoso en sectores anterolaterales. Por fuera de los cartílagos se distribuyen por igual a ambos lados aunque con ligero predominio a la izquierda. Una vez adentro siguen un trayecto  circunferencial y de calibre decreciente hasta la mucosa donde adoptan la disposición longitudinal.

La mezcla utilizada en la inyección resultó excelente para estudiar la microcirculación de la tráquea. Se encontró que a pesar que hay algún predominio en la vascularización por fuera de los cartílagos, por dentro los vasos se distribuyen casi uniformemente, salvo en una zona específica donde hay ausencia de vasos mucosos.

PALABRAS CLAVES: 1. Tráquea; 2. Irrigación.

DOLOR LUMBAR. (Lumbar pain). Guiraldes, H.; Paulos, J.; Botello, E.; Mery, P. & Morales, A. Escuela de Medicina, Pontificia Universidad Católica de Chile.

Nuestro objetivo fue organizar contenidos que permitieran obtener el aprendizaje necesario para comprender, diagnosticar y prevenir perturbaciones de la estática y la dinámica de la columna lumbar.

Hemos aprovechado las herramientas docentes que nos ofrece la informática para proponer una revisión más eficiente de sus contenidos en cualquier momento de la carrera, del postgrado o la vida profesional.

Disecciones, preparaciones, imágenes radiológicas y videos de la región lumbar especialmente producidos, fueron digitalizados animados e integrados con textos descriptivos de su aplicación a la clínica.

Se utilizó los software Adobe pagemill 3.0 y Flash 3.0, en la producción de páginas web y animaciones respectivamente.

Se obtuvo un software que facilita la revisión a distancia, en la red internet y la autoevaluación de contenidos que apoyan complementariamente el conocimiento anatómico y clínico de la región lumbar, utilizando texto, imágenes fijas y animadas combinadas con videos en demanda.

Este tipo de herramienta docente facilita la compresión y el repaso de sus contenidos en momentos personalmente más eficaces.

PALABRAS CLAVE: 1. Software; 2. Dolor lumbar.

DRENAJE VENOSO DEL RECTO. (Rectal Venous Draining).Castellano, Inés; Curia, Emiliano & Legorburu, Patricia. 2° Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, UBA, Argentina.  

El recto es el segmento terminal del tubo digestivo. Continúa al colon  y termina en la piel de la región perineal, a través del ano.

En el presente trabajo se estudia el drenaje venoso del recto, utilizándose para tal fin, piezas anatómicas de cadáveres adultos formolizados al 10%, efectuando disección macroscópica de las mismas. Uno de los preparados fue inyectado con látex natural coloreado.

Las venas reciben el nombre de rectales y siguen el mismo trayecto de las arterias. Las venas rectales inferiores se originan en la región de los esfínteres, formando un sistema transversal, y se dirigen hacia la fosa isquioanal por la cual desembocan en la vena pudenda interna drenando finalmente vía iliaca interna al sistema cava. Las venas rectales superiores, cuyo sistema es ascendente, recogen la sangre de las restantes porciones del recto, finalizando en el sistema porta mediante el drenaje hacia la vena mesentérica inferior.

Se destaca la importancia del  conocimiento anatómico del sistema venoso del recto, dado que, las várices anorrectales (hemorroides) constituyen un trastorno vascular muy frecuente.

PALABRAS CLAVE: 1. Venas rectales; 2. Recto; 3. Várices anorrectales.

EFECTO DEL RAYO LÁSER DE USO CLíNICO SOBRE LOS MACRÓFAGOS DE NERVIO PERIFÉRICO (NERVIO ISQUIÁTICO DE CONEJO). (Effect of the clinical infrared laser on the macrophagic peropherical nerve (rabbit isquiatic nerve)). Matamala, F.; Molina, B.; Silva, H. & Henríquez, J. Depto. de Ciencias Básicas, Fac. de Medicina, Universidad de La Frontera, Chile.

El láser de baja potencia produce un efecto estimulante sobre las células, lo que se manifiesta en cambios en la microcirculación, bioquímicos, bioeléctricos, bioenergéticos (Mester et al., 1985; gay & Berini, 1999). Los macrófagos cumplen un rol importante en los procesos inflamatorios como en la fagocitosis y en la producción de anticuerpos. El propósito de este trabajo fue evaluar la respuesta de los macrófagos del nervio isquiático de conejo, frente a la irradiación conrayos láser de uso clínico.

Se irradiaron transcutáneamente 10 conejos en la zona correspondiente al recorrido del nervio isquiático en el miembro posterior derecho con una energía de 10 Joule/cm2 durante 9 minutos en un periodo de 10 días. Enseguida los animales fueron sacrificados, extrayéndose los nervios y fueron fijados por inmersión en formalina bufferiada a pH 7,4 e incluidos en paraplast. El nervio isquiático izquierdo fue considerado control. Cortes seriados 7 µm fueron utilizados para la técnica inmunocitoquímica usando el sistema estreptavidona-biotina-peroxidasa, usando como anticuerpo primario M=-CD 68 8DAKO) antimacrófago. Se analizaron los cortes histológicos a fin de realizar un estudio descriptivo, explicativo a través de recuentos de macrófagos en nervio irradiado y no irradiado, utilizando un retículo micrométrico en un aumento de 40x. El análisis de los datos se efectuó en un procesador estadístico SPSS 9.0 para Windows, aplicando la prueba t destudent para muestras pareadas, para la variable promedio de macrófagos, en 33 casos.

En 33 muestras de nervios controles se obtuvo un promedio de 3,36 macrófagos por campo observado, una mediana de 4, moda de 4 y D.S. de 1,88. En 33 muestras de nervios irradiados se obtuvo un promedio de 13,3 macrófagos por campo, una mediana de 12, moda de 12 y una D.S. de 6,06.

Se puede concluir entonces, que la irradiación con rayos láser infrarrojo de uso clínico produce un gran aumento de los macrófagos en tejido sano de nervio periférico.

PALABRAS CLAVE: 1. Macrófagos; 2. Láser; 3. Nervio isquiático.

Financiamiento: Proyecto Nº 9817, Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de La Frontera, Chile.

EN MIELOMA MÚLTIPLE LA FERRITINEMIA REFLEJA LA SÍNTESIS AUMENTADA DE LA  PROTEÍNA EN CÉLULAS PLASMÁTICAS TUMORALES. (In múltiple myeloma serum ferritin level reflects high protein synthesis in tumoral plasma cells). Fuentes, Marta. Cátedra de Morfología Normal - Departamento de Bioquímica Clínica y Cuantitativa. Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

Elevados niveles de ferritina sérica, no relacionados con los depósitos medulares de hierro, fueron hallados por nuestro grupo en pacientes con mieloma múltiple. El objetivo del presente trabajo fue determinar el origen de la elevada ferritinemia, investigando la expresión de la proteína en células plasmáticas malignas de las correspondientes médulas óseas.

En 48 pacientes, ingresados a estudio en distintos estadios de la enfermedad, se determinó ferritina sérica por RIA, ferritina en células plasmáticas por inmunohistoquímica y depósitos medulares de hierro por reacción de Perls.

La concentración sérica media de ferritina fue significativamente mayor (p<10-4) en el grupo de pacientes (504,6 ng/ml) comparada con el grupo control (86,7 ng/ml).

La evaluación de la reserva férrica medular (hemosiderina) en los pacientes reflejó ausencia de la misma (grado 0) en el 90 % de los casos. Por el contrario, las células plasmáticas malignas mostraron expresión de ferritina en el 98 % de los casos.

Los resultados sugieren que la alta concentración sérica de la proteína está relacionada con su síntesis aumentada por parte de las células tumorales en respuesta a agentes o circunstancias, ajenos al hierro, involucrados en el proceso de carcinogénesis y que deberán investigarse.  

PALABRAS CLAVE: 1. Ferritina; 2. Mieloma múltiple; 3. Marcadores tumorales.

Financiamiento: CAI+D 2000. U.N.L.

ENVEJECIMIENTO TESTICULAR HUMANO Y SU RELACIÓN CON MASTOCITOS. (Mast Cell in the human testicular aging) Irsula, A.; Díaz, G.; Ossandon, E. & Rodríguez, H. Laboratorio de histoembriología. Programa de Morfología. ICBM, Universidad de Chile. (hodrigu@machi.med.uchile.cl).

En el hombre la presencia de mastocitos en el espacio intertubular del testículo se asocia a infertilidad y alteración de la espermatogénesis. Considerando que es un órgano sano se describe un escasos número de mastocitos intersticiales y peritubulares. Los mastocitos en el intersticio testicular pueden ser secundarios a una lesión primaria. Su presencia y la activación de metaloproteinasas, mantienen un estado permanente de lesión local, como consecuencia a un estado patológico o propio de la senilidad del órgano.

Se plantea estudiar la presencia y distribución de mastocitos en el intersticio testicular humano senil, asociados a la integridad de la histología de los túbulos seminíferos.

Se trabajó en 9 pacientes casados y con descendencia (74 y 86 años), sometidos a orquiectomía subalbugínea. Los testículos se fijaron en Bouin alcohólico por 12 horas y fueron sometidos a técnicas histológicas hasta obtener secciones de 5 µm teñidas con Azul de Toluidina. Se cuantificó al microscopio óptico (400x), los mastocitos según distribución perivascular, intersticial o peritubular, e integridad de túbulos seminíferos.

En los resultados se observó que en los testículos de individuos seniles hubo una presencia abundante de mastocitos, cuya distribución fue preferentemente de tipo intersticial y asociados a túbulos seminíferos con procesos histopatológicos, como: taponamiento tubular, vacuolización, discontinuidad epitelial y disminución de la altura del epitelio seminífero (hipoespermatogénesis).

PALABRAS CLAVE. 1. Testículo; 2. Envejecimiento testicular; 3. Histología; 4. Mastocitos.p

ESPLACNOCRÁNEO Y HUESECILLOS DEL OÍDO MEDIO. VISUALIZACIÓN ESQUEMÁTICA DE SU EVOLUCIÓN. (Splachnocranium and middle ear schematic view of their evolution). Alicia S. Brunner; Guillermina R. Cirone & Silvia M. Squarcia. Cátedra de Anatomía Comparada. Dpto. Biología, Bioquímica y Farmacia, Universidad Nacional del Sur, San Juan 670, 8000 Bahía Blanca, Argentina. E-mail: abrunner@criba.edu.ar

En el marco del Proyecto de Enseñar para la Comprensión en la asignatura Anatomía Comparada, hemos venido desarrollando a lo largo de los últimos años una serie de reconstrucciones esquemáticas de la ontogenia y filogenia de ciertas estructuras anatómicas. Esta estrategia didáctica se sustenta en un conjunto de procedimientos que apuntan a la interpretación evolutiva de tales estructuras. En este trabajo en particular, se presenta la visualización del esplacnocráneo y sus modificaciones.

Paralelamente al desarrollo de los conceptos teóricos y prácticos del tema, los docentes presentan este diseño esquemático de referencia, partiendo de las estructuras básicas del esplacnocráneo de los Crossopterigios hasta sus derivados en los mamíferos.

Este procedimiento permite identificar y comparar fácil y rápidamente los elementos involucrados en la evolución del oído medio y detectar sus homologías, objetivo esencial de la asignatura.

A través del desarrollo del conjunto de experiencias orientadas al aprendizaje para la comprensión, podemos concluir que los alumnos manifiestan mayor interés y participación en las clases, lográndose asimismo un nivel de complejidad y profundización conceptual mayor que los tradicionalmente alcanzados.

PALABRAS CLAVE: 1. Esplacnocráneo; 2. Oído medio; 3. Órgano vestíbulococlear; 4. Evolución.

ESTRATEGIA DE INTERVENCIÓN DOCENTE FRENTE A PROBLEMAS DE APRENDIZAJE. (Strategy of teacher intervention facing to learning problems). Sanmiguel, G.; Keilty, H.; Libonatti, S.; Muñoz, G.; Pooli, M. & Tarallo, A. Cátedra de Anatomía Descriptiva y Comparada II Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias (UNR)- Casilda, Pcia. Santa Fé, Argentina.

Exponer nuestra experiencia tiene como objetivo compartir una posible forma de  intervención docente cuando un grupo de alumnos manifiesta dificultades con el estilo de enseñanza, modos de aprendizaje promovido, formas de acceder al conocimiento, entre otros condicionantes para el logro de un aprendizaje significativo e integral.

Para esta presentación en particular, optamos por  relatar lo actuado con un grupo de aproximadamente 25 alumnos que recursaban la materia hasta por tercera y cuarta vez, durante los años 1999-2000, no pudiendo superar la instancia del primer examen parcial. Frente a esta problemática decidimos en primer lugar citar a los alumnos para plantear el problema y comprometerlos a crear, en forma conjunta, alguna estrategia de trabajo que les permitiera afrontar la situación, ya no centrándonos en el tipo de evaluación sino en el modo de aprendizaje.

Así surgió la idea de trabajar un día alternativo al de cursado regular para que el grupo pudiera abordar los contenidos con una modalidad de tipo taller orientada hacia la autogestión pedagógica. Se les ofreció una mayor variedad de recursos didácticos, algunos elaborados por ellos mismos, clases de consulta y se llevaron a cabo evaluaciones continuas en grupos e individual.

Al mismo tiempo utilizamos este espacio para investigar y reflexionar sobre nuestras propias prácticas, diseñando un modelo de investigación cualitativo basado en la observación etnográfica y entrevistas abiertas.

Queremos destacar la importancia de haber creado este espacio para des-homogeneizar la masa de alumnos reconociendo la diversidad, lo que nos permitió adecuar el proceso de enseñanza-aprendizaje a los intereses y singularidades propias de cada grupo. Sin embargo, debido a la compleja situación que atraviesa la universidad estamos condicionados a ofrecer estas opciones sólo a un grupo minoritario y al momento de haberse agotado las posibilidades que plantea  el modelo habitual.  Modelo que remite sus orígenes al proceso de masificación, y que sólo es susceptible de pequeños cambios en tanto no existan profundas transformaciones desde la política educacional.

PALABRAS CLAVE: 1. Enseñanza-aprendizaje.

ESTRUCTURAS POSITIVAS A COLÁGENO IV EN PIEL. (Positive structures to collagen IV in skin). P. Cerutti; N. Alemañ; A. Román; F. Vázquez & F. Guerrero. Facultades de Veterinaria de Universidad Nacional de Rosario, Argentina y  Universidad de Santiago de Compostela, España.

Una pérdida de colágeno en los años postmenopausales causa alteraciones, como adelgazamiento de la piel. Estos cambios regresivos en la piel, ultraestructuralmente, no están bien esclarecidos. La capa basal de la epidermis está constituida por células proliferantes, queratinocitos, en contacto con la membrana basal (Mazia, 1963). Las membranas basales están compuestas por diferentes proteínas, entre ellas colágeno IV (Vázquez et al., 1996). La cromatina sufre modificaciones relacionadas con el ciclo celular y la actividad metabólica (Guerrero et al., 1992). La cromatina condensada es una modificación morfológica de la estructura, cuantificable por estereología.

Las muestras fueron procesadas para microscopía electrónica de transmisión, realizándose análisis de imágenes, densitometría e inmunohistoquímica para colágeno IV (Bendayan & Zollinger, 1983).

Muestran el porcentaje de cromatina densa incrementado y el tamaño nucleolar invariable con la edad, y estructuras positivas a colágeno IV en la membrana basal, en estructuras próximas a ella: el citoplasma de los queratinocitos y estructuras de la dermis.

Años\Vv
Material nucleolar
Cromatina  Densa
30
6.361± 0.63
37.0± 1.3
40
5.39± 0.69
45.8± 2.1

El incremento de la condensación de cromatina puede estar relacionado con una actividad metabólica baja. Esto resulta en una caída de la síntesis proteica. La invariabilidad del tamaño nucleolar precisa posteriores estudios para soportar esta interpretación. El marcaje positivo sobre células dérmicas sugiere una colocalización en la actividad de síntesis de la proteína estudiada. La existencia de relación entre estos cambios y la homeostasis hormonal (esteroides gonadales) reseñada por diversos autores  (Rauramo &Punnonen, 1973) es corroborada por nuestros resultados.   

PALABRAS CLAVE: 1. Piel; 2. Colágeno IV; 3.Estereología; 4. Inmunohistoquímica.

Financiamiento: Diputación Lugo. España.

ESTUDIO AL MICROSCOPIO ELECTRÓNICO DE BARRIDO DE LA SUPERFICIE DORSAL DE LA LENGUA DE Chaetophractus vellerosus (MAMMALIA, DASYPODIDAE). (Scanning electron microscopy study of the dorsal surface of the tongue in Chaetophractus vellerosus (Mammalia, Dasypodidae).Silvia Estecondo1 ; Stella Maris Codón1 & Emma B. Casanave2. 1Cátedra de Histología Animal. 2Cátedra de Fisiología Animal. Universidad Nacional del Sur. Bahía Blanca. 2 CONICET.E-mail: silviest@ criba.edu.ar

El objetivo del presente trabajo es describir las características de la superficie dorsal de la lengua de Chaetophractus vellerosus con microscopia electrónica de barrido. El material fue fijado en Karnovsky diluido y procesado según técnicas histológicas de rutina. Las observaciones se realizaron con un microscopio electrónico Jeol JSM-35 CF a 15 kV.

Se diferencian papilas filiformes simples (cónicas) y ramificadas, fungiformes y caliciformes. Las papilas filiformes cónicas se localizan en la punta de la lengua, en los bordes laterales y en el tercio posterior, caudalmente a las papilas caliciformes. Las papilas filiformes ramificadas están densamente distribuidas en toda la superficie dorsal de la lengua. Las papilas fungiformes están localizadas entre las filiformes ramificadas. En el tercio posterior se observan dos papilas caliciformes. Las papilas filiformes tienen un rol mecánico, las fungiformes y caliciformes son papilas gustativas que poseen poros gustativos. A alta magnificación se observan micropliegues en todos los tipos de papilas y en la superficie interpapilar.

La presencia y distribución de las papilas filiformes, fungiformes y caliciformes coincide con lo observado en otros armadillos como Euphractus  sexcinctus y Dasypus  novemcinctus.

PALABRAS CLAVE: 1. Mamíferos; 2.Armadillo; 3. Lengua; 4. Papilas linguales.

Trabajo subsidiado por SGCYT (UNS)

ESTUDIO ANATÓMICO DE LA ARTERIA PUDENDA INTERNA. COLGAJOS FASCIOCUTÁNEOS PARA LA RECONSTRUCCION DEL PERINÉ. (Anatomical study of the arteria pudedae internae. Fasciocutaneous flap for perineum reconstruction). Ernesto Moretti;. Juan C. Barrovechio; Conrado Valvo; Lucio Díaz Tavano & Vela Carlos Marcelo. Escuela de Disección, Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, U.A.I., Rosario, Argentina.  

Los defectos por ablaciones oncológicas de la zona del periné, así como por procesos infecciosos (Gangrena de Fournier) dejan retracciones y/o deformidades funcionales muy severas. La creación de colgajos basados en pedículos vasculares principales es la mejor opción para reconstruir el periné.

Se procedió a la disección de 4 zonas perineales en cadáveres formalizados para determinar los patrones vasculares, territorios, colaterales de la arteria pudenda interna. Se identificaron bajo visión directa y lupa los pedículos principales, así como las colaterales a los territorios vasculares vecinos, a fin de determinar las anastomosis con otros grupos.

Se crearon 4 colgajos fasciocutáneos de pedículo dominante sobre arteria pudenda interna en 2 pacientes con graves defectos del periné. No se constataron alteraciones necróticas de los mismos. No se presentaron alteraciones retráctiles o funcionales, ya que se aportó tejido de igual calidad hacia la zona.

La creación de colgajos fasciocutáneos de la zona perineal, a pedículo dominante de la arteria pudenda interna, son un nuevo concepto en la cirugía reconstructiva de defectos en la zona perineal, perianal y genital. Se presentan las disecciones realizadas para identificar los pedículos arteriales dominantes así como los casos clínicos en los que se aplicó dichos colgajos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria pudenda interna; 3. Colgajos fasciocutáneos; 4. Periné.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LA VASCULARIZACIÓN DEL MÚSCULO GLÚTEAO MÁXIMO. RELACIÓN ANASTOMÓTICA CON OTROS TERRITORIOS VASCULARES. (Anatomical study of the M. glueus maximus. Anatomic network with other territories). Ernesto Moretti; Conrado Valvo; Lucas Sidnei Ruscyk & Mauro Kalbermatten. Escuela de Disección, Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, U. A. I., Rosario, Argentina.

El músculo glúteo máximo está irrigado por las arterias glúteas superior e inferior. Sin embargo, existen conexiones anastomóticas con otros territorios vasculares, los cuales pueden hacer sobrevivir al músculo cuando es independizado de su territorio vascular principal.

Se procedió a la disección de 6 zonas glúteas en cadáveres formolizados para determinar los patrones vasculares, territorios, colaterales de las arterias que irrigan al músculo glúteo máximo. Se identificaron bajo visión directa y lupa los pedículos principales, así como las colaterales a los territorios vasculares vecinos, a fin de determinar las anastomosis con otros grupos arteriales.

Basados en los resultados de nuestras disecciones pudimos identificar una rica red anastomótica con perforantes de la arteria sacra lateral, así como una importante anastomosis en la región posterior del muslo con ramos perforantes de la arteria femoral profunda.

La creación de colgajos musculares glúteos para la reparación de defectos de las zonas sacra, glútea y región del trocánter mayor debido a las anastomosis descritas permiten ampliar el clásico colgajo en un expandido de músculo glúteo máximo permitiendo aumentar sus aplicaciones y asegurar su vitalidad.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Músculo glúteo máximo; 3. Colgajo muscular.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LOS RIÑONES DEL Didelphis albiventris. (Anatomy study of the kidneys of the Didelphis albiventris). Tarallo, A.; Muñoz, G.; Sanmiguel, G. Cátedra de Anatomía Descriptiva y Comparada II Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias - UNR, Casilda, Argentina.

El Didelphis albiventris es un mamífero primitivo que se distribuye en zonas tropicales y templadas de Sudamérica. Como miebro del orden de los Marsupiales, presenta características anatómicas, fisiológicas y comportamentales únicas que lo convierten en un modelo ideal de laboratorio. Nuestra Cátedra ha desarrollado una línea de investigación en esta especie, privilegiando el estudio del sistema urogenital.

Se utilizaron 10 ejemplares adultos, tratados con solución conservadora de formol y glicerina. Luego de la disección se procedió a pesar, medir y describir cada órgano, realizando un registro fotográfico.

Los riñones se localizan en la región sublumbar, en posición retroperitoneal, a cada lado de la columna vertebral. Están aplicados contra el techo abdominal, flanqueando a la aorta y vena cava caudal, cubiertos en gran parte por una cápsula grasa. El izquierdo se sitúa más cranealmente que el derecho. Ambos tiene la forma de un poroto. Su color es rojo intenso. Son de superficie lisa y de consistencia firme.

El riñón derecho se extiende desde ventral de la extremidad caudal de la última vértebra torácica a la extremidad caudal de la segunda vértebra lumbar. Longitud: 2,25 cm; ancho 1,25 cm; 3pesor 1,10 cm, peso 3,3 g. El riñón izquierdo se extiende desde ventral del cuerpo de la última vértebra torácica hasta el cuerpo de la segunda vértebra lumbar. Longitud: 2,45 cm; ancho 1,15 cm; espesor 1,05 cm; peso 3,2g.

Si bien los riñones del Didelphis albiventris tienen una disposición y estructura semejante a la de otros mamíferos domésticos, presentan características distintas que se describen detalladamente en el desarrollo del trabajo.

PALABRAS CLAVE: 1. Didelphis albiventris; 2. Riñones; 3. Sistema urinario.

ESTUDIO ANATÓMICO DE LOS VASOS CORONARIOS DE LA ESPECIE PORCINA. (Anatomy study of coronary vessels of swines). Sanmiguel, G.; Muñoz, G.; Keilty, H.; Libonatti, S.; Pooli, M. & Tarallo, A.Cátedra de Anatomía Descriptiva y Comparada II Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias (UNR), Casilda, Argentina.

Motivó la realización del  presente trabajo abordar una descripción anatómica más profunda y detallada de los vasos coronarios del cerdo tratando de establecer el recorrido y distribución de las arterias, y  las vías alternativas de drenaje venoso. A partir de la bibliografía consultada se desprende cierto patrón que creímos conveniente revisar y comparar con nuestros hallazgos.

Se utilizaron 20 corazones porcinos provenientes de frigorífico de los cuales  10 fueron   inyectados con látex  en el origen de las arterias coronarias, y luego sumergidos en formol al  10% para posteriormente proceder a la disección. A  los 10 restantes  se les inyectó  un radiopaco yodado y se los sometió a variados  registros radiográficos. En este caso, el radiopaco fue administrado no sólo a nivel del origen de las arterias sino también desde el seno coronario con el objetivo de generar un flujo retrogrado que impresione las venas coronarias.

Un minucioso trabajo de disección nos permitió comprobar ciertas coincidencias, sobre todo aquellas referidas al desprendimiento de la rama interventricular subsinusal desde la arteria coronaria derecha y el retorno venoso através  de la vena cardíaca magna, en la mayoría de los corazones examinados. En cambio, las ramas atriales y septales no respetaron un patrón de recorrido regular lo cual queda claramente demostrado en las radiografías de contraste.

PALABRAS CLAVE. 1. Anatomía; 2. Corazón; 3. Arterias coronarias; 4. Porcino.

ESTUDIO COMPARATIVO DE LAS IMÁGENES ECOGRÁFICAS Y CORTES ANATÓMICOS DEL CORAZÓN Y GRANDES VASOS, DEL CANINO DOMÉSTICO. (Comparative study of ecographic images and anatomical sections of the heart and large vessels of the domestic dog). Casalonga, Osvaldo.L.; Vera, Ana. L. & Borges, Gonzalo. Area de Anatomía. Facultad. de Ciencias Veterinarias, U.B.A. Chorroarín 280, Capital, Buenos, Aires, Argentina.

El objetivo del presente trabajo fue identificar y comparar las imágenes ecográficas del corazón y grandes vasos del canino con la descripción anatómica de importancia clínica-quirúrgica.

Se trabajó con corazones aislados, libres de coágulos y residuos orgánicos, de caninos de distintas edades, razas y sexos, formolizados o recién muertos. Para los cortes anatómicos se congelaron dichos corazones, realizando los cortes según los ejes ecográficos. Para las imágenes ecográficas se realizaron en animales vivos y sanos. Los equipos utilizados: Scanner 100 S VET y SIGMA IRIS 440. Las tomas utilizadas fueron los laterales izquierdo y derecho  del tórax,  en distintos ejes.

Se determinaron todas las características anatómicas y ecográficas del corazón, pericardio y grandes vasos, según la Nomina Anatomica Veterinaria. Se observó la correlación de las imágenes con los cortes, haciendo una descripción de los mismos, y obteniendo imágenes intermedias entre las imágenes standard.

El aporte anatómico es relevante. Hemos obtenido imágenes intermedias(no descriptas en libros de ecografía y no presentadas como cortes anatómicos en libros de anatomía) entre las imágenes standard. Debido a que los ecografistas toman al corazón como órgano aislado y este es su punto de referencia para su estudio; la posibilidad de tener más imágenes favorece ampliamente la comprensión diagnóstica.

PALABRAS CLAVE: 1. Corazón; 2. Canino; 3. Ecocardiografía; 4. Aorta.

ESTUDIO COMPARATIVO DE LAS MESAS EVALUADORAS FINALES EN ANATOMÍA NORMAL. (Comparative study of final oral examinations in the chair of normal anatomy). Barrovecchio, J. C.; Pérez, B.; Zaja, R.; Busmail, L. & Ruggero, E. Cátedra de Anatomía Normal, Facultad de Ciencias Médicas, U. N. R. Argentina.

El objetivo de este trabajo es conocer si existen diferencias en la cantidad y en la calificación obtenida por los alumnos que aprobaron la asignatura comparando los que rindieron en cada una de las tres mesas (1-2-3) evaluadoras finales de Anatomía Normal durante los diez turnos del ciclo lectivo 2000. Para aprobar la asignatura, en las mesas 1 y 3 (modalidad A) deben responder satisfactoriamente en forma oral cuatro preguntas sobre distintos temas anatómicos del programa y seis preguntas en la mesa 2 (modalidad B). Se obtuvo información sobre el total de las 4471 evaluaciones potenciales y el número de evaluaciones efectivizadas, aprobadas y no aprobadas y la calificación obtenida por los alumnos. Se determinaron cuantos correspondían a las mesas 1, 2 y 3 precisándose la totalidad de evaluaciones efectivizadas, registrándose la cantidad de aprobados y no aprobados y la calificación obtenida por los alumnos en cada una de las mesas evaluadoras y en todos los turnos de examen. Los aprobados en las tres mesas y la distribución de calificaciones en las mismas se compararon utilizando el test de chi cuadrado con significación del 5%.

De las 4471 potenciales evaluaciones se efectivizaron 2017 (45%). El porcentaje de aprobados en las distintas mesas durante la totalidad de los turnos fue: Mesa 1, 25%; Mesa 2, 38%; Mesa 3, 37%. Las diferencias resultaron significativas, p=0,000003. Comparando los porcentajes de las mesas 1 y 3 también las diferencias resultaron significativas, p=0,000005. La clasificación más frecuente para los aprobados estuvo entre 4 y 5, registrándose diferencias significativas en cuanto a su distribución entre las tres mesas, p=0,0002.

Considerando que los alumnos son distribuidos al azar entre las tres mesas, se concluye que las diferencias podrían atribuirse a los diferentes criterios docentes al evaluar, independientemente de la cantidad de temas solicitados en los exámenes.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía Humana; 2. Docencia; 3. Evaluaciones.

ESTUDIO DE LA EXPRESIÓN DE GLUCOCONJUGADOS EN GLÁNDULA MAMARIA DE RATAS (Ratus norvegicus) AL PRIMERO Y SÉPTIMO DÍA DE VIDA. (Study of the glucoconjuates expression in mammary gland o f rats (Ratus norvegicus) to the first one and seventh day of life). Pastor, R.; Dallard, B.; Lorente, J. A.; Galván, S. M.; Acosta, I. & Canal, A. Depto de Anatomía e Histología, Fac. Cs Veterinarias, Universidad Nacional del Litoral, Esperanza, Santa Fé, Argentina.

Se evaluó la expresión de glucoconjugados en glándula mamaria de ratas utilizando lectinas, para establecer diferencias en la presentación y distribución al primero y al séptimo día del nacimiento. Se trabajó con dos grupos de ratas cepa Wistar: el grupo 1 constituido por 10 ratas de 1 día y el grupo 2 por 10 ratas de 7 días. Se utilizaron siete lectinas biotiniladas (CON-A, WGA, DBA, SBA, PNA, RCA-I, UEA-I), siguiendo protocolos preestablecidos (método avidina-biotina-peroxidasa).

El glucocalix de las células ductales, reaccionó intensamente con todas las lectinas estudiadas al día 1 y al día 7; y no hubo marcación con la lectina UEA-I que específica para la ð-L-fucosa. Al día 1 el citoplasma apical de las células epiteliales de los conductos reaccionó debilmente con las lectinas CON-A y RCA, mientras que al día 7 se observó reacción moderada a todas las lectinas estudiadas excepto WGA y PNA.

El citoplasma basal reacción intensamente con la lectina BDA al día 1 marcando específicamente ð-D-N-acetilgalactosamina. Por otra parte, al día 7, todas las lectinas reaccionaron en forma moderada, excepto WGA y PNA que no mostraron reactividad. El endotelio vascular y los adipositos reaccionaron intensamente con las lectinas CON-A, WGA, y RCA en ambos periodos; marcando específicamente en forma respectiva ð-D-manosa y ð-D-glucosa, ð/ß-D-N-acetilglucosamina, y ß-galactosa.

Los hidratos de carbono se expresan de diferente manera a medida que progresa el desarrollo de la glándula lo que indica la ocurrencia de cambios biomoleculares. Estas diferencias nos permitirán establecer un patrón de expresión de glucoconjugados en hembras al nacimiento y a los 7 días de vida, que sirva como modelo experimental para el estudio de tejidos patológicos en especies de interés zootécnico y en humanos.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula mamaria; 2. Lectina; 3. Ratas.

ESTUDIO DE LA INFLUENCIA DE METABOLITOS DE PENICILLIUM  CITRINUM SOBRE RATONES  BALB-C  Y SUS CRÍAS. (Research on the influence of penicillium citrinum metabolites on balb-c mice and their young). Fuentes Marta. Morfología Normal. Fac. de Bioquímica y Cs. Biol. U.N.L., Argentina.  

Estudios realizados por el grupo de trabajo demostraron que ratones Balb-C alimentados con metabolitos de Penicillium citrinum, presentaban alteraciones anatomopatológicas. En el presente trabajo se estudió la influencia  sobre la preñez.

A dos lotes de hembras preñadas se les administró respectivamente: alimento fermentado con metabolitos de Penicillium citrinum (LF) y alimento comercial sin modificaciones (LC). Todos los animales recibieron comida y agua. Se controló la sobrevida y la evolución del peso de las crías en forma semanal. Una vez efectuado el destete, las mismas recibieron dietas idénticas a las de sus progenitoras y se mantuvieron apareadas para estudiar la preñez una vez llegada la madurez sexual. Después de 90 días,  todos los animales fueron sacrificados para el estudio macro y microscópico de sus gónadas.

En LC sobrevivieron todas las crías. En LF sobrevivieron menos del 50%; las muertes se produjeron durante la lactancia o inmediatamente después del destete. Se observó marcada diferencia de peso, al nacimiento, al destete y al momento de su sacrificio, en las crías pertenecientes a LF, respecto de LC (p<10-4). Ninguna hembra cría de LF logró preñarse durante  el período de apareamiento; las crías de LC, tuvieron ciclos de procreación normales para la especie. Macroscópicamente las gónadas  masculinas presentaron menor tamaño. Microscópicamente se observó, en las hembras, ovarios morfológicamente normales con folículos en maduración y cuerpos lúteos, en tanto que los testículos mostraron signos de degeneración y falta de maduración del epitelio seminífero. Los animales pertenecientes a LC no mostraron anomalías macro ni microscópicas en sus gónadas.

Las anomalías encontradas y la falta de preñez en LF se debería al metabolito fúngico, presuponiendo una incapacidad de fecundación atribuible al macho, cuya alteración testicular correspondería al efecto tóxico producido durante el desarrollo gonadal en la pubertad.   

PALABRAS CLAVE: 1. Micotoxinas; 2. Gónadas; 3. Preñez.

Fuente de financiamiento: CAI+D 2000 - U.N.L.

ESTUDIO DE LA POBLACIÓN DE NEURONAS GNRH EN RESPUESTA A DISTINTAS INTERACCIONES HORMONALES. (Rat GnRH Neurons during different hormonal treatments.) Zucolilli, G.O. Instituto de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias, UNLP, Argentina.  

La regulación de la producción y liberación de la GnRH está sujeta a mecanismos de feedback directos e indirectos, en los cuales intervienen las hormonas esteroides gonadales.

El presente trabajo investiga los cambios en el número de neuronas GnRH asociados a distintas interacciones hormonales. Se utilizaron machos de ratas Sprague-Dawley de 21 días de edad. Los animales se dividieron en 4 grupos (n=2), control, castrado, castrado+testosterona (40µg/día) y antiandrógeno (flutamida 10 mg/día). La castración y los tratamientos se comenzaron 9 días antes del sacrificio que se realizó por sobredosis de anestésico. Los encéfalos fueron perfundidos con formol al 10% y luego se seccionaron en cortes sagitales (40 µm) con micrótomo de congelación. Las secciones fueron incubadas con un anticuerpo monoclonal LRH13 y procesadas mediante el método de avidina-biotina peroxidasa. La evaluación de la población de neuronas GnRH se realizó por conteo de cuerpos neuronales, bajo microscopía óptica, en la banda diagonal de Brocca (DBB), área preóptica (POA), núcleo supraóptico (SON) y supraquiasmático (SCH).

Control
Castrado
Castrado + Test
Antiandrógeno
C1=208
Cx1=244
CxT1=138
F1=364
C2=220
Cx2=172
CxT2=162
F2=320
214±6
208±36000
150±126000
342±2260
Los valores corresponden al promedio ± 3 desvíos standard.

Una muestra tan pequeña (n=2) puede inducir a error si las conclusiones no contemplan la variabilidad de los individuos, sin embargo, puede observarse un patrón estable en los datos obtenidos. Los animales enteros o castrados no muestran variación alguna, sugiriendo que la presencia de cantidades normales de testosterona o la ausencia de ella no determina efectos a corto plazo sobre la producción de GnRH. Los animales con altos niveles de la hormona mostraron un clásico fenómeno de down regulation. Sin embargo, en el grupo con bloqueo de la testosterona (flutamida), aumentó notablemente la cantidad de neuronas GnRH y la inmunoreactividad de las fibras en los sectores del OVLT y eminencia media.

Se discute si durante un tratamiento antiandrógeno, un mecanismo distinto a la acción directa de la testosterona sobre el hipotálamo podría estar involucrado en la up regulation de la producción GnRH.

PALABRAS CLAVE: 1.Neuronas; 2. GnRH; 3. Hipotálamo; 4. Rata; 5. Testosterona.

ESTUDIO DEL DESARROLLO Y PERSISTENCIA DEL CONDUCTO TIROGLOSO Y SU RELACIÓN CON LA EMBRIOGÉNESIS DEL HUESO HIOIDES. (Study of the development and persistance of the thyroglossal duct and its relation with the hyoid embryogenesis). Znaidak, R.; Quiñonez, E.; Sevilla, M. E.; Suárez Velázquez, F.; Sanguinetti, A.; Taverna, M. L. &Romo, C. Cátedra de Histología, Embriología y Genética. Facultad de Medicina Fundación H.A. Barceló, Argentina.  

La embriología forma parte de los conocimientos básicos e indispensables para comprender los complicados procesos que implica el desarrollo de un organismo normal y las apariciones de determinadas patologías. Estas últimas suelen encontrar en la embriología el sustento científico y hacen posible su tratamiento y prevención. En el presente trabajo se indaga acerca del desarrollo del conducto tirogloso, y su íntima relación con el hueso hioides, para comprender la formación del quiste tirogloso. Motiva nuestro interés que dicha patología representa el 70% de las patologías congénitas del cuello. Es nuestra intención conocer los mecanismos del desarrollo de los elementos anteriormente mencionados, y entender por qué el tratamiento quirúrgico (operación de Sistrunk), incluye no sólo la cistectomía, sino también la resección del hueso hioides y tejidos suprahiodeos.

Se utilizaron para el presente trabajo cortes transversales y longitudinales de embriones desde el primer mes de vida intrauterina en adelante; que fueron fijados en formol al 10%, incluídos en parafina y coloreados con técnica habitual de hematoxilina y eosina. Se incluye el estudio macro y microscópico de piezas obtenidas a partir del tratamiento quirúrgico del quiste tirogloso.

Los resultados obtenidos confirman la íntima relación entre el desarrollo del conducto tirogloso y el hueso hioides, existiendo sin embargo tres variaciones respecto al descenso del conducto. La primera que desciende ventralmente respecto al hueso hioides, la segunda que atraviesa el espesor del mesodermo donde se desarrolla el hueso hioides, y la última que lo hace dorsalmente con respecto a éste.  

PALABRAS CLAVE: 1. Conducto tirogloso; 2. Hueso hioides; 3. Operación de Sistrunk.

ESTUDIO HISTOLÓGICO DE LAS GLÁNDULAS SALIVALES DE Dasypus hybridus (MAMMALIA, DASYPODIDAE). (Histological study of the salivary glands of Dasypus hybridus (Mammalia, Dasypodidae).Stella Maris Codón1; Silvia Graciela Estecondo1 & Emma Beatriz Casanave2. Cátedra de Histología Animal1 y Cátedra de Fisiología Animal y CONICET2. Dpto. Biología, Bioquímica y Farmacia, UNS. Bahía Blanca, Argentina. E-mail: smcodon@criba.edu.ar

Se describe la histología de las glándulas salivales de Dasypus hybridus. El material fue procesado según técnicas de rutina.

Se distinguen dos pares de glándulas salivales túbuloalveolares compuestas: parótidas y submaxilares. No se observaron glándulas sublinguales. Existe un reservorio salival relacionado con la submaxilar, con gruesa capa de músculo estriado.

Las parótidas (anteriores) son serosas, con acinos pequeños cuyas células poseen citoplasma basal basófilo y apical acidófilo, núcleos redondeados basales y luz acinar pequeña. Son fuertemente PAS+ y AB pH 2,5. Hay conductos excretores intralobulillares intercalares y estriados, siendo los últimos muy numerosos. También se observan conductos interlobulillares.

Las submaxilares (posteriores) son de gran tamaño. Poseen dos lóbulos que difieren histológicamente e histoquímicamente. El anterior, de menor tamaño, es mixto. Está formado por acinos mucosos pequeños, claros, con citoplasma espumoso y núcleos aplanados localizados contra la base de las células. El componente seroso está formado por semilunas y hay acinos serosos ocasionales. La porción mucosa es fuertemente PAS+ y AB+. La semilunas y acinos serosos son PAS+ y AB. El lóbulo posterior, de mayor tamaño, es mucoso. Los acinos son más voluminosos, oscuros, con citoplasma más homogéneo que en la zona anterior y núcleos aplanados y basales. Los límites celulares son nítidos y la luz acinar es irregular y poco visible. Reaccionan menos intensamente con PAS y AB que los del lóbulo anterior. En ambos lóbulos se observan conductos excretores intralobulillares e interlobulillares. Es notable el gran número de conductos intercalares y estriados en el lóbulo anterior.

Se analizan comparativamente los resultados obtenidos con los reportados para otros mamíferos, especialmente otras especies de armadillos.

PALABRAS CLAVE: 1. Histología; 2. Glándulas salivales; 3. Armadillo; 4. Dasypodidae.

Trabajo subsidiado por SGCYT (UNS).

ESTUDIO LECTINHISTOQUÍMICO DE LA MUCOSA TRAQUEAL DE POLLOS PARRILLEROS VACUNADOS CONTRA BRONQUITIS INFECCIOSA Y NEWCASTLE. (Tracheal mucosa lectinhistochemical study in broilers vaccinaated against infectious bronchitis and newcastle). Ana M. Di Matteo & Irene von Lawzewitsch. Área Histología y Embriología. Facultad de Ciencias Veterinarias.U.B.A. Chorroarín 280 (1427) Buenos Aires. Argentina. dimatteo@fvet.uba.ar

El objetivo de este trabajo ha sido evaluar los cambios histoquímicos y lectinhistoquímicos de la mucosa traqueal de pollos parrilleros vacunados contra Newcastle (NC) y Bronquitis Infecciosa (BI). A los  13 días de edad fueron alojados en  cuatro unidades de aislamiento(U): U1 : Testigo,U2- No vacunados, U3 Vacunados contra  NC (Hitchner B1) y 2º dosis de BI (serotipo Massachusetts). Se obtuvieron muestras de tráquea a los 28 y 45 días, se fijaron en formol- bufferado. Las técnicas aplicadas fueron: H\E, PAS\Azul Alcian pH 0,5 y las siguientes lectinas biotiniladas (l método de peroxidasa directa): Concanavalina A(Con A), Tetranoglobus purpurea (LTL), Arachis hypogea(PNA), Pisun sativa(PSA), Ullex europaeus agglutinin (UEA1, Sophora japonica(SJA), y Glycine max(SBA).

U1(testigo) El epitelio presentó, residuos de L-fucosa, secreciones con abundante  a\b D_N galactosamina y D glucosa y a D manosa,U2(no vacunado): En el primer y segundo muestreo se produjo hipertrofia glandular con abundante a D glucosa y a D manosa, moderada secreción de a/b D N acetilgalactosamina y fucosa, a D glucosa, manosa y fucosa a nivel epitelial, U3 vacunado): Mostraba intensa descamación  epitelial postvacunal (28) días, a los 45 días el epitelio se recuperaba con hipertrofia glandular, abundante secreción de a D N acetilgalactosamina y fucosa pero ausencia de  b galactosa y b D N galactosamina, residuos de a D glucosa y manosa. El carácter de las secreciones en las cuatro unidades fue ácido(AA+) pH:0,5. El epitelio respiratorio de todas las unidades  presentó sitios de marcación para las lectinas biotiniladas pero en el epitelio recuperado del lote vacunado (U3) se observaron modificaciones en la secreción de glicoconjugados con cambios histológicos post-vacunales.

PALABRAS CLAVE: 1. Pollos parrilleros; 2. Mucosa traqueal; 3. Lectinas; 4. Bronquitis infecciosa; 5. Newcastle.

Financiamiento: UBACYT-TV-40.

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DE LA POBLACIÓN DE NEURONAS GNRH EN EL HIPOTÁLAMO DE LA RATA DURANTE EL ENVEJECIMIENTO. (Morphometric study of the rat hypothalamic GnRH neurons during aging). Silvia, L.B.; Sánchez, H. L. y Zuccolilli, G. O. Instituto de Anatomía Facultad de Ciencias Veterinarias UNLP, Argentina.

La hormona liberadora de gonadotrofinas (GnRH) es un decapéptido, sintetizado por neuronas secretonas ubicadas en el hipotálamo, liberada en los vasos de la eminencia media (EM) para regular la producción de las hormonas gonadotróficas hipofisiarias, foliculoestimulante (FSH) y luteinizante (LH). El proceso de envejecimiento determina cambios en los neurotrasmisores hipotalámicos, descenso del nivel de GnRH y de los niveles séricos de FSH y LH. El presente trabajo investiga los cambios morfométricos asociados con el envejecimiento de la población de neuronas GnRH en ratas de distintas edades. Se utilizaron ratas Sprague-Dawley, hembras jóvenes (6 meses), viejas (24 meses) y seniles (32 meses), sacrificadas por decapitación, los encéfalos fueron extraídos y fijados con formol al 10%. Se obtuvieron cortes coronales (40 µm) del hipotálamo utilizando micrótomo de congelación, previa recuperación antigénica, las secciones fueron incubadas con un anticuerpo monoclonal LRH13 y procesadas mediante el método de avidina-biotina peroxidasa. La medición de los cuerpos neuronales se realizó utilizando un analizador de imágenes; los parámetros medidos fueron comparados utilizando la prueba ¨t¨ de Student. Las neuronas GnRH se encontraron principalmente en la banda diagonal de Brocca (DBB), y área preóptica (POA). El análisis morfométrico de los cuerpos neuronales reveló diferencias significativas (p<0.01)* entre el grupo de animales seniles respecto a los viejos, sin embargo, no pudieron constatarse variaciones significativas (p>0.05) en los animales jóvenes.

La morfometría de la población de neuronas GnRH del hipotálamo de ratas seniles, mostró una gran variación en los tamaños celulares, los cuales midieron desde 34 hasta 207 µ3. Es evidente que los patrones alterados de hormonas ováricas ejercen un efecto difícilmente cuantificable sobre la morfología de la población neuronal estudiada. Sin embargo, es notable la disminución del tamaño de los somas a la edad de 24 meses, coincidente con una declinación de la fertilidad.

Parámetros
Animales Jóvenes (2)
Animales Viejos  (2)
Animales Seniles (2)
 
DBB
POA
DBB
POA
DBB
POA
Area celular
86.9 ± 28.1
82.1± 24.9
48.8 ± 6.2
77.0 ± 38.3
119.1± 69.3*
130.9±32.2*
Diámetro mayor
13.9 ± 2.5
1 4.2 ± 3.94
9.5 ±  0.9
12.2 ± 2.6
17.5 ±7.5*
16.1± 1.7*
Diámetro menor
7.1  ± 0.8
7.2  ± 1.2
5.7 ± 0.6
7.0 ± 2.4
7.6 ± 1.8
9.5 ± 1.7
Perímetro
37.6 ±  6.1
36.5 ±  8.06
25.5 ± 2.3
33.6 ± 7.1
43.6± 15.8*
45.7 ± 5.8*
Los valores corresponden al promedio ± desvío standard.

PALABRAS CLAVE: 1. Neuronas; 2. GnRH; 3. Hipotálamo; 4. Rata; 5. Envejecimiento.  

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DEL DESARROLLO POSTNATAL DEL EPIDÍDIMO EN PACIENTES CRIPTORQUÍDICOS. (Morphometric study of the postnatal development of the epididymis in patients affected by crytorchidism). Rodríguez, A.; Rojas, M. A.; Nistal, M.; Regadera, J.; Mariño, J. M. ICBM Universidad de Chile, Departamento Patología y Departamento de Cirugía Pediátrica, Hospital La Paz, Madrid. Departamento de Morfología, Universidad Autónoma de Madrid, España.

La criptorquidea es una de las causas de infertilidad masculina. En el presente trabajo se estudió mediante morfometría el desarrollo postnatal del epidídimo humano criptorquídico, en comparación con el epidídimo normal. La muestra se dividió en 6 grupos etarios: epidídimos de niños criptorquídicos de 1 a 4 años de edad, epidídimos de niños normales de 1 a 4 año, epidídimos de niños criptorquídicos de 5 a 14 años, epidídimos de niños normales de 5 a 14 años, epidídimos de postpúberes y adultos criptorquídicos de 14 a 60 años y epidídimos de postpúberes y adultos normales de 14 a 60 años de edad.

Se evaluaron los siguientes parámetros mediante análisis de imágenes en cortes transversales de los conductillos eferentes y del conducto epididimario: Área total ductal, área luminal, área muscular y altura epitelial.

Las áreas total ductal y muscular aumentaron progresivamente en todas las regiones del epidídimo. Se observó un crecimiento significativo y del conducto epididimario durante el periodo de madurez testicular (10 a 14 años de edad), especialmente en la porción caudal del epidídimo (p<0.0001). El área total en la región caudal del conducto del epidídimo en el adulto fue tres veces más grande que en el cuerpo del epidídimo y cinco veces más grande que en la cabeza. En los niños criptorquídicos las áreas total ductal y muscular de los conductillo eferentes y del conducto epididimario estaban disminuidas (p<0.001). En los adultos criptorquídicos el intersticio estaba aumentado y era rico en colágeno; el área total ductal estaba disminuida en todos los conductos (p<0.001), excepto en la cauda donde estaba aumentada y la altura epitelial de las células principales era menor que en los normales (p<0.005).

Los pacientes afectados por criptorquidismo inguinal o abdominal no solo son portadores de una disgenesia testicular, sino que también presentan alteraciones primarias en el epidídimo. Se sugiere que estas malformaciones pueden estar relacionadas con anomalías secundarias de la receptividad androgénica, ya que no se ha demostrado un efecto androgénico en el criptorquidismo unilateral.

PALABRAS CLAVE: 1. Desarrollo postnatal; 2. Epidídimo; 3. Criptorquídea.

ESTUDIO MORFOMÉTRICO DE NEURONAS INMUNORREACTIVAS A LA HORMONA LIBERADORA DE GONADOTROFINAS (GNRH) DURANTE LA MIGRACIÓN FETAL EN EL BOVINO (Bos taurus). (Morphometric study of immunoreactivity Gonadotropin-releasing hormone neurones during the bovine fetal migration). Soto, A. T.1; Zucolilli, G.2. 1Instituto de Teriogenología. 2Instituto de Anatomía, Fac. Ciencias Veterinarias, U.N.L.P., Argentina.

Estudios realizados en embriones y fetos de diferentes vertebrados, han demostrado que las neuronas productoras de la hormona liberadora de gonadotrofinas (GnRH) se originan en la placa olfativa y migran a través de diferentes estructuras anatómicas para tomar su localización encefálica final. El propósito del presente trabajo fue describir la morfometría de las neuronas GnRH durante la migración fetal en el bovino, comparando las halladas en la región naso-olfatoria con respecto a las encefálicas. Los fetos n=2 fueron obtenidos inmediatamente post-mortem, con edades de 46±2 y 57±7 días, estimadas a partir de las ecuaciones enunciadas por Kähn (1994). Las cabezas de los fetos, previa fijación, fueron seccionadas mediante un micrótomo de congelación en cortes sagitales de 45 µ de espesor. Las secciones fueron incubadas con un anticuerpo monoclonal (LRH13) en una dilución de 1/2500 y procesados mediante el método de avidina-biotina peroxidasa. La reacción inmunohistoquímica fue revelada mediante diaminobenzidina (DAB). Los cortes fueron montados y coloreados. El conteo y la morfometría neuronal (eje mayor y menor, perímetro y área) se realizó mediante un analizador computarizado de imágenes. Los datos fueron sometidos estadísticamente a un análisis de varianza. No se comprobó reacción inmunohistoquímica en el feto de menor edad. En el de mayor edad, se estimó una población de 1074 neuronas inmunoreactivas a GnRH, de las cuales el 72,9% se hallaban en la región nasal y las restantes en el prosencéfalo medio y ventral. Las mismas fueron visualizadas en grupos alrededor de vasos sanguíneos de la cavidad nasal, en el septo nasal y órgano vomeronasal, atravesando la lámina cribosa del etmoides y en el prosencéfalo. Se encontraron diferencias significativas para el área (P=0.001), eje mayor (P=0.01) y menor (P=0.01) de las neuronas GnRH presentes en la región naso-olfatoria con respecto a las encefálicas. Sin embargo, no se encontraron diferencias significativas para el perímetro (P=0.31). La morfología neuronal se caracterizó por tipos celulares bipolares sin reacción nuclear, presentándose las neuronas GnRH ubicadas en la región encefálica de menor tamaño y mayor redondez. Se constató la derivación olfatoria y la posterior migración de las neuronas GnRH en la especie bovina.

Neuronas
n
Eje mayor(µ) Eje menor (µ) Área (µ2) perímetro
Nasales
222
19,65±7,65a 10,03±3,35c 156,24±93,8e 58,1±24,98
Encefálicas
048
16,78±5,82b 8,79±2,92d 109,19±55,57f 54,17±20,4
Totales
270
19,14±7,43 9,8±3,3 147,88±89,96 57,4±24,24
Los valores corresponden a la media ± desvío standard a,b:(p=0.01); c,d:(p=0.001); e, f. (p=0,001)

El mayor tamaño de las neuronas de la región naso-olfatoria sugiere que este tipo celular es más primitivo e indiferenciado, pudiendo conservar la propiedad de dividirse de los neuroblastos.

PALABRAS CLAVE: 1. Bovino; 2. Feto; 3. Neuronas GnRH.

ESTUDIO RADIOLÓGICO DE FACTORES ASOCIADOS EN LA ESTABILIDAD CRÁNEOCERVICAL DEL GRUPO ÉTNICO MAPUCHE. (Radiological study the asociated factors in the craniocervical stability of the mapuches ethnic group). Henríquez, J.; Fuentes, R.; Sandoval, P. & Muñoz, A. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera, Temuco, Chile.

Se realizó un estudio anatomorradiológico de casos para evaluar la estabilidad ortostática cráneocervical en 45 adultos jóvenes de sexo masculino del grupo étnico mapuche. El análisis se realizó en telerradiografías, utilizando el cefalograma de Rocabado para evualuar la posición del triángulo hiodeo, el ángulo posteroinferior y el espacio C0-C1. La curvatura cervical se evaluó a través de la técnica descrita por Penning.

En el análisis del ángulo posetroinferior, la media fue de 91.2 ± 7.4, encontrándose por debajo del rango normal, en la distancia C0-C1 la media fue de 9.5± 3.4 mm, promedio levemente sobre el rango normal. En el triángulo hiodeo se observaron 27 (60,0%) sujetos con este parámetro normal. La medición de la columna cervical arrojó un alto porcentaje de alteración con un 80% y solo un 20% de curvatura normal. Se encontró que el ángulo posteroinferior no es necesariamente una medida complementaria con el espacio C0-C1 para determinar la posición del cráneo sobre la columna vertebral.

Se concluye que existen diferencias morfológicas importantes en los valores promedio de las variables estudiadas, comparado con los parámetros normales del cefalograma descrito por Rocabado y con un estudio realizado en individuos no mapuches.

Nuestros resultados son complementarios con estudios realizados por otros investigadores que señalan diferencias morfológicas de la etnia mapuche a los no mapuches.

PALABRAS CLAVE: 1. Alteraciones craneocervicales; 2. Columna cervical; 3. Etnia mapuche.

Financiamiento: proyecto DIDUFRO-EP-2114 Dirección de Investigación y Desarrollo, Universidad de La Frontera.

ESTUDIOS ANATÓMICO, HISTOLÓGICO E HISTOQUÍMICO DE LA GLÁNDULA BULBOURETRAL DE CONEJO (Oryctolagus cuniculus). (Anatomical, histological and histochemical studies of the bulbourethral gland of the rabbit (Oryctolagus cuniculus). Bélgica Vásquez & Mariano del Sol. Facultad de Medicina, Universidad de La Frontera, Casilla 54-D, Temuco, Chile.

El objetivo del trabajo fue conocer algunos aspectos anatómicos, histológicos e histoquímicos de la glándula bulbouretral de conejo  (Oryctolagus cuniculus), para establecer las bases para su  estudio morfofuncional.

Se utilizaron 5 conejos  (Oryctolagus cuniculus), obtenidos del Bioterio de la Facultad de Medicina de la Universidad de La Frontera, Chile, durante el periodo de máxima reproducción. Se disecó con la ayuda de una lupa ransor  la región pélvica, retirándose en bloque los componentes anatómicos del aparato genital.  Se disecaron las estructuras anatómicas cuyos conductos terminaban en la uretra y se aisló la glándula bulbouretral. Las muestras se fijaron en Bouin  y procesadas para su inclusión en paraplast. Se realizaron cortes seriados de 5 µm de espesor los cuales fueron teñidos para su observación histológica e histoquímica. El estudio morfológico y las fotografías se realizaron con un microscopio Carl Zeis, Axiolab, con cámara MC 80 DX.

Los resultados muestran que la glándula bulbouretral del conejo es única, rodeada por el músculo bulboglandular y una cápsula fibrosa. De forma cuboidea, alargada en sentido anteroposterior, con ductos cortos que se abren en la pared posterior de la uretra. La glándula se encuentra relacionada con la próstata y parapróstata y está muy vascularizada. Es de tipo alveolar, cubierta de tejidos muscular estriado y conectivo, formado principalmente por fibras colágenas y elásticas, las cuales penetran en su interior dividiéndola en dos lóbulos y subdividiendo cada uno de ellos en lobulillos menores. El estudio histoquímico reveló la presencia de gránulos de glucógeno, mucosustancias neutras y ácidas sulfatadas y no sulfatadas.

La diferencia morfológica observada en la población celular en la glándula bulbouretral del conejo se debe, posiblemente, al estado secretorio en que se encuentra.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula bulbouretral; 2. Anatomía 3. Histología; 4. Histoquímica; 5. Conejo.

EVALUACIÓN ANGIOGRÁFICA DE VARIANTES DEL COMPLEJO DE LA ARTERIA COMUNICANTE ANTERIOR. (Angiographic evaluation of the varieties of the Anterior Communicating Artery Complex). Moreno, Gabriel; Garbugino, Silvia & Suazo, Luis. Centro Endovascular Neurológico Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina

Los estudios angiográficos permiten visualizar la vascularización cerebral en detalle, por lo cual se puede efectuar el análisis de las variantes anatómicas del Complejo de la arteria comunicante anterior (ACA) y correlacionarlas con las ya descritas en la literatura anatómica y quirúrgica.

Se analizan  en forma retrospectiva 57 angiografías digitales de pacientes con aneurismas de ACA; se evaluaron las  características de la arteria cerebral anterior en sus segmentos pre comunicante, comunicante anterior propiamente dicho, post comunicante y de sus ramos perforantes.

Se observó dominancia de la arteria cerebral anterior derecha en 20 casos y de la izquierda en 27 con isodominancia en 10. El  segmento pre comunicante derecho presentó hipoplasia en 19, agenesia  en 1 y dilatación fusiforme en otro; el izquierdo hipoplasia en 7 casos. En uno se observó duplicación de la comunicante anterior y en otro estaba ausente. En el segmento post comunicante se observó una arteria media del cuerpo calloso en un solo caso. Las arterias perforantes se originaban en 6 casos del segmento precomunicante; en 9 de la comunicante anterior; 36 en la unión entre estas dos últimas y en 47 del segmento post comunicante,  no observándose en un sólo caso y observándose reemplazo por arterias estriadas mediales en 15.

La anatomía angiográfica permitió identificar las variantes en estudio y se correlacionó con las series similares pero difirió de las series anatómicas cadavéricas; se deduce por tanto que la hipoplasia y la dominancia de los segmentos pre comunicantes de ACA serían factores predisponentes de enfermedad aneurismática de esta localización.

PALABRAS CLAVE: 1. Angiografía; 2. Vascularización cerebral; 3. Comunicante anterior.

EVALUACIÓN COMPARATIVA DE LA DISTRIBUCIÓN DEL TEJIDO ADIPOSO CORPORAL EMPLEANDO LOS ÍNDICES CINTURA CADERA Y OMBLIGO CADERA EN UNA MUESTRA POBLACIONAL VOLUNTARIA DE AMBOS SEXOS EN LA REGIÓN DE VALPARAÍSO, CHILE. (Comparative assessment of body fat tissue distribution through the waist/hip and navel/hip indexes in a voluntary population sample of both sexes in Valparaiso's region. Chile). Atilio Aldo Almagià Flores1; Alvaro Gurovich M2., Daniza Ivanovic M.3; Enrique Cabrera G.1; Triana Toro D.1; Claudio Maffet C.1; Octavio Binvignat G.4; Juan Pablo Zavala C.1 Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana. Instituto de Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de Kinesiología; 3INTA, Universidad de Chile; 1Faculdade da Serra Gaúcha, Brasil. Email: aalmagia@ucv.cl

Frente al alarmante incremento de la obesidad en el mundo, se ha visto la necesidad de aplicar algunos índices antropométricos que nos faciliten el diagnóstico de sobrepeso u obesidad. Tradicionalmente se emplea el BMI (body mass index), pero se hace necesario determinar la distribución del tejido adiposo corporal como factor de riesgo que gatillará diversas enfermedades. El objetivo fue evaluar y comparar la distribución de grasa corporal en ambos sexos a través de los índices cintura cadera y ombligo cadera.

Se seleccionaron 140 sujetos voluntarios de ambos sexos de edades promedio de 32.45. Max=70.09, Min=15.10, DS=15.87 con un coeficiente de variación de 48.90, que presenten, índices de BMIž a 25 y a < 25. Se emplea tallímetro, balanza, cinta de acero flexible, lápiz dermográfico, ficha para variables y software antropométrico y estadístico. Se aplica protocolo internacional de la ISAK y protocolo Ministerio de Salud de Chile para medir perímetros de cintura y cadera y perímetro ombligo cadera con sus respectivos índices de riesgo.

Resultados: proporción de riesgo ICC hombres 33.33% (DE 0.061) y mujeres 41.25% (DE 0.055). Proporción de riesgo IOC hombres 15.00% (DE 0.046) y mujeres 68,80% (DE 0.052). El ICC nos entrega un 37% de sujetos de ambos sexos con factores de riesgo, en cambio el IOC diagnostica un 45,/% de la muestra con riesgo. El ICC indica un 62,3% de mujeres con riesgo y el IOC un 84,4% con factores de riesgo para la salud.

Analizados el valor estadístico X2, y los intervalos de confianza P hombres y mujeres y los resultados obtenidos por ambas metodologías en hombres y mujeres, nos planteamos la duda de la aplicabilidad para nuestra población de los IOC y ICC en forma inequívoca y sugerimos el empleo ICC que está validado internacionalmente y que tendría una estrecha relación con los resultados obtenidos por el BMI.

PALABRAS CLAVE: 1. Índice cintura cadera; 2. Antropometría; 3. Grasa corporal.

Financiamiento: proyecto de Investigación 122.765/01 Dirección de Investigación, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

EVALUACIÓN DE IMPACTO: LA ELABORACIÓN DE UNA REVISTA COMO ESTRATEGIA DE ENSEÑANZA. (Impact evaluation: The production of magazine as teaching strategy).Brutti, N.I.; Manzur, S.B.; Corfield, I.; Ojeda, S.; Nitri, M.E. Cátedras de Anatomía / Fisiología y de Antropología - Escuela de Nutrición - Facultad de Ciencias Médicas, U.N. Córdoba y Facultad de Bromatología, U.N. Entre Ríos, Argentina.

Las Cátedras de Anatomía y Fisiología, y Antropología de las Licenciaturas de Nutrición y Bromatología de las Universidades Nacionales de Córdoba y de Entre Ríos, desarrollaron como estrategia educativa la elaboración de una revista. Se acercó al alumno un menú temático para que elabore un artículo científico donde manifieste una interpretación particular del tema, con la finalidad de desarrollar sus capacidades de análisis, integración y transferencia de conocimiento desde asignaturas básicas, como también las de investigación, organización y gestión.

El objetivo fue evaluar el impacto de la elaboración y publicación de una revista como estrategia de enseñanza de la Anatomía y Fisiología en la Licenciatura de Nutrición y Bromatología.

Se tomó una muestra aleatoria correspondiente al 10%  de los alumnos y docentes de ambas universidades. Fue dividida en tres grupos, el primero (G1) integrado por alumnos que participaron en la elaboración de la revista, el segundo (G2) por alumnos que no participaron en la producción, y otro, (G3) constituido por docentes. A cada grupo se le entregó una encuesta con preguntas semiestructuradas a las que se asignó una clasificación mínima de 1 y máxima de 5. En G1 se evaluó las variables: proceso de la producción, significación para la enseñanza y organización y gestión mientras que en G2 , estructura de la información, transferencia de aprendizajes, expresión  lingüística y diseño gráfico. La encuesta de G3 estuvo destinada  a evaluar si la revista como estrategia y producción debía ser rechazada, reformada o utilizarse sin reformas. Los resultados fueron analizados estadísticamente y validados con test pertinentes, con un valor p<0,05.

Se encontró que los promedios más bajos fueron para organización y gestión (4,15), expresión lingüística (4,13) y diseño gráfico (3,94), lo que manifiesta las dificultades del alumno en el manejo de herramientas organizativas y trabajos autogestionados, como también en la expresión escrita y gráfica. Estos aspectos deberían ser superados a través de la adquisición de mayor experiencia en su tránsito universitario. Los puntajes más altos fueron para la significación de la enseñanza (4,40), estructura de la información (4,20) y transferencia de aprendizaje  (moda 5), variables conspicuas para validar la revista como estrategia pedagógica. El promedio para el proceso fue mayor a medida que avanzaba, dato lógico en el marco del aprendizaje. La encuesta realizada a los docentes reveló la aceptación de la revista como estrategia educativa válida para la enseñaza de la Anatomía y Fisiología, pero que sería necesario realizarle reformas; conclusión que comparten las autoras acorde a la experiencia vivida y a los resultados obtenidos en el presente trabajo.

PALABRAS CLAVE: 1. Revista; 2. Estrategia de enseñanza, 3. Integración; 4. Aprendizajes significativos.

EVALUACIÓN DE LOS TEXTOS EMPLEADOS EN DOS ASIGNATURAS DIFERENTES DE LA CURRICULA DE LA CARRERA DE CIENCIAS BIOLÓGICAS: UN ENFOQUE SOBRE LA COMPRENSIÓN. (Evaluation of textbook used in two different subjects of the biological sciences curriculum: a focus on comprenhension). Cabranza M. & Celaya G. Cátedra de Morfología Animal, Escuela de Biología, Facultad de Ciencias Exactas, Físicas y Naturales, Universidad Nacional de Córdoba, Argentina.

Los libros textos han sido y son el material curricular más utilizado para la enseñanza de las ciencias, en todos los niveles de instrucción. La contribución que realizan en la educación en ciencias, es de interés educativo por su relevancia en el proceso de enseñanza y aprendizaje. Es conocido que la lectura, es una actividad entre otras, que les permite a los alumnos abordar los conocimientos científicos para realizar un aprendizaje significativo. Los inconvenientes que tienen algunos alumnos para concretar sus aprendizajes, pueden ser atribuidos a numerosos factores, entre los cuales se destaca la falta de comprensión de los textos. Evaluar los aportes que realizan los textos, requiere disponer de criterios que permitan su análisis y comparación, en base a ello es posible fundamentar su elección y hacer uso flexible del mismo, conociendo sus ventajas e inconvenientes (Carranza et al., 2001).

En este estudio, se analizaron los textos empleados en dos asignaturas de distintos ciclos de la curricula de la carrera de Ciencias Biológicas, con el propósito de conocer el uso que hacen los alumnos de los textos e identificar algunas estrategias cognitivas que emplean para la comprensión. Para análisis de los libros, se recabó la opinión de dos grupos diferentes de alumnos sobre los libros utilizados, a través de encuestas elaboradas para tal fin. Estas se implementaron al finalizar los cursos de Morfología Animal del ciclo básico y el Taller de Actualización en Histología (optativa) del ciclo superior, de modo que se reflejara la interacción entre los estudiantes y el libro. Los datos expresados en valores porcentuales, indicaron que los alumnos del ciclo básico, tienen mayor dependencia del texto para obtener la información específica. Existen diferencias entre los alumnos de ambos ciclos, sobre el concepto de lo que se entiende, por información actualizada de un texto. En el ciclo básico y superior, utilizan en forma limitada los textos, observándose una falta de valoración de la importancia de los conocimientos previos para integrar la nueva información. La competencia textual y cognoscitiva, no está totalmente desarrollada en el ciclo básico. Los alumnos del ciclo superior evalúan y controlan mejor su comprensión, pero aún tienen dificultades para afianzar la competencia metacognitiva. Son lectores con distintos niveles de experiencia, de acuerdo a su entrenamiento y capacidad lectora.

De este análisis, se desprende que conocer los textos para flexibilizar su uso e implementar estrategias que faciliten la comprensión, con el propósito de enseñar a «aprender a aprender» y a comprender lo que leen, es de interés educativo.

PALABRAS CLAVE: 1. Evaluación; 2. Textos; 3. Asignaturas.

EVOLUCIÓN DE PROCESOS DE COMPRENSIÓN EN ESTUDIANTES DE MORFOLOGÍA: SU EVALUACIÓN MEDIANTE MAPAS CONCEPTUALES. (Advances achieved in morphology student's understanding. Mind maps usedas an evaluation tool). Costamagna, Alicia M. Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

Es necesario  implementar  estrategias didácticas que orienten al estudio del organismo humano como una unidad integrada e indivisible. Los mapas conceptuales muestran las relaciones jerárquicas entre conceptos de la disciplina, y son válidos tanto para presentar y trabajar los contenidos, como para ser utilizados como  herramienta de evaluación. Pueden utilizarse para establecer nexos  dentro de una misma unidad, o para interrelacionar las distintas unidades del programa. El propósito del trabajo es utilizar mapas conceptuales para evaluar, en dos instancias diferentes y en forma comparativa, los logros de los alumnos acerca de la comprensión del organismo humano desde un enfoque integral.

En el taller integrador, al finalizar el cursado de la asignatura, los alumnos elaboran un mapa conceptual, como expresión del conocimiento alcanzado, trabajando en forma grupal y a libro abierto. El mismo mapa conceptual es corregido y/o ampliado, al momento de la evaluación sumativa, que corresponde al examen final de la asignatura. Esta segunda instancia evaluativa, es precedida por el estudio individual intensivo.

En ambas evaluaciones se seleccionan cinco ítems para conformar una escala de puntuación de resultados, a saber: Jerarquización, Interrelación, Explicitación de nexos, Corrección y Profundización del contenido.

La comparación de las calificaciones obtenidas muestra un incremento promedio del 14,4% en el examen final. El mismo varía según el ítem considerado, y se hace significativo en Interrelación y Corrección del contenido. También hay diferencias importantes en Explicitación de nexos y Profundización del contenido; no así en Jerarquización de los conceptos.

Los mapas conceptuales permiten evaluar la evolución del conocimiento de los alumnos, constituyendo una expresión de procesos de interrelación. Hacen así posible discriminar si el rendimiento resultante proviene de niveles de comprensión o de aprendizajes  memorísticos.

PALABRAS CLAVE: 1. Mapas conceptuales ; 2. Evaluación; 3. Evolución; 4. Comprensión.

Financiamiento: CAI+D - 96. U. N. L.

EXPLORACIÓN DEL GUIÓN SITUACIONAL «PREPARACIÓN DE UN EXAMEN FINAL» EN ALUMNOS DE LA FACULTAD DE CIENCIAS VETERINARIAS: UN ESTUDIO COMPARATIVO. (An exploration into the situational script «Final examination preparedness» about students of school of veterinary science: a comparative study). Sánchez, H. L. & Silva, L. B. Instituto de Anatomía, Facultad de Ciencias Veterinarias de la U. N. L. P., Argentina.

Los guiones son paquetes de información relativos a ámbitos o situaciones convencionales. Incluyen personajes, objetos y acciones que están asociados a nuestra experiencia. Investigaciones realizadas en el ámbito de la Inteligencia Artificial desarrollaron la idea de guión (script) que ha llegado a construir la concepción del esquema mental más representativa. La Psicología Cognitiva trató de verificar la entidad psicológica de los guiones a través de diversos estudios descriptivos, demostrando que los guiones mediatizan los procesos de comprensión de historias, haciéndonos entender más de lo que está explícito en el texto.

La codificación y el recuerdo también están determinados en gran medida por la activación de los guiones. Además, tienen un valor prescriptivo, al proporcionar información sobre las metas y patrones de conducta aceptables en situciones convencionales.

El objetivo de este trabajo fue explorar en dos grupos de alumnos el guión situacional «preparación de un examen final» y hacer un análisis comparativo entre ambos. Se utilizaron para la práctica efectuada en dos grupos de alumnos pertenecientes a la carrera del Doctorado en Ciencias Veterinarias. El primer grupo fue de 10 alumnos que cursan el segundo año de la carrera y el segundo grupo fue de 10 alumnos que cursan cuarto y quinto año de dicha carrera. Se proporcionaron a los alumnos hojas en blanco, encabezadas con la siguiente consigna: «Describa las acciones normales que ejecuta para la preparación de un examen final». Se les solicitó a los alumnos que las respuestas fueran anónimas y que solamente pusieran el año de la carrera que cursaban. Los resultados mostraron que en ambos grupos de alumnos hubo un gran consenso al describir las acciones del guión, lo cual demuestra que se trata de estereotipos culturales compartidos. De todos modos la estructura interna de un guión no es homogénea, sino que es difusa, esto significa que no todos los eventos son igualmente representativos; algunos se pueden considerar más típicos o centrales que otros y es precisamente en estos donde hay más coincidencias entre los sujetos. Solamente se observaron diferencias entre los grupos en tres acciones. Los alumnos del segundo año (3) manifestaron «repasar por bolillas», mientras que los alumnos del cuarto y quinto año manifestaron «fijar los temas estudiados» (5) y «buena presencia para el examen» (3). Se comprobó que este guión probablemente se aprenda con el curso de la experiencia y el orden en que las experiencias se suceden no es fijo, se aprende al experimentarlo varias veces y se vuelven a reelaborar con cada nueva experiencia. Maneja situaciones cotidianas esquematizadas, no está sujeto a muchos cambios ni tampoco ofrece los mecanismos para tratar sitiuaciones nuevas.

PALABRAS CLAVE: 1. Guiones situacionales; 2. Docencia; 3. Examen; psicología cognitiva.

FASCIA PELVIANA:SU RELACIÓN CON EL PROLAPSO UROGENITAL. (Pelvic Aponeurosis:Relationship with the urogenital prolapse). Martínez, Domingo & León, Norma. Cátedra de Anatomía Humana. Universidad Nacional del Sur.Tres de febrero 530, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina.

Las alteraciones de las estructuras de soporte del aparato genital femenino dan manifestaciones patológicas urinarias y genitales importantes. Hay tres sistemas  de suspensión pelviana: 1) Fascia endopélvica y sus condensaciones seudoligamentosas (Paracervix, pliegue rectouterino y fascia pubovesicocervical); 2) El sistema de sustentación compuesto por el diafragma pélvico, diafragma urogenital y sistema esfinteriano, 3) Sistema de contención compuesto por las fascias uterovaginal, vesicorectal y cinta perineal. El objetivo fue identificar la relación entre las alteraciones de la fascia pelviana con uretrocele y/o cistocele.

Se identificaron en pacientes sometidas a cirugía por procedimiento retropubiano los defectos de una relajación sintomática las áreas del cuadrante anterior de la pelvis que daban como resultado un cistouretocele con incontinencia de orina de esfuerzo.

No se encontraron prolapsos (colpocele anterior con cistocele o uretrocele) si no hubo distensión, desgarro o atrofia de la fascia vesicovaginal. De la misma manera que si existe lesión de la fascia rectovaginal se produce colpocele posterior con rectocele  alto y rectocele bajo si es de cuña perineal.

PALABRAS CLAVE: 1. Fascia pélvica; 2. Prolapso urogenital.

FASCÍCULO TIBIAL DEL LIGAMENTO TALOFIBULAR POSTERIOR. (Fascicle tibial of the talofibular posterior ligament). Terraes,  R. H.; Lagraña, R.; Recalde, F.; Melnechuk, P.; & Zárate Ninamango P. Cátedra II Anatomía Humana Prof. Dr. Terraes, Antonio R. Facultad de Medicina, U.N.N.E Sargento Cabral 2.001 - C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Este es un trabajo de revisión de la frecuencia en que se encuentra el fascículo tibial del ligamento talofibular posterior de la articulación talocrural.

Utilizamos 20 piernas de amputación de personas adultas, previamente formolizados. Efectuamos las disecciones, abordando la articulación talocrural por vía posterior, desinsertando previamente el tendón calcáneo y reclinando el tendón  del músculo flexor largo del hálux.

Encontramos que en el 80 % de los casos  existe el fascículo oblicuo ascendente de inserción tibial, del ligamento fibulotalar posterior el cual se mantiene independiente desde el sitio de origen (en la fosa maleolar) ascendiendo oblicuamente hacia el maléolo medial, algunas fibras se mezclan con la cápsula y las superiores llegan a la tibia.

De acuerdo a nuestras disecciones el fascículo tibial se presenta  en la mayoría de la piezas estudiadas; en el lado derecho es constante siempre, en tanto que el izquierdo en 4 (cuatro) casos no lo encontramos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación talocrural.

FOLÍCULOS LINFÁTICOS EN INTESTINO DE RATONES ESTIMULADOS CON LACTOBACILOS. (Lymphatic follicles in the intestine of mice stimulated by means of lactobacilli).Costamagna, Alicia.Cátedra de Morfología Normal. Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

Se ha estudiado el efecto sobre la inmunidad  inespecífica que produce la administración oral de Lactobacillus acidophilus y casei en ratones. También se ha demostrado un aumento de Inmunoglobulinas A secretoria y sérica, bajo esas condiciones.

Cortes histológicos de intestino delgado muestran incremento en la infiltración linfocitaria  relacionada a  una mayor protección frente a infecciones intestinales provocadas. Nos proponemos investigar posibles modificaciones morfológicas del sistema linfático difuso y nodular a nivel del tubo digestivo, que permitan dilucidar mecanismos que ocurren por efecto de la estimulación del sistema inmunológico,  mediante la administración de alimentos probióticos.

Ratones Balb-c son suplementados en su dieta habitual con leche probiótica Bio (conc. 106   de L. acidophilus y L. casei) diluida al 20 %, en reemplazo del agua de bebida (grupo experimental) . Al cabo de 2 días son sacrificados, y disecado el intestino en su totalidad. Trozos sucesivos de 1 cm  son fijados para procesamiento histológico por la técnica de parafina. De igual manera se procede con otro lote de ratas  control, a la que se le administra solamente dieta habitual y agua ad libitum. Muestras de ambos lotes son teñidas con coloraciones habituales y examinadas al microscopio, en sus distintos tramos, para detectar hipertrofia y/o hiperplasia de folículos linfáticos.

Intestino delgado: La presencia de escasos folículos aislados en la submucosa de ratas pertenecientes al grupo control contrasta con las muestras pertenecientes al grupo experimental donde se observan abundantes folículos aislados y confluyentes en  extensas placas ñinfáticas, en cantidad considerable. Intestino grueso:  No se aprecia diferencia significativa en los tramos observados de intestino grueso, respecto a la cantidad y/o tamaño de los nódulos linfáticos.

La sola presencia de los lactobacilos, aún sin existencia de infección provocada previamente, produce una estimulación inmune evidenciada en hipertrofia de tejido linfático intestinal.

PALABRAS CLAVE: 1.Folículos linfáticos; 2. Activación inmunológica; 3. Probióticos.

Financiamiento:  CAI+D 2000 - U.N.L.

GUÍAS DE TRABAJOS PRÁCTICOS COMO RECURSO DIDÁCTICO PARA ORIENTAR EL APRENDIZAJE DEL ALUMNO. VERSUS. ENTORNOS DE APRENDIZAJE Y MICROMUNDOS. ALTERNATIVA EDUCATIVA. PARTE I. (Study guide works as a sidactic resource to lead the student's learning. versus environments of learning and microworlds. Education Alternative. Part 1). Giambartolomei, Luis Augusto. Cátedra B de Anatomía, Fac. Odontología, Universidad Nacional de Córdoba, Córdoba, Argentina.

El   reducido número de docentes con que cuenta la Cátedra en la que nos  desempeñamos (Cátedra "B" de Anatomía - Facultad de Odontología - Universidad Nacional de Córdoba), el escaso material docente con que se dispone y el elevado número de alumnos originan un defasaje entre la demanda estudiantil y la oferta de recursos didácticos institucionales, no muy adecuado cualicuantitativamente con las necesidades formativas e informativas que requieren los alumnos.

Enseñar, es un desarrollo pedagógico, donde se distinguen tres pilares fundamentales, el docente, el alumno, y el medio en que este proceso se desarrolla. Proceso que trasladado a  Clases prácticas, son el verdadero desafío, por lo anteriormente expresado. Entonces navegando 1ro. Por el trabajo en base al empleo de entornos de aprendizaje y micromundos: "tecnología de ordenadores" que puede ayudarnos mucho en la implementación de nuevas formas de enseñar y aprender. Algo para lo que nos tenemos que ir preparando ; 2do. La actual situación de transición: Software docentes en los cursos de Anatomía, con transferencia del reconocimiento a la disección anatómica y 3ro. Guías de trabajo como recurso didáctico para orientar el aprendizaje del alumno: resultado de un cuidadoso proceso de planificación, es un recurso didáctico muy valioso, porque se constituyen en un verdadero organizador de la situación de aprendizaje, un soporte sobre el que los alumnos realizarán las actividades.

Decidimos poner a prueba las guías de actividades, por carecer de los medios para implementar los otros recursos. Utilizando guías con todos los parametros pedagógicos, encuestas escritas, verbales, y observaciones de valor, las empleamos en algunas clases, a un grupo de alumnos en 1999, lo cual se aplicó en más en el año 2000, con el objetivo de viabilizar la incorporación de conocimientos, haciendo interesante el aprendizaje a los alumnos, y facilitar el desarrollo de trabajos prácticos.

Mostrando los resultados en el desarrollo actitudinal, procedimental y formativo un mejor rendimiento en la transferencia de conocimientos. La inferencia metodológica, hace posible combinar, en las clases prácticas: las guías de trabajo y el reconocimiento por parte del estudiante, de las piezas anatómicas. Orientan al alumno en reconocer y/o descubrir, las características y variaciones de las piezas anatómicas en las disecciones previamente elaboradas a tal fin.

El desempeño actitudinal y procedimental de los alumnos hace representar a estas guías orientadoras del aprendizaje, una  buena opción en  apoyo a  las  actividades  prácticas.

PALABRAS CLAVE: 1. Guía de trabajo; 2. Recurso didáctico; 3. Experiencia Metodológica; 4. Anatomía Humana.

HISTOGÉNESIS DEL ESÓFAGO. ESTUDIO DE SU IMPLICANCIA EN LA PATOGENIA DEL EPITELIO DE BARRETT. (Esophagus´ histogenesis. Study of the implicance in the pathogenesis of Barrett´s epithelium). Znaidak, R;  Quiñonez, E; Montero,V.; Montero, G. & Tomasso, C. Cátedra de Embriología. Escuela de Medicina, Fundación Héctor A. Barceló, Argentina.

Desde el año 1957 cuando Barrett recopiló evidencias existentes hasta ese momento y redescribió la entidad que hoy lleva su nombre (presencia de epitelio columnar a nivel del esófago distal), numerosas publicaciones sumaron opiniones al debate si su origen es congénito o adquirido.

Es la intensión del presente trabajo estudiar el desarrollo embriológico del esófago y los cambios histológicos que ocurren en él, para confirmar la posibilidad de un origen congénito de dicha entidad.

Se utilizaron cortes seriados de embriones a partir del tercer mes en adelante que se fijaron en formol al 10%, incluidos en parafina y coloreados con la técnica habitual de Hematoxilina y Eosina. Se realizaron cortes en distintos planos de región tóraco-abdominal. Asimismo se utilizaron piezas de necropsia y su estudio macro y microscópico.

De dicho estudio concluimos que durante el desarrollo embrionario del esófago este se halla cubierto por un epitelio columnar a partir de la vigésima quinta semana. Este epitelio es reemplazado por uno de tipo escamoso desde su tercio medio hacia proximal y distal. Restos de este epitelio pueden persistir en la vida adulta ubicándose de preferencia en el tercio superior junto con el esfínter esofágico superior en forma de islotes. En menor proporción se ubican en el tercio inferior.

PALABRAS CLAVE: 1. Histogénesis ; 2. Esófago.

HUESOS DE LAS MANOS Y PIES DE CERDOS HÍBRIDOS DE "CHANCHO DE PIE DE MULA" POR CERDOS DE MANOS EXADÁCTI LES. (Bones of the hands and feet of hybrid pigs «de chancho of foot of mule» for pigs of hands exadactil them). Miglietta, M. del C.; Godoy, E. & Althaus, M. A. Fac. de Cs. Veterinarias, U.N.L.R. P. Kreder 2085, Esperanza, Santa Fe, Argentina.

Los porcinos presentan distintas dactilias. El objetivo es caracterizar los huesos de las manos y pies de cerdos híbridos de "chancho de pie de mula" por cerdos de manos exadáctiles.

Porcinos jóvenes de distinto sexo y edad fueron sacrificados por sangría a blanco. Antes de la disección se tomaron placas radiográficas de los miembros en distintas posiciones. Se compararon las piezas con las correspondientes a porcinos normales (tetradáctiles).

Manos: En algunos casos el hueso carpal I está ausente; el hueso carpal II varía en tamaño, posee una xara articular distal desarrollada que articula con un hueso metacarpal I (formado por la fusión de los huesos metacarpianos I y II).

En otros casos las caras articulares distales articulan con la cara articular proximal de los huesos metacarpianos. Pueden encontrarse fusionadas  los huesos metacarpianos I y II, presentando una cabeza ensanchada que articula con dos dedos. un hueso metacarpiano I rudimentario fusionado con una falange I.

El número de dedos varía de cuatro a cinco. Las falanges II de los dedos III y lV se encuentran fusionadas. Las falanges III constituyen una pieza única.

Los huesos sesamoideos distales pueden ser independientes o estar fusionados con una falange III.

Pies: Las falanges II de encuentran fusionadas, siendo la medial más corta que la lateral.

En algunos ejemplares se encontraron pies con dos falanges ll y dos falanges lll.

En las manos y pies de cerdos híbridos de "chancho de pie de mula"por cerdos de manos exadáctiles el número de falanges está asociado al individuo.

PALABRAS CLAVES: 1. Cerdo; 2. Polidactilia; 3. "chancho de pie de mula".

IMPACTO DE UN PROGRAMA DE EDUCACIÓN EN NUTRICIÓN (PEN) EN EL ESTADO NUTRICIONAL (EN) DE ESCOLARES URBANO. MARGINALES. UN ESTUDIO DE SEGUIMIENTO 1995-2000. (Impact of a nutrition education program (NEP) on nutritional status of urban-marginal school-age children: A follow-up study 1995-2000, Chillán, Chile). Michelaine Salgado D.1; Claudia Illanes S.1; Daniza Ivanovic1. Universidad del BíoBío1; Universidad de Chile, INTA2.

El objetivo de este estudio fue comocer el impacto de un PEN sobre EN, de escolares urbano-marginales de Chile, egreso de la educación básica y de la educación media. El año 1995 se seleccionó una muestra representativa, aleatoria, estratificada y proporcional de 283 escolares que egresaban de educación básica, (38% del universo), la cual se dividió en 2 grupos: grupo control (GC, n=134) y grupo experimental (GE, n=149), el cual fue sometido a un PEN, con la finalidad de proporcionar conocimientos alimentarios y nutricionales (COAL).

El nivel de COAL fue evaluado en los perídos de pretest, postest, retest1 (3 meses después de finalziado el PEN) y restest2 (5 años después de finalizado el PEN) en el año 2000, al egreso de la educación media. Ambos grupos estaban pareados por sexo, edad, capacidad intelectual y situación socioeconómica. El nivel de COAL se expresó como porcentaje de respuestas correctas, y el EN se evaluó mediante el indicador peso/talla (P/T) de acuerdo al patrón NCHS y de Bray. El análisis estadístico incluyó «t» pareado, chi-cuadrado y correlación de Pearson.

Los resultaron mostraron que el PEN tuvo un impacto significativo en el nivel de COAL y en el EN. En este contexto, el EN P/T experimentó una mejoría ostensible en el restet 2, ya que en el GE, el 42,9% de los desnutridos en el año 1995 mejoró su condición en el año 2000, y un mayor número de niños eutróficos variaron a sobrepeso. Sin embargo, es importante destacar que el 73,7% de los estudiantes del GE que el año 1995 tenían sobrepeso, luego de 5 años de finalizado el PEN se encuentran eutróficos. En el GC no se observaron cambios significativos, en el nivel de COAL y en el EN. Estos resultados pueden ser útiles para los Ministerios de Educación y de Salud ya que es posible concluir que impartir educación en nutrición a nivel escolar a través de un PEN, contribuye a mejorar no sólo el nivel de COAL, sino también el EN en el mediano plazo.

PALABRAS CLAVE: 1. Educación en Nutrición; 2. Estado nutricional; 3. Salud pública.

Financiamiento: Nº 992915 3, Departamento de Nutrición y Salud Pública, Universidad del Bío-Bío, Chile.

IMPORTANCIA QUIRÚRGICA DE LA ANATOMÍA DE LA REGIÓN VENTRAL DEL CUELLO DEL GATO DOMÉSTICO. (Surgery anatomy importance of the ventral region neck of the domestic ca). Oliva, Gabriela; Vera, Ana. L.; Casalonga, Osvaldo L. & Falcon, Martín. Área de Anatomía. Facultad de Cs. Veterinarias U.B.A. Chorroarín 280. Capital, Buenos Aires, Argentina.

La medicina felina en estos últimos años logró avances importantes en diagnóstico y terapéutica . El hipertiroidismo (como patología más frecuente dentro de las enfermedades endocrinas) nos motivó a realizar un estudio minucioso de la región ventral del cuello con miras a su aplicación quirúrgica para la extracción de la glándula tiroides.

Se trabajó con felinos de distintas edades razas y sexos frescos y formolados. SE efectuó la inyección clásica de arterias con yeso tipo paris 14% y látex y venas con gelatina al 17%. Se realizaron las disecciones por planos: piel , fascia superficial, fascia profunda, plano muscular. Se analizaron las arterias tiroidea craneal, tiroidea caudal, vena tiroidea craneal, caudal y media, arco laríngeo caudal , nervio laríngeo recurrente glándula tiroides y paratiroides.

No encontramos diferencias significativas con otros autores de la glándula tiroides, glándula paratiroides con su respectiva irrigación e inervación. Refiriéndonos a la irrigación observamos  algunas diferencias  con otros autores.

Debido a la cantidad de casos analizados (n 23) no podemos por ahora acceder a realizar un estudio estadístico, pero si podemos inferir que los detalles descriptivos anatómicos son de relevancia para la cirugía ya que si no son tomados en cuenta pueden aparecer complicaciones post - quirúrgicas (Síndrome de Horner - parálisis laríngea). En la actualidad se continuan realizando disecciones de felinos para ampliar el número de casos.

PALABRAS CLAVE: 1. Tiroides; 2. Cuello; 3. Paratiroides; 4. Gato;  -5. Hipertiroidismo.

INMUNOLOCALIZACIÓN DEL FACTOR DE CRECIMIENTO ANÁLOGO A INSULINA TIPO 1(IGF-I) EN GLÁNDULA MAMARIA DURANTE LA MAMOGÉNESIS Y LACTACIÓN EN OVEJAS Y CABRAS. (Immunolizalization of insulin-like growth factor I (IGF-I) in the mammary gland during mammogenesis and lactation in sheepand and goats). Romano, G.*; Dallard, B.**; Salvetti, N.**; Pastor, R.**; Lorente, J.A**. Departamento de Biología Animal*. Departamento de Anatomía e Histología**. Facultad de Ciencias Veterinarias.  Universidad Nacional del Litoral. Esperanza. Santa Fe, Argentina.

El IGF-I es estimulante del crecimiento de células epiteliales mamarias in vivo e in vitro, y junto con hormonas mamogénicas participa en la regulación del desarrollo mamario.

Se identificó IGF-I mediante técnicas de inmunohistoquímica (IHQ) en glándula mamaria ovina y caprina durante la mamogénesis y la lactación, para establecer diferencias de localización en distintos estadios del desarrollo mamario y entre las especies mencionadas. Se realizaron biopsias mamarias en cabras y ovejas  a los 10 días preparto y  5, 25, 60, y 120 días post parto (pp). Se realizó inmunohistoquímica para IGF-I utilizando el método streptavidina-biotina-peroxidasa. En  ovejas preñadas (10 días preparto), el citoplasma de los lactocitos reaccionó en forma moderada a IGF-I y las células mioepiteliales mostraron una positividad débil. En cabras, el citoplasma basal de los lactocitos presentó reactividad intensa y difusa. 

A los 5 días pp, en ambas especies, el citoplasma de lactocitos y el contenido alveolar reaccionaron en forma moderada a la inmunomarcación. A los 25 días pp, en ovejas, el citoplasma de los lactocitos y contenido alveolar presentaron una reactividad intensa,  resultando moderada en cabras. En el día 60 pp, en cabras, se observó una reacción moderada en el citoplasma apical de los lactocitos y un área de positividad intensa en la superficie basal; en ovejas, la inmunomarcación fue moderada en todo el citoplasma. A los 120 días pp. la inmunomarcación de  lactocitos fue moderada en ambas especies.

La inmunomarcación para IGF-I  en glándula mamaria de ovejas y cabras está asociada al epitelio alveolar y varía de débil a intensa, presentando variaciones durante la mamogénesis y la lactación entre  las especies estudiadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Glándula mamaria; 2. IHQ; 3. IGF-I; 4. Ovejas; 5. Cabras.

Curso de Acción para la Investigación + Desarrollo 2000 (CAI + D 2000). Secretaría de Ciencia y Técnica. Universidad Nacional del Litoral.

INTEGRACIÓN INTERDISCIPLINARIA DEL TÓPICO  "DIGESTIÓN" (Interdisciplinary integration of the topic «digestion»). Costamagna, Alicia M. Facultad de Bioquímica y Cs. Biológicas. U.N.L., Argentina.

Morfología Normal, es una disciplina del ciclo intermedio de la carrera de bioquímica, cuyo objeto de estudio es el organismo humano, analizado desde el punto de vista de sus formas macroscópicas,  microscópicas y ultraestructurales. La morfología y la función son dos aspectos que no pueden desvincularse. Para comprender la función es necesario además que el alumno sepa integrar los contenidos de otras disciplinas, cursadas con anterioridad o simultáneamente a la asignatura, en una verdadera trama conceptual. Es imprescindible arbitrar algún recurso didáctico que ofrezca una opción de integración de contenidos relacionados dentro de cada eje temático.

Con este propósito, se adoptaron tópicos generativos como columnas directrices en un nuevo ordenamiento de los contenidos. La propuesta consistió en agrupar los tejidos, órganos y sistemas, que guarden una mayor relación,  bajo un tópico integrador desde el punto de vista funcional. Así, se seleccionaron seis tópicos a saber: "Coordinación", "Relación", "Defensas", Digestión", "Excreción" y "Reproducción"; antecedidos por un tópico introductorio, donde se presentan los tejidos en forma general. Durante el tratamiento del tópico "Digestión", se propuso a los alumnos la elaboración de un trabajo interdisciplinario que integre los contenidos de las asignaturas: Biología Celular y Termodinámica (ya cursadas), Química Biológica y Microbiología (cursado en paralelo) y Fisiología (cursado inmediato posterior), con los contenidos desarrollados en Morfología Normal.

La mayoría de los alumnos relaciona contenidos de Morfología con Química Biológica (85%); mientras que relacionan en menor proporción Morfología con Fisiología (54%); un porcentaje reducido retoma conceptos de Biología Celular (23%); muy pocos incorporan conceptos de Termodinámica (15%) y sólo el 8% hace referencia a Microbiología. El peso específico de las Químicas predomina en la carrera enmascarando la expresión de la relación natural que debiera existir entre morfología y función, en detrimento de la significatividad del aprendizaje.

PALABRAS CLAVE: 1. Interdisciplina; 2. Tópico generativo.

Financiamiento: CAI+D- 96. U.N.L.

INVESTIGACIÓN ANATÓMICA DEL  MÚSCULO ABDUCTOR DEL DEDO MÍNIMO DEL PIE. APLICACIONES COMO COLGAJO. (Anatomical investigation of the abductor digiti minimi muscle: Its a applications as a flap). Klappenbach, Roberto Félix  Gustavo; Varela, Teresa Beatriz; Moro, Graciela Teresita;  García Villalba, Javier Antonio & Ferreira Mongelos, Patricia Alejandra. Cátedra I de Anatomía Humana. Prof. Dr. Julio D. Civetta. Facultad de Medicina. UNNE. Corrientes, República Argentina.

El colgajo muscular se utiliza en cirugía reparadora para cubrir zonas de pérdida  tisular en el miembro inferior. El  objetivo de nuestro trabajo es destacar la importancia del conocimiento preciso de la anatomía del músculo abductor del dedo mínimo del pie, para realizar un aporte a la práctica quirúrgica como colgajo muscular para cubrir defectos menores del maléolo lateral.

Se utilizaron piezas de amputación quirúrgica, inyectadas con látex coloreado y fijadas con formaldehído al 10%, disecadas con material convencional y de microdisección con magnificación óptica.

Se registraron y documentaron los componentes del pedículo vasculonervioso de dicho colgajo.

Se describió la anatomía vascular del músculo abductor del dedo mínimo del pie esperando sea de utilidad a nivel  quirúrgico.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Pie; 3. Colgajo; 4. Músculo abductor del dedo mínimo.

IRRIGACIÓN ARTERIAL DEL APARATO EXCRETOR EXTRAHE-PÁTICO EN CANINOS. (Arterial blood supply of the extrahepatic excreter duct in canine). Holovate, R. M.; Resoagli, E. H.; Llano, E. G.; Cabrera, W. R.; Fernández, J. A. & Atrio, A. Cátedra de Anatomía Comparada Primera Parte. Facultad de Ciencias Veterinarias. U.N.N.E. Sargento Cabral 2139. C.P. W 3402 B.K.G. Corrientes. E-mail:anato1@vet.unne.edu.ar.

El aparato excretor del hígado, glándula de mayor importancia anexa al aparato digestivo, cumple con valiosas funciones. Está expuesta a diversas patologías y la extrema gravedad de algunas de éstas, ha sido causa de numerosos estudios  entre los que se incluyen  aspectos relacionados a su morfología.

La falta de información adecuada y completa, en anatomía comparada, especialmente sobre la irrigación del aparato excretor del hígado, crean errores de interpretación, tanto en la enseñanza como en la comprensión de procesos patológicos, a la vez que dificultan el diagnóstico y tratamiento de los mismos.

Los objetivos de este trabajo fueron identificar los vasos arteriales que nutren a la vesícula biliar y a sus conductos, determinar variaciones en origen y distribución, estableciendo frecuencias en los casos disecados.

Los trabajos fueron realizados en un total de 16 hígados de caninos; se inyectó el sistema arterial y en algunos casos el aparato excretor extrahepático con pasta de repleción. Se procede a realizar disección de los preparados anatómicos y luego de procesados se documentaron fotográficamente.

El análisis del material disecado arrojó los siguientes resultados: Irrigación arterial de la vesícula biliar, por dos arterias císticas, (50 % de los casos), se encontraron dos arterias císticas, una derecha, que se origina a partir de la rama destinada al lóbulo medial derecho. La izquierda se puede originar tanto de la rama destinada al lóbulo cuadrado o en común con las ramas destinada al lóbulo cuadrado y medial izquierdo, de la arteria hepática.

Irrigación arterial de la vesícula biliar, por una arteria cística, (50% de los casos), que en un 25 % de estos se origina a partir de la rama para el lóbulo medial derecho, comportándose como colateral de ésta. En otro 25%, la arteria cística se origina en común con la rama para el lóbulo medial derecho. En el restante 50% de los casos, la arteria cística se origina en común con la rama para el lóbulo cuadrado.

Los conductos biliares están irrigados por pequeñas ramas que derivan de las arterias que nutren cada uno de los lóbulos. El conducto cístico está irrigado por ramas de la arteria cística. En cuanto al conducto biliar común, en su trayecto inicial y medio, recibe en todos los casos pequeños vasos de la rama medial derecha de la arteria hepática y ramos provenientes de los conductos biliares; en su trayecto final recibe ramas provenientes de la arteria pancreático duodenal.

PALABRAS CLAVE: 1. Arterias ; 2. Vesícula biliar; 3. Condutos biliares; 4. Canino.

IRRIGACIÓN DE LA RAMA PALMAR DEL NERVIO DIGITAL EN EQUINOS. (Irrigation of the later branch of the digital nerve in equine). Cabrera, W.; González, M.; Herrera, D.; Lipps, E. & López, A. Cátedra de Anatomía Comparada II Parte, Fac. de Cs. Veterinarias, U.N.N.E., Corrientes, Argentina.

Este trabajo está destinado a colaborar con el actual desarrollo de las técnicas microquirúrgicas en relación a la cirugía reparadora y teniendo en cuenta que los datos obtenidos por Internet y bibliográficos de los textos clásicos de Anatomía en los Animales Domésticos no se han encontrado datos referentes al tema. Solo se obtuvo información en trabajos de investigación realizados en Anatomía Humana en cuanto a la irrigación de los plexos lumbar y braquial en fetos de 28 semanas.

Se utilizaron 6 equinos de diferentes edades, sexos, tallas y razas destinados a las clases prácticas de disección. En estos animales se realizó la eutanasia por sangría blanca. En dos casos se inyectó pasta de repleción arterial (Sulfato de calcio hidratado al 60 %) por vía general a través de una cánula por arteria carótida común; en los casos restantes para lograr una mayor penetración de la pasta de repleción, luego de la separación del miembro a nivel del tercio medio del metacarpo, se inyectó a través de una cánula de menor calibre por la arteria digital común látex neoprene.

Se efectuó la disección de la rama palmar del nervio digital, en la cual se observó que la irrigación  de dicho nervio esta asegurada a partir de una rama que se comporta como colateral de la arteria del espolón; y seis ramas provenientes de la arteria digital propia que se comportan de la siguiente manera:

1 - una rama nace a nivel del tercio proximal de la falange proximal y otras dos que provienen del tercio medio y distal de dicha falange.
2 - otra rama que nace a nivel de la articulación interfalangiana proximal.
3 - y por último dos ramas que nacen a nivel del tercio proximal y distal de la falange intermedia.

El material disecado fue documentado fotográficamente, el único método de conservación utilizado fueron bajas temperaturas (-20° C.).

De los resultados obtenidos se concluye que la irrigación de la rama palmar del nervio digital esta asegurada por ramas colaterales de la arteria digital propia de importancia desde el punto de vista anatómico por los escasos datos bibliográficos que se encuentran, clínico por la aplicación de sustancias químicas (neurolíticos) y con aplicación quirúrgica en la microcirugía.

PALABRAS CLAVE: 1. Irrigación; 2. Nervio digital; 3. Equino.

IRRIGACIÓN DEL NERVIO CUTÁNEO ANTEBRAQUIAL MEDIAL EN FETOS HUMANOS. (Cutaneous nerve medial of forearm irrigation in human fetus). Terraes, Antonio R.; De Los Reyes,  Manuel R.; Romero,  Enrique G. & Carabajal, Leila E. Cátedra II Anatomía Humana, Facultad de Medicina, UNNE. Sargento Cabral 2001  C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

Continuando con el estudio de la irrigación de los nervios periféricos, en esta oportunidad abordamos al nervio cutáneo antebraquial medial, rama terminal  sensitiva del fascículo medial del plexo braquial, que se distribuye en gran parte por las regiones anteromedial  del brazo, codo y antebrazo. La cita bibliográfica de los autores clásicos: Rouviere, Testut Latarjet, Latarjet Ruiz Liard entre otros, como así también la búsqueda en la Web, es muy escasa en referencia al tema. Excepto los trabajos realizados por Sunderland, Blunt, Ramaje y Cozzi  sobre la irrigación de los nervios en el miembro superior. Ello nos motivó a poner énfasis en la irrigación extraneural del nervio cutáneo antebraquial medial

Se utilizaron 12 fetos  desde el 5º mes de vida intrauterina, los que fueron inyectados con latex natural coloreado con pigmento rojo del tipo Unispert, posteriormente fueron  formolizados. Se procedió a la disección con instrumentos de microcirugía, ayudados con lupas convencionales de 20 X., para luego documentarse fotográficamente las principales ramas arteriales que abordan al nervio cutáneo antebraquial medial.

De los 24 miembros superiores examinados, el número de ramas extraneurales que llegan al nervio cutáneo antebraquial medial son: Axila: 1 ramo de arteria muscular (inconstante); Brazo: 1 ó 2 ramos de arterias braquiales; Codo: 2 ó 3 ramos perforantes musculares.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Irrigación; 3. Nervio cutáneo antebraquial medial.

IRRIGACIÓN DEL PLEXO SACRO (Irrigation of the sacralis plexus): Terraes, Antonio R.; De Los Reyes, Manuel R.; Gallovich, Juan M.;  Recalde, Felipe;Romero, Enrique & Vogelmann, Oscar A. Cátedra II Anatomía Humana -Facultad de Medicina - UNNE. Sargento Cabral 2001  C. P. (W 3402 BKE). Corrientes, Argentina.

El plexo sacro es el responsable de la inervación motora, sensitiva, vasomotora y propioceptiva de la pelvis y los miembros inferiores. Proviene de la unión del plexo lumbar y las ramas anteriores de las cuatro primeras sacras. De forma triangular, cuya base corresponde a la línea de los forámenes sacros anteriores, y el vértice al borde inferior de la escotadura ciática mayor. Está situado por debajo de la fascia pélvica, separada de los vasos iliacos internos. En su origen está relacionada con ramos parietales de la arteria iliaca interna.

Se utilizaron 10 fetos desde 22 semanas de gestación en adelante, los que fueron inyectados por vía aórtica con látex coloreado con pigmento rojo flúor de tipo  Unispert para luego ser formolizados. Se efectuaron disecciones de la región en estudio bajo magnificación óptica. Se documentaron gráficamente con fotografía color.

Para la descripción de la irrigación del plexo sacro tomamos por separado cada plexo, observando que el plexo sacro  derecho está irrigado predominantemente por la arteria sacral lateral inferior y la arteria glutea superior. En tanto que el lado izquierdo el plexo sacro el mayor aporte sanguíneo lo realiza la arteria sacra lateral inferior, aunque recibe ramas de las arterias sacra lateral superior y glútea superior.

El plexo sacro  recibe en forma constante la irrigación a través de la arteria sacra lateral inferior en ambos lados, variando el número de ramas que llegan al plexo desde las arterias glútea y sacra lateral superior.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Irrigación; 3. Plexo sacra.

IRRIGACIÓN DEL SEGMENTO CERVICAL DEL ESÓFAGO EN CANINO. (Blood supply of the cervical segment of the esophagus in canine). Resoagli, E. H.; Bode, F. F.; Llano, E. G.; Cabrera, W. R.; Holovate, R. M. & Sellarés, M. E. Cátedra de Anatomía Comparada, Primera Parte, Facultad de Ciencias Veterinarias, U. N. N. E., Corrientes, Argentina.

De los órganos que componen el aparato digestivo de las especies monogástricas el esófago por sus particularidades anatómicas y funcionales hace que se diferencie de los demás componentes del mismo, con una vascularización especial que ha sido objeto en medicina humana de numerosos estudios, efectuados por anatomistas y cirujanos.

La longitud del esófago en mamíferos, extendido de la faringe al cardias recorre distintas regiones de modalidades diferentes, recibiendo en su trayecto irrigación de vasos colaterales originados a partir de troncos principales situados en cada región. En este sentido Bosi y Ellemberger Baum (1909) sostienen que la irrigación del esófago en su trayecto cervical proviene de la arteria carótida común y la arteria tiroideana caudal, esta última de origen variable.

Por el contrario Chaveau (1909) y Zietzschmann (1943) coinciden que la arteria tiroideana caudal no existe y que la irrigación del esófago está asegurada por un vaso de reducido calibre que se puede originar de la arteria carótida común o bien de la arteria subclavia.

Swigart et al. (1950) determinan que en el 65% de los cadáveres la irrigación está dada por la arteria tiroideana inferior. Loeffler (1970) observó la arteria tiroideana caudal en cuatro sobre once caninos disecados originada en la arteria braquicefálica, en tres de los casos lo hacía bilateralmente. Moreira, Resoagli et al. (1970) publican los resultados del estudio de la vascularización intraparietal en fetos bovinos. Getty (1982) describe a la arteria tiroideana caudal, que puede originarse de la arteria carótida común, arteria braquicefálica, arteria subclavia derecha, o del tronco costo cervical derecho.

Para este trabajo se utilizaron 17 cadáveres de caninos adultos 2 de ellos fueron diafanizados por el método de Spalteholz. En ellos se realizó canalización de la arteria aorta caudal, inyección de solución amoniacal al 10%, de látex neoprene coloreado, disección, análisis, conservación y documentación fotográfica.

Irrigación del esófago cervical en el segmento craneal izquierdo: en el 40% de los casos está dada por la arteria tráqueo-esofágica originada del tronco tirolaringoesofagiano; en 40% es similar al anterior no obstante la arteria tiroidea caudal se comporta como colateral de la arteria tráqueo-esofágica; en el 20% restante la arteria tráqueo-esofágica reemplaza al tronco tirolaringeoesofagiano.

Irrigación del esófago cervical en el segmento caudal izquierdo: En el 20% de los casos la arteria tráqueo-esófago se origina de la arteria carótida común izquierda; en 20% del tronco común bicarotídea; en 30% en el origen de ambas arterias carótidas comunes; en 15% de la arteria carótida derecha; el 15% restante de la arteria subclavia izquierda.

Irrigación del esófago cervical en el segmento craneal derecho: En el 40% la arteria tráquea-esofágica se comporta como colateral del tronco tirolaríngeo; en 30% no se observó dicha arteria sustituída por una pequeña rama traqueal colateral de la arteria tiroidea caudal; en 30% restante la arteria tráqueo-esofágica se comporta como colateral de la arteria tirolaríngea no se observó la arteria tiroidea caudal.

Irrigación del esófago cervical en el segmento caudal derecho: En el 75% se origina del tronco costocervical derecho; en el 25% restante lo hace de la arteria subclavia derecha.

Analizando los resultados se observa la presencia de una arteria de relativo calibre que recorre el espacio tráqueo esofagiano, emitiendo ramas dorsales y ventrales asegurando la correcta irrigación del esófago en su porción cervical. Consideramos a este vaso como arteria tráqueo esofágica no coincidiendo con los datos obtenidos de la bibliografía consultada.

PALABRAS CLAVE: 1. Canino; 2. Esófago; 3. Arterias.

LA ANATOMÍA Y SU HISTORIA:¿ES INFERIOR LA MUJER. (Anatomy and its History: Are women inferior? León, Norma; Martínez, Domingo & Ramos, Cecilia.Cátedra de Anatomía Humana. Universidad Nacional del Sur. Estomba 325, CP 8000, Bahía Blanca, Buenos Aires, Argentina.

La significación que se otorgó a la anatomía femenina en determinados momentos históricos proporciona excelentes elementos de análisis acerca de cómo un imaginario social construye a sus mujeres.

En los papiros egipcios Kahun y Ebers (1.900 a.C) se enuncian diferencias anatómicas mujer-hombre con implicancias simbólicas y no sólo mágico-naturales. La medicina china del siglo VI a. C., asociada al taoísmo, sostenía el yin, pasivo, oscuro, frío, húmedo, negativo y femenino. Hipócrates (406-370 a.C) sostenía el concepto de esencia húmeda y esponjosa de la mujer. Platón (428- 347a.C) representaba a la mujer como un hombre castigado, defectuoso, en falta, fallado y su anatomía como un destino divino e inapelable. Aristóteles (384- 322 a. C) imaginaba un útero hecho de siete células y una suerte de teoría de la mujer- vaso. Galeno (130- 200) interpretaba la anatomía femenina por analogía con la del varón, el útero correspondía al escroto, el cérvix al pene y la vagina al prepucio y; aseguraba que la mujer era inferior, imperfecta y mutilada.

En la Edad Media los cuerpos femeninos a los que se prohíbe disecar son el mejor lugar donde podían habitar los demonios.  Durante el Renacimiento se mantiene la imagen de la mujer que el clero había sostenido a través de la Biblia.

Llega a su fin la idea del útero migrante en el siglo XVII  y es también la época en donde la mujer adquiere valor en tanto sea posible madre. Sólo al llegar al siglo XVIII los médicos varones van a tocar el cuerpo de las mujeres y atender sus partos, otorgando a la mujer una sexualidad pasiva, considerándolas afectivamente dependientes y socialmente necesitadas de protección masculina. Los siglos XIX y XX deparan grandes avances. Comenzando el siglo XXI la creciente feminización de la matrícula universitaria impone reflexionar sobre el devenir histórico en el cual la anatomía ayudó a construir el "ser mujer".

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Historia de la Medicina; 3. Historia de la Anatomía.

LA HIPERTROFIA DE LA BULA TIMPÁNICA DE ALGUNOS DASIPÓDIDOS Y SU IMPORTANCIA ADAPTATIVA. (The hypertrophy of the tympanic bulla in somedasypodidae and its adaptative significance. Silvia M. Squarcia1; Guillermina R. Cirone1 & Emma B. Casanave2, 1Cátedra de Anatomía Comparada, 2Cátedra de Fisiología Animal. Dpto. Biología, Bioquímica y Farmacia, Universidad Nacional del Sur, San Juan 670, 8000 Bahía Blanca2.    Investigador del CONICET. E-mail: squarcia@criba.edu.ar

La bula timpánica, característica de ciertos grupos de mamíferos placentarios modernos, es la cavidad del oído medio modificada por una dilatación de la porción mastoidea del temporal. En algunas especies que habitan zonas desérticas y subdesérticas se ha observado la hipertrofia de la misma. El objetivo del presente trabajo es analizar cuantitativamente en forma comparada, el grado de hipertrofia que presenta la bula timpánica en los Euphractini bonaerenses.

Se midieron la longitud total del cráneo (LTOT) y la longitud máxima de la bula timpánica (LBUL) en 86 ejemplares de Chaetophractus villosus, 32 de C. vellerosus y 26 de Zaedyus pichiy provenientes de los alrededores de Bahía Blanca, Provincia de Buenos Aires. Se utilizó el método estadístico de Análisis de Covarianza (ANCOVA), donde LTOT actúa como covariable.

De los resultados surge que las pendientes de las respectivas rectas son iguales (p>0.30), y que la ordenada al origen de la recta correspondiente a Z. pichiy es diferente a la de las otras dos especies (p<0.05). Las ecuaciones fueron coincidentes para C. villosus y C. vellerosus (LBUL = 2.69 + 0.112 LTOT), siendo la de Z. pichiy (LBUL =  1.56 + 0.112 LTOT) paralela a la anterior.

Si bien el cráneo de C. villosus es más grande que el de C. vellerosus, la relación considerada es proporcional en ambas especies. En Z. pichiy, si bien la longitud del cráneo está en el orden del de C. vellerosus,  la longitud de la bula es menor.

PALABRAS CLAVE: 1. Mamíferos; 2. Dasypodidae; 3. Armadillos; 4. Bula timpánica.

Trabajo subsidiado por SGCyT (UNS).

LA MEMBRANA ALANTOCORIÓNICA DE POLLO COMO MODELO PARA EL ESTUDIO DE APOPTOSIS. D. Lemus; A. Dabancens; J. Illanes; A. Guerrero; O. Acuña & M. Fuenzalida. Lab. Embriología Experimental, Programa de Morfología, ICBM, Fac. de Medicina, Universidad de Chile y Depto. Biomedicina, Fac.de Ciencias de la Salud, Universidad de Antofagasta, Chile.

Apoptosis es un proceso biológico que en condiciones fisiológicas regula y mantiene a las poblaciones celulares en vertebrados e invertebrados. El desequilibrio entre factores proapotóticos y antiapoptóticos es una causa importante en algunos cuadros patológicos.

En este trabajo utilizamos huevos fértiles de pollo, que fueron preparados como receptores alantocoriónicos (MAC). A las 48 h de incubación, se extrajeron 2 ml de albúmina y se practicó una ventana. A los 8 días, se depositaron discos de metil celulosa sobre la MAC y a los 10 días se instilaron con: PBS, sobrenadante tumoral (Ts) y antiinflamatorio esteroidal: (AIE) betametasona y no esteroidal (AINE): ketoprofeno, las dos últimas en concentración antiangiogénica activa mínima (CAAM). A los 12 días se cosecharon los implantes y se procesaron con técnicas histológicas de rutina y citoquímicas (H.E. y Tunel). Se realizó un recuento de vasos sanguíneos en un área de 2250 µm2. La evaluación del conteo de vasos fue procesado por el test Anova.

Se observó intensa y significativa neoangiogénesis en los discos instilados con PBS y Ts. Para PBS, el promedio de densidad vascular (PDV) fue de 8.78 ± 0.20 y para Ts fue de 10.15 ± 0.12. Con respecto a los discos instilados con AIE y AINE, estos agentes sólos o asociados en 50% CAAM produjeron una significativa disminución de la angiogénesis en comparación con los controles (p=<0.001). Los discos tratados con las combinaciones de ts + betametasona o ketoprofeno, solos o asociados, indujeron intensa anti-angiogénesis en comparación con los controles (p=<0.001). El análisis microscópico de los corte histológicos de MACs tratadas mostraron abundantes células endoteliales y estromales en apoptosis.

PALABRAS CLAVE: 1. MAC; 2. Angiogénesis; 3. Apoptosis.

Financiamiento: Proyecto FONDECYT Nº 1990852.

LA MOTIVACIÓN COMO GENERADORA DE UN CAMBIO DE ACTITUDES EN UN MODELO DE INVESTIGACIÓN - ACCIÓN. (Motivation as a producer of attitudinal changes within an action-Investigation context). Díaz, Alejandro D. Morfología Normal. Fac.de Bioquímica y Cs. Biológicas. U.N.L., Argentina.

Quienes tienen a su cargo la tarea de enseñar, de manera reiterada manifiestan su descontento por la inacción de los estudiantes y su falta de respuesta frente a tareas encomendadas. Esto lleva a reflexionar si esta actitud no es causada en parte por la práctica docente, muchas veces reducida a una secuencia mecánica de actos que se orientan a obtener resultados preestablecidos. Se propuso en este contexto de investigación - acción, realizar una experiencia de aula tendiente a modificar dicho comportamiento.

Durante dos ciclos consecutivos se propuso a grupos de alumnos de la Cátedra de Morfología Normal,  abordar los contenidos de tres unidades temáticas de la asignatura, basándose en guías de aprendizaje y actividades confeccionadas para tal fin, en las que se expusieron los objetivos y propusieron, luego de la lectura y profundización de contenidos conceptuales en los textos, la realización de actividades experimentales, resolución de cuestionarios y guías de autoevaluación. Los alumnos participantes de este grupo experimental asistieron a clases de consulta, en las que efectuaron distintas tareas individuales o grupales. Cada tema culminó con un coloquio integrador obligatorio. Simultáneamente, el grupo control asistió a las actividades desarrolladas según la modalidad habitual.

Durante todas las actividades áulicas, los estudiantes fueron observados por docentes, realizándose un registro del comportamiento y manipulación de materiales fácticos, mediante listas de control especialmente preparadas, a fin de sistematizar y delimitar la observación, considerándose en ellas particularmente los contenidos procedimentales y actitudinales. La evaluación de las listas de cotejo, mediante el análisis de las frecuencias por ítem, demuestra una superación en las destrezas y un cambio de actitud positivo, en los estudiantes del grupo experimental, comparativamente a los integrantes del grupo control.

Se puede inferir que estos resultados son producto de la motivación  generada en el estudiantado, al sentirse protagonistas de su propio aprendizaje.

PALABRAS CLAVE. 1. Investigación - acción; 2. Motivación.

Financiamiento: CAI+D 2000 - U.N.L.

LA TEMPERATURA ABDOMINAL INDUCE LA APARICIÓN DE LAS PROTEÍNAS DE STRESS HSP90 Y HSP70 EN EL EPIDÍDIMO DE RATÓN. (Abdominal temperature induces stress proteins HSP90 and HSP 70 in mouse epidymis). Bustos-Obregón, E. & Esponda, P. Fac. de Medicina, Universidad de Chile y Centro de Investigaciones Biológicas, CSIC, Madrid, España.

Se ha estudiado el efecto de la temperatura abdominal en la inducción de las Proteínas de Stress (o Heat Shock Proteins) HSP90 y HSP70 en el epidídimo de ratón.

El análisis se realizó utilizando epidídimos normales (en posición escrotal) y otros que mediante un método quirúrgico habían sido colocados en el abdomen 15 días antes. Las HSP90 y HSP70 se detectaron mediante procedimientos de inmunocitoquímica indirecta empleando anticuerpos monoclonales contra dichas proteínas. El análisis microscópico fue realizado mediante microscopía confocal.

En el epidídidimo en posición escrotal no se apreció una reacción positiva como ocurrió en aquellos que habían sido sometidos a la temperatura abdominal. En estos se observó un extraordinario aumento en ambas HSP y en particular de la HSP70 en las células principales del epitelio epididimario, tanto en las células principales del epitelio epididimario, tanto en las regiones del cuerpo como de la cauda del órgano. HSP70 apareció como gránulos muy finos localizados en la región perinuclear y apical de las células principales, mientras que HSP90 aparecía como gránulos de mayor tamaño sin una distribución particular.

La presencia de HSP70 y HSP90 aparecía como gránulos de mayor tamaño sin una distribución particular.

La presencia de HSP70 y HSP90 está indudablemente relacionada con la regulación de la respuesta al stress térmico. Asimismo HSP70 podría estar implicada en roles antiapoptóticos en estas células, un hecho que está siendo actualmente analizado.

PALABRAS CLAVE: 1. Epidídimo; 2. Proteínas de shoch térmico.

Financiamiento: Convenio U. de Chile - CSIC, España.

LESIONES EPITELIALES EN EL EPIDÍDIMO DE HOMBRES SENILES. ESTUDIO INMUNOCITOQUÍMICO. (Epitelial injuries in the epididymis of elderly men. An immunocytochemical study). *Rodríguez, A.; *Rojas, M.A.; **Nistal, M.; ***Regadera, J.; Palacios, J. & ****González-Peramato, P. *Programa de Morfología, Instituto de Ciencias Biomédicas, Fac. de Medicina, Universidad de Chile **Depto. de Patología, Hospital La Paz, Madrid, España. ***Depto. Morfología, Universidad Autónoma de Madrid, Madrid, España. ****Depto. Patología, Hospital de Guadalajara, España.

El examen de epidídimos obtenidos de autopsias de hombres seniles reveló la presencia de tres tipos de lesiones epiteliales no obstructivas: Células multinucleares, hiperplasia de células basales inmaduras y pseudoglándulas intraepiteliales.

Se evaluó la inmunoexpresión de los siguientes antígenos en estas lesiones y se comparó con epidídimos normales: EMA (epithelial membrane antigen), ERD5 (estrogen related protein AB), PCNA y queratinas AE1/AE3, CAM5.1, AE1, AE3, K8.60, K4.62 y K18.

Las células multinucleares de los conductillos eferentes tenían escaso citoplasma y la casi nula expresión de queratinas de bajo peso molecular (BPM) (K18 y otras) sugiere que estas células derivan de células principales. La hiperplasia de células basales inmaduras se caracterizaba por un incremento de las células basales, las que exhibían una pobre expresión de K18, no así la expresión de PCNA que era intensa. Las pseudoglándulas intraepiteliales estaban formadas principalmente por células basales inmaduras, las cuales expresaban AE1/AE3. La escasa presencia de BPM y la inmunoexpresión de EMA en algunos sectores del borde luminal sugería también la participación de células principales en el origen de las pseudoglándulas.

En conclusión, estos resultados muestran que las lesiones que experimenta el epitelio epididimario en la vejez difieren de las provocadas por otras causas, v.g. de origen patológico.

PALABRAS CLAVE: 1. Epidídimo; 2. Hombres seniles.

LOCALIZACIÓN DE LA GLICOPROTEINA OSC-SPONDINA, SECRETADA POR EL EPÉNDIMO COMISURAL CEREBRAL, EN EL VENTRÍCULO TERMINAL DE CONEJOS. (Localization of the glycoprotein OSC-spondina, secreted by the commisural cerebral epedim in the rabbit terminal ventricle). Molina, B.1 & Nualart, F.2 1Fac. de Medicina, Universidad de La Frontera, Chile. 2Depto. de Histología y Embriología, Fac. de Ciencias Biológicas, Universidad de Concepción, Chile.

El órgano subcomisural (OSC) corresponde a una estructura glandular situada en la región dorso-caudal del tercer ventrículo cerebral, a la entrada del acueducto cerebral (AC) por debajo de la comisura blanca posterior. El OSC está formado por células ependimarias especializadas en la síntesis de glicoproteínas de secreción (OSC-spondina) que son liberadas al líquido cerebroespinal del tercer ventrículo donde se condensan formando una estructura denominada fibra de Reissner (FR). La FR crece continuamente atravesando el canal central de la médula espinal. En la porción final el canal central se dilata formando la ampolla caudalis en donde las glicoproteínas de la FR forman una masa irregular que se conoce como masa caudalis. Se desconoce si en mamíferos las glicoproteínas de la masa cuadalis alcanzan la sangre, aspecto fundamental para poder inferir un posible rol periférico para esta secreción.

Se estudió la región caudal de la médula espinal de 17 conejos, para establecer, en forma exacta, la posición de la masa caudalis. La región sacra-coccígea de la columna vertebral de conejos fue fijada por inmersión en Bouin e incluídas en Paraplast. Cortes seriados de 7 µm fueron utilizados para realizar un análisis inmunocitoquímico utilizando un suero anti OSC-spondina e histoquímico con PAS y Gomori.

La masa caudalis se observó distribuída entre la vértebra coccígea 3 y 4. A este nivel las glicoproteínas difunden fuera del canal central utilizando espacios generados entre las células ependimarias. La secreción alcanza el lumen de los vasos sanguíneos o linfáticos presentes en los espacios peri-ependimarios. Los resultados indican que la secreción del OSC puede alcanzar la sangre a nivel caudal de la médula espinal.

PALABRAS CLAVE: 1. Órgano subcomisural; 2. Conejo; 3. Ampolla caudalis; 4. Masa caudalis; 5. Fibra de Reissner.

Financiado por Proyecto DIDUFRO EP 2120, Proyecto Univ. de Concepción DIUC-GIA 201.034.006-1.4.

METODOLOGÍA EN LA PREPARACIÓN ANATÓMICA DE LA ÓRBITA. TÉCNICAS DE LAS VENTANAS SEGÚN LOS CUATRO PILARES ÓSEOS. (Method of obtaining anatomical specimens of the orbita. The window technique according to four bony pillars). Arruñada, F; García de Quirós, N; Buossi, P; Bertone V, H. II Cátedra de Anatomía. Area de Preparación. Equipo de Disección, Facultad de Medicina, UBA, Argentina.

Con la finalidad de desarrollar una preparación didácticamente útil, se presenta una metodología de trabajo sobre órbitas, conservando los límites óseos de referencia en sus cuatro paredes, de manera que le permita al alumno obtener una visión tridimensional de los elementos contenidos en ella.

Para realizar esta técnica se utilizaron órbitas aisladas de cabezas adultas formolizadas y óseas. El instrumental empleado estuvo compuesto por: torno colgante de 12.000 r.p.m, fresas varias, instrumental de disección rutinario y delicado, y lupa de 2,5 aumentos equipada con luz fría. Debe destacarse que la preparación presentada, utilizando la técnica descrita, insume aproximadamente 1 hora de fresado y 4 horas de disección de las partes blandas.

Técnica: Se elaboran mediante fresado 4 accesos conservando 4 pilares que delimitan las correspondientes caras orbitarias. Pilar superomedial: una lámina de 5 mm de ancho conformada, por delante, por el hueso frontal (porción orbitaria) y por detrás, el ala menor del esfenoides. Pilar superolateral: una lámina de 5 mm de ancho que involucra, hacia delante la parte orbitaria del frontal y hacia atrás el ala menor del esfenoides. Pilar inferolateral: puede optarse por dos posibilidades: a) una lámina de 5 mm de ancho compuesta por el ala mayor del esfenoides, incluyendo la base del proceso pterigoides; y b) una lámina que incluya 5 mm de la cara posterior del seno maxilar desde su margen superior. Pilar inferomedial: una franja de 5 mm de ancho de la cara superior u orbitaria del seno maxilar, por fuera de la articulación con las masas laterales del etmoides y el hueso lacrimal.

Los límites anteriores de las ventanas quedan delimitados por las siguientes estructuras: la tabla interna del hueso frontal para la cara superior,  y los respectivos rebordes orbitarios para las  caras inferior,  lateral y medial; mientras que los límites posteriores estarán conformados por:  5 mm de ala menor del esfenoides, respetando el canal óptico, para la cara superior;  en la cara inferior, de acuerdo al pilar inferolateral deseado, quedará la pared  anterior del cuerpo del esfenoides o la pared anterior de la fosa ptérigomaxilar respectivamente y por último la pared anterior del cuerpo del esfenoides limitará la caras  lateral y medial.

Una vez fresadas las 4 caras hasta el periostio orbitario, se procede a la disección del contenido de la órbita mediante técnicas de disección habituales.

Se obtiene con esta metodología un material con una óptima visualización de la órbita para la comprensión de la disposición espacial de su contenido, distribución y alojamiento anatómico en el cráneo. Luego de presentar las preparaciones a los alumnos, estos expresaron que les fue de gran utilidad y les permitió relacionar los conocimientos previamente adquiridos con mayor facilidad, comparando con otras técnicas.

PALABRAS CLAVE: 1.Órbita; 2. Disección; 3. Anatomía.

MODIFICACIONES ESTRUCTURALES Y ULTRAESTRUC-TURALES EN RATONES  MUS MUSCULUS ALIMENTADOS CON METABOLITOS DE PENICILLIUM CITRINUM. (Structural and ultrastructural modifications in Mus musculus mice fed with Penicillium citrinum metabolites). Díaz, Alejandro D. Cátedra de Morfología Normal. Facultad de Bioquímica y Ciencias Biológicas. U.N.L., Argentina.

La citrinina es una micotoxina fundamentalmente nefrotóxica y posible causa del síndrome hemorrágico en ganado bovino. En el presente trabajo se estudió la influencia de metabolitos secundarios de Penicillium citrinum, sobre ratones Mus musculus.

A ratones obtenidos por exocría y seleccionados aleatoriamente,  se les suministró respectivamente: alimento fermentado con el hongo, Lote Incógnita (LF), alimento mezclado con citrinina, Lote Testigo (LT) y alimento comercial sin modificaciones, Lote Control (LC). Todos los animales recibieron alimento y agua ad libitum. Se controló la evolución de su peso y su hematocrito en forma semanal. Al cabo de 60 días se sacrificaron y extrajeron hígado, corazón y riñones para estudiarlos macro, micro y ultraestructuralmente. Se realizaron técnicas de inclusión en parafina para microscopía óptica y coloraciones de Hematoxilina-eosina y Perls. Los hígados se procesaron convenientemente para su estudio ultraestructural.

Se observó significativa diferencia de peso entre LF y LT, respecto de los correspondientes a LC (p<10-4), como también sus valores de hematocrito. Macroscópicamente, los corazones y los riñones presentaron mayor desarrollo. Microscópicamente, se detectó hemosiderina en la zona apical de los túbulos proximales, y en los hepatocitos de la zona periportal; asimismo se observó esteatosis en el parénquima hepático. El estudio ultraestructural de los hepatocitos demostró mayor cantidad de gránulos de heterocromatina; mayor número de mitocondrias por área estudiada,  tamaño marcadamente superior y matriz más densa. También se observaron granulaciones de depósito, compatibles con hemosiderina ya detectada con la reacción de Perls. Los ratones pertenecientes a LC, no mostraron anomalías macro, micro ni ultraestructurales en los órganos estudiados.

Las alteraciones encontradas confirman el efecto tóxico del metabolito. La presencia de hemosiderina indicaría una sobreoferta de hierro, que podría deberse a un cuadro hemolítico, el que estaría relacionado con la disminución de su hematocrito.

PALABRAS CLAVE: 1. Micotoxinas; 2. Alteraciones microscópicas; 3. Ultraestructura.

Financiamiento: CAI+D 2000 Nº Cód. 1-1-38.- U.N.L.

MORFOLOGÍA E HISTOENZIMOLOGÍA DEL MÚSCULO PTERIGOIDEO LATERAL DE COBAYAS Cavia porcellus. (Morphology and histoenzimology of lateral pterygoid muscle of cobaias Cavia porcellus. Lins, M. O.; Mizusaki, C. I.; Iyomasa, M. M.; Watanabe, I.; Sala, M. A.; Lopes, R. A.; Wolga, N. O. & Bazan, E. Depto. Morfologia, Estomatologia e Fisiologia, Facultad de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Brasil.

Muchos investigadores han estudiado los aspectos morfofuncionales del aparato estomatognático con el propósito de diagnosticar mejor las disfunciones temporo-mandibulares (Bertilsson & Strom, 1995) tanto en humanos (Bittar et al., 1994) como en animales de experimentación (Sakamoto, 1996).

Con el propósito de comprender mejor el funcionamiento y contribuir con datos morfológicos a los investigadores que estudian el aparato estomatognático y utilizan también la cobaya como animal de experimentación, nos propusimos describir la morfología del músculo petrigoideo lateral de cobayas Cavia porcellus.

Se utilizaron 15 cobayas Cavia porcellus, pesando 500 g y divididos en 3 grupos. Un grupo fue anestesiado con Tribomo-etanol y perfundido vía intracardiaca con suero fisiológico seguida con formol al 10% en solución tampón fosfato de sodio pH 7,4; disecados y analizados macroscópicamente los músculos. El segundo grupo fue anestesiado, incluidos y teñidos con H.E., para su análisis a través del microscpio óptico de luz. El tercer grupo fue sacrificado y los músculos inmediatamente colectados y procesados para reacción histoenzimológica con ATPasa, NADH y SDH.

Los resultados sugieren que el músculo pterigoideo lateral es el más corto de los músculos de la masticación, presentando orientación y localización semejante al humano. Está constituido por fibras de diámetros variados, siendo de tipos SO, FOG y FG, con predominio de GOG y su distribución es compartimentalizado. No se observaron husos musculares.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos de la masticación; 2. Morfología; 3. Cobaya; 4. Histoenzimología.

Financiamiento: FAPESP Nº 00/00712-0

MORFOTIPOLOGÍA DE JUGADORES DE FÚTBOL. ESTUDIO Y ANÁLISIS DEL PLANTEL DE HONOR Y LA DIVISIÓN JUVENIL DE UN EQUIPO PROFESIONAL DEL FÚTBOL CHILENO. (Morphotypology of soccer player. Analysis and study of the First Division Team and the teen division of a professional chilean football team.). Atilio Aldo Almagià Flores1; Claudio Maffet1; Alvaro Gurovich2; Triana Toro1; Octavio Binvignat3; Fernando Barraza1; Javier Miranda1; Vinicio Piñeiro1 & Juan Pablo Rodríguez1. 1Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de Kinesiología. 3Faculdade da Serra Gaúcha, Brasil. Email:aalmagia@ucv.cl

El fútbol se juega en todo el mundo y siempre está presente el cuestionamiento ¿cómo mejorar?, en los aspectos físicos como las habilidades en el juego. La evaluación biotipológica resulta indispensable en toda planificación deportiva y para el caso del fútbol nos permite contar con un mapeo individual y grupal de la variabilidad morfoestructural y ejercer cambios posibles tendientes hacia un paradigma ideal.

Nuestro objetivo fue aportar nuevo conocimiento morfoestructural del jugador de fútbol y dotar a los equipos de una herramienta que permita mejorar el nivel de esta disciplina deportiva en nuestro país.

La muestra seleccionada fueron 54 jugadores de fútbol, pertenecientes a los registros de un club de fútbol profesional chileno, dividiéndolos en los puestos de arqueros, defensas, laterales, defensas centrales, volantes de contención, volantes de creación y delanteros. Se aplicó la metodología de Heath-Carter para determinar los somatotipo y sofware estadísticos elaborados para tal efecto. Se emplea instrumental validado internacionalmente y las mediciones se realizan de acuerdo al protocolo estandarizado por Carter.

El Somatotipo promedio del primer equipo fue de un mesomórfico balanceado 2.2-4.8-2.3. Para el caso de los jugadores juveniles el somatotipo promedio es muy similar al del primer equipo mesomórfico balanceado de 2.6-4.8-2.5, a pesar de las diferencias de edad (23.92 DE 5.51 y 18.80 DE 1.24 respectivamente) y tiempo de entrenamiento. Los coeficientes de variación de los tres componentes son 24,5-24,7-25,0 para el primer equipo y para los juveniles 26,9-19,9-37,1, en este último la mesomorfía es la menos variable. La distribución en la somatocarta es bastante homogénea intersujetos e intragrupal y hay una leve dispersión de los somatotipos individuales. Los delanteros presentan valores de 5,2 (DE 0,83) en su mesomorfía. Los arqueros de ambas divisiones no presentan un biotipo esperado a pesar que su entrenamiento es un tanto diferente al resto. El peso y la talla de ambos grupos presenta un coeficiente de variación bajo (7,3-2,8 y 9,2 y 3,4 respectivamente).

Se puede concluir que el somatotipo no presenta diferencia significativa entre los dos grupos analizados, y que el somatotipo promedio se encuentra cercano al somatotipo modelo internacional, lo cual no está en estrecha relación con el rendimiento. No hay diferencias biotipológicas según el puesto en la cancha. La biotipología del plantel juvenil no difiere significativamente del plantel de honor, lo cual nos permitiría rescatar aquellos talentos deportivos desde un mismo plantel sin recurrir a contratos foráneos.

PALABRAS CLAVE: 1. Antropometría; 2. Somatotipo; 3. Biotipología; 4. Fútbol.

MORFOTIPOLOGÍA DE LA COMPOSICIÓN CORPORAL DE JUGADORES DE FÚTBOL DEL PLANTEL DE HONOR Y LA DIVISIÓN JUVENIL DE UN EQUIPO PROFESIONAL DEL FÚTBOL CHILENO. (Morphology of the composition of soccer player of the first division team and the teen dividion of a professional chilean football team). Atilio Aldo Almagià Flores1; Claudio Maffet1; Alvaro Gurovich2; Triana Toro1; Octavio Binvignat3; Fernando Barraza1; Javier Miranda1; Vinicio Piñeiro1 & Juan Pablo Rodríguez1. 1Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Instituto de Biología, Universidad Católica de Valparaíso, Chile. 2Escuela de Kinesiología. 3Faculdade da Serra Gaúcha, Brasil. Email:aalmagia@ucv.cl

La composición corporal expresada en masa grasa (MG), masa muscular (MM) y masa ósea (MO), de los deportistas y no deportistas muestra a simple vista sus diferencias. Hay muy pocos antecedentes científicos sobre la composición corporal de los futbolistas y la discriminación sobre sus puestos de juego en la cancha. Se ha descrito que un mayor porcentaje de masa muscular en el grupo, no garantiza ganar el juego y sería deseable que algunas características morfológicas de composición corporal se tengan como base en el estudio de futbolistas jóvenes para la asignación de un puesto en la cancha.

El objetivo del estudio fue evaluar la composición corporal de la muestra en estudio con especial énfasis en los lugares que ocupan en la cancha y compararlos con referencias internacionales para construir un patrón deseable para mejorar el fútbol chileno.

Se investigó antropométricamente a 54 jugadores de fútbol, afiliados a los registros de un club de fútbol profesional chileno, en las modalidades de plantel de honor y división juvenil, clasificándolos según el desempeño en la cancha. Se aplicó la metodología de Durning y Womersley para estimar los porcentajes de masa grasa, ósea y muscular. Empleamos las técnicas de marcas corporales estandarizadas por la ISAK y con instrumental validado internacionalmente. Las variables fueron medidas por personal calificado. Nos apoyamos con software elaborados para esta investigación.

En el primer equipo los promedios de los tres componentes fueron: %MG=14.3 (DE 2.6) & MO=16.4 (DE 1.1) % MM=45.3 (DE 2.6). Los juveniles presentaron %MG=19.3 (DE3.8) % MO=17.3 (DE 1.3) % MM=39.3 (DE 3.6). La mayor variabilidad es en el componente graso un 18.4 y un 19.7 respectivamente. Naturalmente los juveniles presentan el mayor %MG. La MG en ambos grupos presentaron un bajo coeficiente de variación y mucho más bajo es dicho coeficiente de MM en el plantel de honor. No hay diferencias significativas para agruparlos por desempeño en la cancha.

Los grupos son homogéneos en la morfología de la composición corporal y no presentan diferencias significativas según su desempeño en el juego. Los valores de % MG están por sobre los deseados internacionalmente. Su %MM se encuentra levemente inferior a modelos ideales para el fútbol. Habría que establecer una investigación interdisciplinaria para responder a la interrogante ¿Cómo mejorar el rendimiento? y que ofrezca respuestas fisiológicas y de entrenamiento a una composición corporal por un lado relativamente homogénea y por otro, significativamente cercana a estándares internacionales.

PALABRAS CLAVE: 1. Antropometría; 2. Composición corporal; 3. Fútbol.

MÚSCULO INTERÓSEO DE LA LLAMA (Lama glama). (Interosseous muscle of the llama (Lama glama)). Arzone, C. A.; Calaudi, P.; Genoud, P.; Valdes, V. & J. M. Galotta. Area de Anatomía. Facultad de Ciencias Veterinarias. Universidad de Buenos Aires, Argentina.

En este trabajo se describen la presentación del músculo interóseo medio (III + IV) de la llama, su origen, su inserción  y sus relaciones con las estructuras tendinosas, sinoviales, vasculares y nerviosas de la superficie palmar del metacarpo de la llama.

Se realizó la disección sistemática, con técnicas convencionales de trabajo, de la región de la mano de 8 llamas de ambos sexos, y de distintas edades. Además, se efectuaron cortes transversales de la región en dos miembros y se inyectaron las sinoviales carpiana y digital en otros dos miembros torácicos; abarcando este estudio un total de 10 animales, cinco hembras y cinco machos.

El músculo interóseo medio (III + IV) de la llama es una estructura fibrosa que se desprende del ligamento palmar del carpo y de las superficies vecinas de los huesos del carpo y del metacarpo. Distalmente se inserta en la cara abaxil de los sesamoideos proximales. No presenta ramos dorsales como en otras especies. En su origen se relaciona con la vaina sinovial carpiana; y en palmar de la regiónmetacarpo-falangeana con la sinovial digital. Tiene además relación con los tendones de los músculos flexor digital superficial y flexor digital profundo; y con los vasos y nervios digitales comunes palmares.

Como conclusiones se observó que el músculo tiene una presentación y una ubicación topográfica semejante a otras especies de animales domésticos, pero de mayor sencillez.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. Metacarpo.

Financiamiento: Subsidio de la U.B.A. Código V/0039 - "Estudio morfológico regional de la llama (Lama glama) transferido al consumo humano de carne en zonas económica y geográficamente desfavorables."

MÚSCULOS ANTEROLATERAL DEL TÓRAX. IMPORTANCIA ANÁTOMO-QUIRÚRGICA EN LAS TORACOTOMÍAS LATERALES. Prat  G.; Costi  D.; De Simone R.; Vaccaro S. A. & Schlain  S. Laboratorio de Investigaciones Morfológicas, Cátedra "C" de Anatomía Facultad de Ciencias Medicas, Universidad Nacional de La Plata, Servicio de Cirugía Torácica, Hospital San Juan de Dios, La Plata, Argentina.

El objetivo del presente trabajo es la descripción de los músculos anterolaterales del tórax, sus pedículos vasculo-nerviosos y su importancia  en los abordajes quirúrgicos del tórax.

Se procede a la disección de 10 preparados formolizados  de ambos sexos de los cuales se realiza una disección minuciosa de los músculos anterolateral del tórax como  de sus pedículos vásculonerviosos, se procede a la movilización del músculo latísimo del dorso y disección del pedículo del músculo serrato anterior. Se procede a la  comparación in vivo de 390  toracotomías laterales realizadas en un servicio de Cirugía de Tórax donde se comprueba menor morbilidad con respecto a las toracotomías con sección muscular completa (postero lateral).

En el  presente trabajo  hemos  observado una menor morbilidad en el abordaje torácico por toracotomías lateral que la realizada con la sección de todos los planos musculares,  además un buen campo quirúrgico para la realizacion de distintos procedimientos.

La toracotomía lateral es uno de los abordajes quirúrgicos  con menor morbilidad  por la conservación de los músculos torácicos como el latísimo del dorso y por la preservación de lo pedículos vasculonervioso  además de obtener un buen campo quirúrgico permite un cierre mas rápido y con muy buena recuperación post  quirúrgica  y sin impotencia funcional muscular.

PALABRAS CLAVE: 1. Tórax; 2. Toracotomias; 3. Músculos torácicos.

MÚSCULOS DE LA NARIZ: IDENTIFICACIÓN, CLASIFICACIÓN Y RELACIÓN CON EL S.M.A.S. FACIAL (Muscles of the nose: Identification clasification and facial smass relationship). Ernesto Moretti; Juan C. Barrovechio; Conrado Valvo; Sciarresi Esteban Vieira & Silva, Matheus. Escuela de Disección, Cátedra de Anatomía, Facultad de Medicina, U.A.I., Rosario, Argentina.

Los músculos nasales poseen importancia desde el punto de vista anatómico debido a que provocan modificaciones cosméticas y funcionales. En las descripciones clásicas de los anatomistas existen variantes  de la cantidad de los músculos de la nariz y de sus funciones específicas.

Se procedió a disecar 8 regiones nasales en cadáveres formalizados bajo visión directa y lupa con el objeto de identificar los diferentes músculos nasales. Se evaluaron las inserciones cartilaginosas y óseas con el objeto de determinar las funciones específicas de estos músculos, en especial sobre las narinas, para determinar su acción en dilatadores o constrictores.

Se constató en todos los preparados los músculos prócero; nasal: partes alar y transversal; depresor del septo nasal y dilator nasal anterior. El m. anómalo nasal fue hallado en un preparado, y en 2 casos el m. compresor nasal menor. La inserción sobre los cartílagos alares del dilator nasal anterior y compresor nasal menor explican, junto a estos cartílagos, la forma y apertura de las narinas.

Los músculos nasales deben ser conocidos cuando se planea una rinoplastía funcional o estética  ya que provocan modificaciones en los resultados. La identificación de los músculos nasales y el conocimiento de sus inserciones permite planificar en los procedimientos quirúrgicos maniobras que serán de extrema utilidad, ya que podemos actuar mejorando la apertura narinaria o viceversa, dependiendo de las resecciones que se realicen.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos nasales; 2. Cartílagos alares; 3. Narinas.

NERVIO FACIAL EXTRAPETROSO: RAMOS PREPAROTÍDEOS. (The extratemporal facial nerve: Preparotid branches). Montes, R. & Rodríguez A. Universidad de Los Andes, Santiago, Chile.

El nervio facial ha sido reiteradamente estudiado en sus diversas funciones y desde épocas pretéritas. Sin embargo, en su trayecto y en lo que se refiere a ramos que se originan antes de su ingreso a la glándula parótida, no se tiene consenso en cuanto a sus características morfológicas. El espacio donde se encuentran estos ramos corresponde al compartimiento parotídeo del espacio látero-faríngeo, lo que dificulta su visualización y puede motivar su lesión en intervenciones en esta zona.

Este trabajo tiene por objetivo precisar la ubicación y longitud de estos ramos, los posibles territorios de distribución y puntos de referencia.

Se disecaron quince ejemplares (8 izquierdos y 7 derechos) de cabezas humanas adultas conservadas, agregándose complementariamente fenestración del proceso mastoideo para verificar origen de ramos que apareciendo en la zona estudiada, tuvieran su origen en la 3ª porción intrapetrosa del nervio facial.

Se verificó la presencia de ramos para: vientre posterior del m. digástrico, m. estilohiodeo, meato acústico externo y el nervio auricular posterior, siendo inconstantes ramos anastomóticos para los nervios glosofaríngeo y vago, y el nervio para el estilogloso; no se logró identificar anastomosis con el nervio lingual.

Se describen las características de estos ramos y en base a promedio de mediciones efectuadas, se consignan la longitud y frecuencia de los mismos y puntos de referencia para su búsqueda.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Nervio facial.

NERVIO TRIGÉMINO: TÉCNICA DE DISECCIÓN. (Trigeminal nerve: technique of dissection). Pratt, Guillermo & Hernández, Gonzalo  D.; Mayáns, Julia V.;Villasboas, Orsini, Guillermo & Ríos, Hernán. Cátedra de Anatomía "C" Facultad de Ciencias Médicas.- Universidad Nacional de La Plata, Argentina.

La compleja anatomía de los nervios craneales en la base de cráneo, suele plantear dificultades al estudiante complicando seriamente el entendimiento tridimensional de las relaciones de la zona. En pos de facilitar la comprensión del alumnado de dicho tema, particularmente de las ramas del nervio trigémino, se decidió a proceder a la creación de nuevos preparados que permitan visualizar claramente y en conjunto esta zona.

Se utilizaron para este estudio diez cabezas humanas de ambos sexos formolizados al 10%, las cuales fueron seccionadas sagitalmente con sierra. Posteriormente se realizó una disección anatómica del nervio trigémino, utilizando instrumental convencional y motor colgante con fresas para eliminar las partes óseas.

Se logró obtener preparaciones anatómicas claras y demostrativas que fueron utilizadas en la mostración de los trabajos prácticos y, en algunos casos, fueron conservados y expuestos en el museo de la Cátedra.

La mostración de estas preparaciones en los trabajos prácticos y en el museo facilitó la comprensión de los alumnos de estos temas.

PALABRAS CLAVE: 1. Nervio trigémino; 2. Anatomía; 3. Disección.

OSTEOLOGÍA DEL OZOTOCERUS BEZOARTICUS EN SOPORTE DIGITAL. (Osteology of Ozotocerus bezoarticus in digital support).Galván, SM; Andreotti, C Sbodio, O.; Pastor,R.; Gamero,H. Cátedras de Anatomía Veterinaria I Parte Facultad de Ciencias Veterinaria. Universidad Nacional del Litoral, Esperanza, Pcia. Santa Fé, Argentina.

El venado de las pampas es una especie del orden de los artiodáctilos, suborden rumiantes, familia cervidae,  que se distribuye en un área muy restringida del cono sur. En nuestro país solo se registran escasos asentamientos de animales con un número muy limitado de ejemplares, uno de ellos en la bahía de Samborombón y el otro en Mercedes, San Luis.

Actualmente esta especie, es considerada como en riesgo de extinción. Entre las probables causas de su extinción se destacan la incorporación de especies exóticas al hábitat de estos animales, así como la explotación de diversos tipos de ganado con la consecuente aparición de enfermedades que afectaron al venado. También la caza indiscriminada y la presencia de perros y cerdos cimarrones, pueden haber ocasionado la pérdida de estos ejemplares.

Dada la disponibilidad de animales que por cuestiones imponderables mueren en la Estación Zoológica Experimental dependiente del Ministerio de Agricultura, Ganadería y Granja de la Provincia de Santa Fé, hemos accedido a la posibilidad de investigar sobre la estructura anatómica de esta especie.

En el presente trabajo se evidencia la conformación osteológica del venado de las pampas, mediante un recurso digital que permite la visualización de los diferentes huesos del esqueleto axil y apendicular.

Las imágenes son acompañadas por las referencias de las distintas fascies y superficies articulares de huesos largos, cortos e irregulares y además las particularidades de las epífisis en los huesos correspondientes.

Como conclusión destacamos que este trabajo intenta efectuar un aporte de significación, que junto a otras investigaciones que se vienen desarrollando con relación a esta especie, pueden brindar mayor información sobre su conformación y de esta manera permitir disponer de datos precisos que permitan desarrollar acciones tendientes a recuperar esta especie tan valiosa para nosotros.  

PALABRAS CLAVE: 1. Osteología; 2. Ozotocerus bezoárticus; 3. Soporte Digital.

PARÁMETROS CEREBRALES Y COEFICIENTE INTELECTUAL (CI) EN ESCOLARES CHILENOS QUE EGRESAN DE EDUCACIÓN MEDIA. (Brain development parameters and intelligence in Chilean hig school graduates). Ivanovic, D1.; Olivares, M.1; Leiva, B.1; Pérez, H.1; Almagià, A.2; Toro, T.2; Miller, P.3; Bosch, E. & Larraín, C.3 1Universidad de Chile, Instituto de Nutrición y Tecnología de los Alimentos (INTA). E-mail inta8@abello.dic..uchile.cl 2Universidad Católica de Valparaíso, Laboratorio de Antropología Física y Anatomía; 3Clínica Alemana de Santiago, Departamento de Imágenes, Chile.

En Chile, al igual que en otros países, las investigaciones relativas al conocimiento del comportamiento de los parámetros cerebrales de la población, son escasas. Los objetivos del trabajo fueron: 1) Describir el comportamiento de los parámetros cerebrales, en escolares que egresan de educación media, en la Región Metropolitana de Chile y, 2) Determinar el comportamiento de los parámetros cerebrales, según sexo, nivel socioeconómico (NSE) y CI.

Se seleccionó una muestra de 96 escolares (promedio de edad de 18 ± 0,9 años) que egresaban de educación media en la región Metropolitana de CI alto (WAIS-R > 120) y bajo (WAIS-R > 100) (:1), de NSE alto y bajo (1:1) y de ambos sexos (1:1). El desarrollo cerebral se determinó mediante RMI, la circunferencia craneana (CC) se midió mediante la técnica de Jelliffe y Gibson, el CI se evaluó mediante la escala de Wechsler para adultos (WAIS-R) y el NSE, a través del método de Graffar modificado. El análisis estadístico de los datos incluyó ANOVA, «t» de Student para comparación de medias y correlación. Los datos fueron procesados mediante el software Statistical Analysis (SAS).

Los resultados mostraron que, con excepción del grosor del cuerpo calloso, los escolares de sexo masculino presentaron parámetros cerebrales significativamente más elevados que los de sexo femenino, en lo que respecta al volumen encefálico (VE) (p<0.001) y diametros biparietal y anteroposterior (p<0.05), observándose estas diferencias, independientemente del NSE. Los escolares con CI alto presentaron valores de CC y de VE significativamente mayores, en comparación con los del grupo de CI bajo, tanto en el sexo masculino (p<0.0001), como femenino (p<0.05).

Los hallazgos del presente estudio permiten confirmar la hipótesis que independientemente del sexo, el desarrollo cerebral se asocia directa y significativamente a la inteligencia del escolar que egresa de educación media.

PALABRAS CLAVE: 1. Cerebro; 2. Inteligencia; 2. Estudiantes.

Financiamiento. Proyecto FONDECYT 1961032

PREPARACIONES ANATÓMICAS DEL ÓRGANO VESTÍBULO COCLEAR. (Ear anatomical preparedness) Esborrat Luciano M.; Seco Federico A.; Fontana Alberto M.; Hernández Gonzalo D.; Gadea Francisco & Caturla Nicolás. Cátedra "C" de Anatomía. Profesor Titular Dr. Alberto M. Fontana. Facultad de Ciencias Médicas, Universidad Nacional de La Plata, Argentina.

El órgano vestíbulococlear presenta grandes dificultades para su estudio, debido a su complejidad estructural y a las escasas dimensiones de las piezas anatómicas. Muchos de sus detalles solo son apreciables con otomicroscopio, cuya accesibilidad resulta poco factible en nuestro medio. Prueba de esto es la falta de sólidos conocimientos de la anatomía del órgano vestíbulococlear cuando el alumno llega a años posteriores de la carrera, dificultándose notablemente la comprensión de su patología.

Frente a esta circunstancia se planteó la necesidad de incrementar el número y la calidad de piezas anatómicas del órgano vestíbulococlear, en algunos casos con técnicas especiales, para facilitar su comprensión e interpretación tridimensional.

Se realizaron disecciones anatómicas con huesos temporales secos y formolizados al 10 % utilizando otomicroscopio, motor colgante, aspirador, e instrumental de microcirugía otológica convencional.

Los detalles anatómicos más pequeños fueron fotografiados y magnificados. También se realizó una representación tridimensional del desarrollo embriológico de la vesícula ótica u otocisto en arcilla autofraguante.

Se logró crear piezas anatómicas para facilitar la comprensión e interpretación tridimensional de un órgano tan complejo e importante. Confiamos en que la puesta al servicio de la docencia de este material facilitará el aprendizaje de esta complejísima anatomía.

Debido a su reducido tamaño, este tipo de piezas solo pueden ser apreciadas por unos pocos alumnos simultáneamente, tal como ocurriría durante el desarrollo del trabajo práctico. Es por estos motivos que se requiere incrementar el número de estas piezas anatómicas para permitir su acceso a todo el alumnado.

Creemos que para la comprensión anatómica tridimensional del órgano del vestíbulococlear es imperativo que su estudio teórico sea apoyado con la visualización y manipulación de estos especímenes.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Técnicas anatómicas; 3. Órgano vestíbulococlear.

PROPIEDADES MORFOMÉTRICAS DEL METACARPIANO III DE POTRILLOS MESTIZOS CRIOLLOS. (Morphometric properties of the third metacarpus III in young horses). Galán, A.M.; Rivera, M.C.; Moine, R.; Ferraris, G.; Gigena, M. S. & Natali, J. Cátedra de Anatomía de la Fac. de Agronomía y Veterinaria de la Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

Las propiedades morfométricas del hueso son modeladas por fuerzas que causan alteraciones en la geometría del mismo, lo que determina formas y dimensiones características, relacionadas con la capacidad de resistencia de este hueso a tensiones y compresiones.

El objetivo de este trabajo fue analizar las variaciones morfométricas del metacarpiano III en la parte media de la diáfisis, estableciendo comparaciones entre ambos miembros y ambos sexos.

Se obtuvieron ambos huesos metacarpianos III de 30 potrillos mestizos criollos (14 hembras y 16 machos) de 19 a 24 meses. Se determinó el peso y la longitud del hueso. Se seccionó transversalmente el hueso en la parte media de la diáfisis, donde se midió: diámetro del hueso, diámetro de la cavidad medular, los espesores de las paredes y las áreas. Las variables fueron analizados estadísticamente.

Los resultados muestran variaciones morfométricas en la parte media de la diáfisis de las variables estudiadas. Se comprobó que no existen diferencias significativas entre los espesores de la pared lateral y medial, en relación a las diferencias significativas halladas en los otros cuadrantes. De la comparación de las variables entre los miembros derecho e izquierdo se comprobó que hubo diferencias significativas en: diámetro de la cavidad medular latero-medial (p=0,001), espesor medial (p=0,002), área cortical (p=0,009) y área de la cavidad medular (p=0,003). En relación al sexo no se observaron diferencias significativas en las variables estudiadas.

PALABRAS CLAVE: 1. Hueso; 2. Metacarpiano; 3. Potrillo; 4. Diáfisis; 5. Morfometría.

PRUEBAS DE ELECCIÓN MÚLTIPLE: APORTE DEL MÉTODO ALTERNATIVO. (Multiple choice:Contribution of the alternative method). Albanese, Eduardo; Gómez, Elena; Gómez, Marta; Elizalde Agustina; Ingratta, Adriana & Merlo, Alicia. Fac. Medicina, Universidad del Salvador, Argentina.

En el método alternativo de evaluación en pruebas de elección múltiple (PEM) presentado en el Primer Congreso de Anatomía del Cono Sur, 1999, se consideran además de las respuestas correctas, las erróneas, las preguntas no contestadas y la intervención del azar.

El objetivo del trabajo fue comparar resultados obtenidos por los alumnos de pregrado de Anatomía (Carrera de Medicina-USAL) de los años 1999 y 2000 utilizando los métodos convencional (Mc) y Alternativo (Ma).

Se compararon estadísticamente los resultados de las pruebas correspondientes a los alumnos de los años 1999 (n=112) y 2000 (n=147). Se utilizaron ambos métodos, usando dos grillas con 180 preguntas de 5 opciones cada una. En el Mc se determinó el número de respuestas correctas (RC). En el Ma se determinaron las RC, erróneas (RE), no contestadas (PNC) y las respuestas correctas por azar mediante la fórmula: AZ=RC(Mc)-RC(Ma).

Las medias ± ES (porcentajes sobre el total de preguntas) son el grupo de alumnos del año 2000 y en el año 1999 respectivamente: RC(Ma):40.37±0.87 y 47.38±a.27 (p<0.001); AZ: 24.43±0.56 y 18.56±0.56 (p<0.001); RE(Ma):9.08±0.39 y 13.13±0.62 (p<0.001); Las PNC: 50.55±0.95 y 39.45±1.34 (p<0.001). En el Mc el porcentaje de RC fueron respectivamente 64.73±0.72 y 65.94±0.99.

Los coeficientes de correlación fueron RC(Ma) vs RE(Ma) r=0.01 y r=-0.13; entre RC(Ma) vs preguntas no contestadas (PNC)(Ma)) r=-0.91 (p<0.0001) y r=-0.89 (p<0.0001).

El método experimental permite observar diferencias altamente significativas en los distintos aspectos evaluados en los grupos comparados. Estas diferencias no se detectaron por el método convencional con el único dato que aporta y que está afectado por el azar.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Evaluación.

PRUEBAS DE ELECCIÓN MÚLTIPLE: COMPORTAMIENTO INDIVIDUAL Y EN EQUIPO. (Multiple choice: Individual and team perfomance).Albanese, Alfonso; Merlo, Alicia; Miño, Jorge; Gómez, Marta; Díaz Mathe Alexia & Gómez Elena. Facultad de Medicina, Universidad del Salvador; Facultad de Medicina, Farmacia y Bioquímica, Universidad de Buenos Aires, Argentina.

Las pruebas de elección múltiple (OEM) convencionales ofrecen la posibilidad de evaluar el conocimiento pero deja de lado actitudes relacionadas con aspectos de su capacidad para el trabajo en equipo.

En PEM según nuestro método alternativo (Congreso de Anatomía del Cono Sur 1999) determina probables diferencias en los resultados obtenidos: 1) mediante la prolongación del tiempo otorgado previamente para una prueba individual; 2) Con el trabajo en equipos formados por todos los evaluados divididos por grupos; 3) Con el trabajo en equipos formados por representantes elegidos por los integrantes de los grupos.

Se tomaron utilizando la metodología alternativa de múltiple opción 156 pruebas de la materia Anatomía de igual contenido con 12 preguntas de 5 opciones en 5 etapas: 1) Individual; 2) Individual con tiempo adicional; 3) En equipo; 4) En equipo por representantes elegidos por los equipos; 5) Por representantes elegidos por los representantes. Los resultados se evaluaron con el test estadístico de Chi2.

En la etapa 2 aumentan las respuestas correctas pero también las erróneas a expensas de preguntas no contestadas. En la 3 aumentan las respuestas correctas pero las erróneas no varían significativamente. En las etapas 4 y 5 los resultados no varían.

Los resultados de este trabajo sugieren que para aumentar la eficacia de los resultados de una tarea el trabajo en equipo es más útil que un tiempo adicional acordado al trabajo individual.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Evaluación.

RAMAS DE INSERCIÓN DEL MÚSCULO FIBULAR TERCERO EN EL EQUINO. (Branches of insertion of the fibular tertius muscle in equine). Bode, F. F.;  Resoagli, E.H.;  Holovate, R.M. & Sellares, M.E.   Cátedra de Anatomía Comparada Primera Parte - Fac. de Ciencias Veterinarias - U.N.N.E.- Sargento Cabral 2139 - Tel. 03783 4 25753/ 148 - C.P. W 3402 BKG - E-mail: anato1@vet.unne.edu.ar - Corrientes, Argentina.

Durante las clases prácticas de disección de los músculos crurales dorsales en el equino los autores observaron que las ramas de inserción del músculo fibular tercero, no coincidía con las descripciones efectuadas por algunos textos clásicos de Anatomía Veterinaria.

Al realizar la consulta bibliográfica se obtienen los siguientes datos:Barone (1989), describe una Rama para el metatarso III y accesoriamente a los huesos de la fila distal del tarso, una Rama oblícua débil al cuboides. Bossi (1909), describe una Rama Dorsal que se inserta en el metatarso III y IV, cuneiforme III, navicular del pie y cuboides; una Rama Lateral para el calcáneo y cuboides. Para Dyce (1999) la inserción, se realiza a través de una Rama Dorsal que se inserta en el metatarso III y cuneiforme III; y una Rama Lateral para el calcáneo y cuboides. Getty (1982), describe dos ramas de inserción de igual forma que Dyce. Zanolli (1910), describe tres ramas de inserción: Rama Lateral para el calcáneo y cuboides; Rama Intermedia para metatarso III; Rama Medial para cuneiforme III y metatarso III. Zimmerl (1989), describe dos ramas de inserción una metatarsiana y otra cuboidea.

Se realizó la disección del músculo fibular tercero en diez equinos mestizos de diferentes edades, sexos y tallas;  para un mejor reconocimiento de las ramas de inserción, se eliminó de la región distal de la pierna y articulación del tarso al músculo tibial anterior, con sus dos ramas de inserción. El material disecado fue documentado fotográficamente, conservado en cámara fría, y mediante formolización, para su posterior análisis e interpretación de su inserción.

En nuestras disecciones podemos apreciar la presencia de tres ramas de inserción:1.  Rama Lateral, dividida en su origen por el paso de la arteria tibial dorsal, en una rama destinada a insertarse en el hueso cuboides y otra insertada en el hueso calcáneo, esta división podría confundirse con una cuarta rama de inserción del músculo fibular tercero. 2.  Rama Intermedia, destinada a insertarse en el hueso metatarso III. 3.  Rama Medial, destinada a insertarse en el hueso cuneifome III y metatarso III.

Coincidimos con las tres ramas de inserción descitas por Zanolli, teniendo en cuenta la división de la rama lateral que puede considerarse como una cuarta rama de inserción del músculo fibular tercero.

PALABRAS CLAVES: 1. Músculo fibular tercero; 3. Equino.

RELACIÓN DEL TRONCO CELIACO Y DE LA ARTERIA MESENTÉRICA SUPERIOR CON EL LIGAMENTO ARQUEADO MEDIANO DEL DIAFRAGMA. (Relationship of the celiac trunk and superior mesenteric artery with the median arcuate ligament of the diaphragm), Petrella, S.1; Souza Rodrigues, C. F.2; Sgrott, E. A.3; Marques, S. R.2; Prates, J. C.2 1Instituto Adolfo Lutz; 2Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-EPM); 3Universidade do Vale do Itajaí, Brasil.

La Literatura se refiere a la doble compresión del tronco celiaco (TC) y de la arteria mesentérica superior (MAS) por el ligamento arqueado mediano (LAM) como una anomalía que ocurre, excepcionalmente, debido a los orígenes muy próximos de estos vasos (Watson & Sadikali, 1977 y Langeron et al., 1980). Por lo anterior, resolvimos estudiar la disposición de estas arterias en la porción abdominal de la aorta y la relación de éstas con el LAM.

Disecamos 83 cadáveres, adultos, de ambos sexos, 63 de ellos fijados en formalina al 10% y 20 no fijados. Para la disección en los cadáveres fijados, del TC, MAS y LAM, el páncreas fue retirado o se disecó su cuerpo. En los cadáveres no fijados, estas estructuras fueron alcanzadas a través de la bolsa omental, abriéndose el omento menor.

Se verificó en 36 (43,37%) de los casos, una sobreposición del LAM en el TC. Además, en 76 /83 casos, la distancia entre TC y MAS variaba de 0,1 a 1,8 cm. En 6 casos (7,89%) constatamos un ostio común celiaco-mesentérico. No pudimos detectar la sobreposición simultánea del TC y de la MAS por el LAM, datos que confirman las observaciones de la gran mayoría de los autores de la literatura revisada.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Arteria celiaca; 3. Arteria mesentérica superior; 4. Ligamento arqueado mediano; 5. Pilares del diafragma.

REPAROS ANATÓMICOS Y VÍAS EN LAS INDICACIONES ANESTESIOLÓGICAS EN OBSTETRICIA. (Anatomic parameters and nervous fibers in anesthesiological indications in obstetrics). Jorge Lorenzo; Cera Mirta; Gonzalez Claudia; Ana Vaquer; Liliana Macchi & M. Elena Seidenstein.II Cátedra de Anatomía. Facultad de Medicina.U.B.A. Servicio de Obstetricia.  Hospital B. Rivadavia, Buenos Aires, Argentina.

La correcta indicación anestesiológica en obstetricia asociada a una técnica adecuada y el conocimiento de la anatomía nos permite obtener mejores resultados perinatales.

El objetivo fue mostrar en forma pedagógica los reparos anatómicos y las vías nerviosas involucradas en los tipos de anestesia más comúnmente usados en obstetricia. Para lograr los objetivos usamos diagramas visuales.

Un completo conocimiento anatómico de las vías nerviosas involucradas en el trabajo de parto, junto con una depurada técnica anestesiológica contribuyen a disminuir la morbilidad perinatal y logra una adaptación fisiológica del recién nacido y su madre en las primeras horas de vida.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Obstetricia.

REVISIÓN ANATÓMICA DESCRIPTIVA DE LA ARTICULACIÓN METATARSO-FALÁNGICA DEL HALLUX. APLICACIÓN DIDÁCTICA Y FUNCIONAL. (Anatomical revision descriptive of the metatarsal phalange articulation - Didactics and functional application). Aparicio, Liliana; Gamarra, Marta; Leyes, Laura; Ribeiro, Renato A. & Tesone Alvarez, Ulises.Cátedra de Anatomía Humana Normal y Funcional, Carrera de Kinesiología y Fisiatría, Facultad de Medicina, UNNE, Corrientes, Argentina.

La articulación metatarsofalángica del Hallux (A.M F.)  posee en la rehabilitación kinésica un verdadero valor de discusión en la aplicación profesional. Los autores clásicos no difieren significativamente en la descripción de la conformación estructural de la AMF. Mann y Inman refieren la importancia en la distribución de presión del pie en el momento del despegue de los dedos en la marcha. Además la misma posee aplicaciones  en la industria de calzado, la dinámica plantar, cirugías plantares y diversas patologías de la ortopedia y traumatología.

Para el presente trabajo se realizaron fichas bibliográficas de cada autor. Con el objeto de investigar esa información, se procedió a la disección plano por plano, utilizando magnificación óptica de 5X y 10X, de 20 piezas, previamente fijadas en formal al 10%, originadas en amputaciones de piernas de pacientes de ambos sexos, provenientes de hospitales de la  localidad.

Luego de estudiar en forma exhaustiva el material anatómico, llegamos al resultado que la constitución, morfología y relaciones de la AMF reporta similares descripciones a la bibliografía consultada.

En la revisión bibliográfica hemos encontrado un gran consenso de los autores sobre la importancia de la AMF. La revisión práctica de la disección, nos permitió obtener un material valioso para la actividad docente y de formación básica para proyectarlo en la práctica asistencial kinésica.

PALABRAS CLAVE: 1.Articulación metatarsofalángica; 2. Pedagogía; 3. Kinesiología.

REVISIÓN ANATÓMICA DESCRIPTIVA DE LA ARTICULACIÓN TARSOMETATARSIANA (LISFRANC) (APLICACIÓN FUNCIONAL Y DIDÁCTICA. (Anatomical Revision descriptive of the tarsometatarsal articulation. Functional and didactics application).Leyes, Laura; Ribeiro, Renato; Tesone Alvarez, Ulises; Gamarra, Marta; Aparicio, Liliana.Cátedra de Anatomía Humana Normal y Funcional - Carrera de Licenciatura de Kinesiología y Fisiatría - Facultad de Medicina  UNNE - Corrientes - Argentina.

El presente trabajo forma parte de un proyecto de investigación a largo plazo, sobre el complejo articular del pie y su correlato funcional. El objetivo principal es describir sistemática y metódicamente la articulación en cuestión, como paso previo al estudio de su implicancia funcional. Además proveer a la Cátedra de material didáctico factible de ser utilizado en la actividad docente, lo cual permitirá adiestrar a docentes y alumnos en las prácticas de anfiteatro.

Se utilizaron piezas de amputación quirúrgica de sujetos adultos de ambos sexos, previamente fijadas en formol al 10%. Se empleó instrumental de disección convencional y magnificación óptica de 5X y 10X. La realización de este trabajo nos permitió constatar las descripciones anatómicas clásicas utilizadas como referentes en la actividad docente cotidiana. Se observaron componentes y medios de unión de la articulación tarsometatarsiana; los tres últimos ligamentos tarsometatarsianos dorsales (5, 6 y 7) presentan difícil acceso y aislamiento de los restantes elementos, en especial de las expansiones del músculo fibular corto, y del músculo fibular tercero cuando está presente. Este estudio descriptivo de la articulación tarsometatarsiana aporta datos de gran importancia para el abordaje fisio-kinesiterápico-quirúrgico de la misma.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Articulación tarsometatarsiana.

SOFTWARE DE FRACCIONAMIENTO KINEANTROPOMÉTRICO, SFK VERSIÓN 2.0 (Kineanthropometric fractions software). Alvaro Gurovich Miret; Rodrigo Huerta; Gonzalo Reyes & Atilio Aldo Almagià Flores. Laboratorio de Ciencias del Deporte Clínica Reñaca. wwwdeporteysalud.cl, Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

Como una interfase cuantitativa entre estructura humana y su función, la Kineantropometría actual utiliza una gran cantidad de variables antropométricas como elementos básicos de trabajo. Es por eso que esta disciplina científica exige una preocupación sustancial en la seguridad y confiabilidad de los cálculos realizados para poder determinar las distintas variables de estudio que un perfil kineantropométrico puede entregar. De acuerdo a lo anterior se desarrolló una aplicación computacional (Software de Fraccionamiento Kineantropométrico, SFK Versión 2.0) que no sólo da la seguridad y la confianza en los distintos cálculos kineantropométricos, sino que también permite un buen manejo de las variables evaluadas y un número importante de parámetros en las tres distintas áreas de estudio de la Kineantropometría: Proporcionalidad, Composición Corporal y Somatotipo. Con respecto a la proporcionalidad el SFK entrega los perfiles Phantom para todas las variables antropométricas. Con respecto a la Composición Corporal el SFK está diseñado para entregar información desde el cálculo de la densidad corporal según la ecuación de Siri, hasta el método más actualizado que es el método de 5 componentes de Deborah Kerr, pasando por las ecuaciones clásicas de Durnin y Womersley y de De Rose y Guimarães. Con respecto al somatotipo, el SFK utiliza la última versión publicada por Lindsay Carter, además, permite la comparación con más de 30 deportes actualizados según estudios internacionales. Otros aspectos importantes que cuenta con una ventana dedicada a los parámetros antropométricos de Salud, donde se encuentran el sistema O-Scale (Ross y Ward, 1984), Índice de Masa Corporal (BMI) y el Índice Cardio Coronario (Waist to Hip ratio) y su interacción con los factores Cardiovasculares. Todas estas aplicaciones se encuentran en un ambiente gráfico para MS Windows" exportables a MS Excel" o imprimibles para poder realizar los estudios estadísticos posteriores.

PALABRAS CLAVE: 1. Kineantropometría; 2. Software.

SUSTANCIA P: SU DETERMINACIÓN EN EL TRACTO INTESTINAL DEL PEJERREY (ODONTHESTES BONARIENSIS). Substance P: determination in the intestinal tract of atherine (Odonthestes bonariensis). de la Cruz, Jorge; Castagnino, Rosa; Dauria, Pascual; Sona, Liliana; Navarro, Osvaldo; Mac Loughlin, Virginia. Histología. Depto. de Anatomía Animal. Facultad de Agronomía y Veterinaria. Universidad Nacional de Río, Cuarto, Argentina.

Los péptidos son sustancias que pueden ser sintetizadas y liberadas por las células enteroendócrinas del tubo digestivo, pudiendo actuar inmediatamente sobre las células vecinas o ser transportadas por el torrente sanguíneo para actuar sobre células blanco distantes. Otras son sintetizadas y liberadas por órganos endrócinos y por neuronas hipotalámicas. La sustancia P es un pequeño péptido denominado así porque se encontró en un polvo de extractos cetónicos de cerebro e intestino.

El objetivo de este trabajo es determinar la presencia de este péptico en el tracto intestinal del pejerrey. Para ello, se utilizaron ejemplares adultos de pejerreyes capturados en la estación ¨La Florida¨ de la provincia de San Luis y en el Embalse de Río Tercero, Córdoba. Las muestras del tracto intestinal se obtuvieron inmediatamente de ser extraídos aquellos del agua y se procesaron con la técnica histológica de rutina para microscopía óptica, usando como fijador la solución Bouin. La determinación de la Sustancia P  se realizó con el método imnunohistoquímico, empleándose como anticuerpo primario Sustancia P policlonal, mientras que para la detección y posterior revelado se recurrió al complejo avidina/biotina peroxidasa y diaminobencidina.

Se observó marcada reactividad en células del epitelio y lámina propia del intestino anterior; mientras que en la región media del intestino se visualizó una marcación más difusa tanto en el tejido epitelial como en el tejido conectivo, disminuyendo la reactividad hasta ser casi nula en la zona correspondiente al intestino posterior de la especie en estudio. 

PALABRAS CLAVE: 1.Sustancia P ; 2. Inmunohistoquímica; 3. Tracto intestinal; 4. Pejerrey.

Subsidio: SECYT  - Universidad Nacional de Río Cuarto, Argentina.

TIPO FIBRILAR, MORFOMETRÍA Y PERFIL METABÓLICO DEL MÚSCULO ROTADOR LARGO EN EL EQUINO. (Fiber type, morphometry and metabolic profile of the long rotator muscle in the horse). Graziotti GH; Ríos CM; Victorica CL; Affricano NO. Área de Anatomía, Fac. de Cs. Veterinarias, Universidad de Buenos Aires. Chorroarín 280, Capital Federal C1427CWO, Argentina. E-mail: ggrazio@fvet.uba.ar

El M. rotador largo integra la parte más profunda del M. transverso espinal y sus inserciones se realizan entre los procesos mamilares o transversos de las regiones lumbar y torácica y el proceso espinoso de la metámera anterior. Ha sido extensivamente descrito macroscópicamente en el humano, canino, bovino, cabra y en menor medida en el equino. En ningún caso existen investigaciones acerca de la tipificación fibrilar de este músculo. En el músculo esquelético del equino ha sido bien documentada la existencia de tres tipos fibrilares puros: I, IIa y IIx; la capacidad oxidativa de estos tipos decrece en este orden. Es ampliamente conocida la relación entre tipos fibrilares, metabolismo y función muscular.

EL objetivo de este estudio ha sido conocer la tipificación fibrilar, morfometría y perfil metabólico del M. rotador largo en el equino, para contribuir a la interpretación funcional del aparato locomotor.

Muestras musculares fueron tomadas a la altura de la vértebra diafragmática y congeladas en acetona y hielo seco. Las muestras fueron tratadas mediante la pruebas histoquímicas de ATPasa y NADH-TR con el objetivo de determinar el tipo fibrilar y su perfil metabólico. Las áreas fibrilares y densidad óptica  fueron medidas  mediante un analizador de imágenes.

Los resultados indican llamativamente que las fibras IIx presentan un mayor perfil metabólico oxidativo que en las fibras IIa, aunque el área fibrilar relativa es mayor para las IIa. El área fibrilar para cada tipo es mayor para las IIx.

La particular alta capacidad oxidativa de las fibras IIx asociada a su elevada fuerza de contracción supone que este músculo actúa también como elemento de contención durante la flexión contralateral de la columna.

PALABRAS CLAVE: 1. Equino; 2. Fibras musculares; 3. Músculo rotador largo; 4. Histoquímica.

TRATAMIENTO ANTIOXIDANTE DE MATERIAL ANATÓMICO: EFECTO OXIDATIVO Y DEL pH. (Antioxidative treatment for anatomical material oxidative and pH effects). Valenzuela, V.; Leopold, E. & Rodríguez, A. Universidad de Los Andes, Santiago, Chile.

Las piezas anatómicas al ser fijadas y conservadas en el tiempo y considerando que están siendo permanentemente manipuladas y sometidas a cambios de Tº y a la exposición del aire, sufren alteraciones fisicoquímicas que dan como resultado una menor calidad tanto de la textura, coloración y aspecto, perdiendo la utilidad original para el estudio y la investigación.

La presencia de algunos elementos de las soluciones de conservación, provocan un desplazamiento de iones en las células lo que lleva consigo una variación de pH en los tejidos. Las proteínas que forman parte de estos tejidos, son las principales participantes en las variaciones de pH del tejido y por ende en el cambio de color que sufren las piezas.

Las proteínas son polielectrolitos cuyas cargas se neutralizan en el punto isoeléctrico, que es específico de cada proteina. Con valores de pH sobre este punto isoeléctrico, las proteínas se presentan como aniones (portan preferentemente carga negativa). Cuando una pieza está fresca presenta un pH cercano a 7.0; luego de ser fijada y conservada el pH de los tejidos baja considerablemente, provocando cambios en la textura y color de las piezas. El responsable del color en los tejidos orgánicos se debe a compuestos que presentan grupo hemo, uno de ellos es la hematina, que pierde su color cuando es sometido a pH ácido.

El objetivo de nuestro trabajo fue modificar las características bioquímicas de los tejidos, alterando su composición ácidobase y su estado de oxidación, para restablecer las condiciones fisicoquímicas óptimas. Para ello se estudiaron piezas anatómicas que presentaban un avanzado estado de deterioro, en que su textura, coloración, y apariencia distaban mucho de su condición real. Se estudió el pH de las soluciones fijadoras y conservadoras utilizadas en el pabellón de Anatomía y las condiciones de pH en las piezas deterioradas.

Basándonos en la capacidad de algunas sustancias para variar el pH del medio, hemos utilizado soluciones que contengan sales (cloruro de sodio, acetato de sodio) y alcohol (95º) que permitan desplazar iones a través de las membranas provocando un cambio notable de pH, esto provoca un efecto muy importante sobre la hematina, ya que al volver a un pH más alcalino recupera su coloración natural.

Como resultado de nuestros análisis, logramos modificar la flexibilidad y coloración de las piezas antes mencionadas casi en su totalidad, permitiendo en algunos casos repetir el procedimieto para mejorar aún más nuestros resultados sin alterar la calidad del material. Debido a los óptimos resultados obtenidos en la recuperación de piezas anatómicas en medio alcalino, proponemos someter las piezas a tratamientos periódico en dichas soluciones.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía; 2. Técnicas anatómicas; 3. Ácidobase; 4. Coloración; 5. Oxidación.

Financiamiento: proyecto MED-003-01

UN CASO RARO DE UNA ARTERIA »GASTRODUODENOCÓLICA» (A rare case of a gastroduodenalcolic artery). Petrella, S.1 & Prates, J. C. 1Instituto Adolfo Lutz; 2Universidade Federal de São Paulo, Brasil.

En la literatura consultada no encontramos ningún relato en que el tronco celiaco emitiese una rama gastroduodenal cólica.

Disecamos 83 cadáveres, adultos, de ambos sexos, 63 de ellos fijados en formalina al 10% y 20 no fijados. Para la disección en los cadáveres fijados, del TC, MAS y LAM, el páncreas fue retirado o se disecó su cuerpo. En los cadáveres no fijados, estas estructuras fueron alcanzadas a través de la bolsa omental, abriéndose el omento menor.

En un caso observamos la emisión de una 4ª rama del tronco celiaco, originándose en su contorno inferior en la misma altura de las arterias hepática, esplénica y gástrica izquierda a la cual denominamos arteria gastroduodenal cólica.

PALABRAS CLAVE: 1. Arteria celiaca; 2. Arteria cólica; 3. Arteria gastroduodenal.

UN ESTUDIO DE LA ARQUITECTURA INTERNA DEL CALCÁNEO, TALUS Y EPÍFISIS DISTAL DE TIBIA Y FÍBULA.  SU EVIDENCIA EN IMÁGENES RADIOLÓGICAS (A study of the internal architecture of the calcaneo, talus and inferior extremity of the lukewarm one and fibula. Their evidence in radiological images). Juan Staneff; Ignacio R. Fernández; Francisco J. Castro; Karina I. Labachuk & Vanesa L. Centurión. Cátedra I de Anatomía Humana  Normal e Imagenológica- Facultad de Medicina - UNNE. Corrientes, Argentina.

Se plantea la inquietud científica acerca del estudio de la arquitectura interna o líneas de fuerza del calcáneo, talus y epífisis distal de la tibia y de la fíbula,  evidenciadas  con imágenes radiológicas y  observando su correlato con la mayor o menor incidencia con los distintos tipos de fracturas de los mismos.

Se tomaron 120 huesos humanos y 50 placas radiográficas de sujetos de ambos sexos, sin discriminación etaria, cuyas edades oscilaban entre los 30 y 70 años; los mismos fueron seccionados con sierra Nº 2, siguiendo el plano sagital del hueso que corresponde al eje mayor, para luego sumergirlos en agua oxigenada  que permitió ver mejor la arquitectura interna del hueso, usando magnificación óptica.

Se observó que las líneas de fuerzas obedecen, a las clásicamente descriptas, tanto en libros de textos como en trabajos de investigación, aunque se pudo apreciar una cierta distorsión de las líneas de fuerzas antero-posterior del calcáneo; estas líneas de fuerzas se  evidencian  en imágenes radiológicas que  coinciden en líneas generales con las piezas anatómicas;  así mismo las fracturas se producen en los lugares donde esas líneas de tracción   o  líneas de fuerzas no están presentes.

Se deja abierta la discusión, ya que la presente investigación es punto de partida ; de otros futuros trabajos sobre estos elementos anatómicos; que aporten datos para describir variantes  que sirvan para comprender mejor casos traumatológicos atípicos.

PALABRAS CLAVE: 1. Anatomía;  2. Calcáneo; 3. Talus; 4. Tibia; 5. Fíbula.

UN NUEVO CONCEPTO SOBRE EL PRIMER SEGMENTO DEL MIEMBRO SUPERIOR. (A new concept on the first segment of the upper limb). Alfonso Roque Albanese. Cátedras de Anatomía,  Facultades de Medicina,USAL y  UBA Argentina.

Se ubican en el tronco un grupo de trece músculos del miembro superior. Se disponen en dos planos en cuello, tórax, y región dorsal y en un plano en la región lumbar. Estos músculos no están inervados por los nervios de los metámeros de los niveles en que se encuentran. En cambio, todos ellos se encuentran inervados o por ramos del plexo branquial o por los nervios craneanos XI y XII, lo que indica su origen filo y ontogenético. Esta inervación se relaciona más con su inserción distal en aquellos inervados por el plexo braquial o con un origen branquial en los inervados por los pares craneales. Además, la vascularización arterial y venosa de estos músculos tiene un similar origen embriológico. Actúan sobre la sinsarcosis escápulo-torácica y sobre las articulaciones esternoclavicular y humeral.

Estos datos sobre su inervación apoyan la tesis de considerar a estos músculos como pertenecientes a un primer segmento del miembro superior. Los aspectos funcionales también concuerdan con este concepto. Además, la embriología, la antropología y la paleontología apoyan también esta idea.

PALABRAS CLAVE: 1. Músculos ; 2. Inervación; 3. Miembro superior.

VALIDACIÓN DE LA ESTIMACIÓN DE LA MASA GRASA CORPORAL POR MEDIO DE LA BIOIMPEDANCIA ELÉCTRICA v/s DISTINTOS MODELOS ANTROPOMÉTRICOS EN SELECCIONADOS NACIONALES CHILENOS DE PATÍN CARRERA. (Validation of the body fat mass estimation between electric bioimpedance and several anthropometrical methods in Chilean National Team Roller Skaters). Alvaro Gurovich Miret; Nils Pérez & Atilio Aldo Almagià Flores. Carrera de Kinesiología y Laboratorio de Antropología Física y Anatomía Humana, Universidad Católica de Valparaíso, Chile.

Uno de los temas más controversiales en Kineantropometría en los últimos años es la estimación de la Composición Corporal y, sobretodo, la valoración de la Masa Grasa Corporal (MGC). Los avances tecnológicos nos entregan actualmente varias alternativas de estimación de la MGC, donde la más popular es la Bioimpedancia Eléctrica (BIPE). Sin embargo, estos métodos, los cuales permiten en forma rápida y sencilla estimar la MGC, no siempre cuentan con estudios de validación adecuados.

Fueron evaluados 25 patinadores, 13 damas y 12 varones, seleccionados chilenos para el Mundial de Patín carrera (Chile, 1999). Se realizó una comparación entre la MGC obtenida por BIPE (Omron-HBF 300M, Japón) v/s 7 modelos antropométricos evaluados según protocolos de la Sociedad Internacional para avances en Kineantropometría y procesados por medio del Software de Fraccionamiento Kineantropométrico (SFK, versión 2.0, Chile). Los modelos antropométricos utilizados fueron: Kerr, Siri, Faulkner, De Rose, Yuhasz, O-Scale y BMI. Los coeficientes de correlación (r) y de determinación (r2) y el Error de Estimación Stándar (SEE) de las distintas comparaciones para la muestra total se muestran en la siguiente tabla.

n=25
D.Kerr
Siri
Faulkner
De Rose
O-Scale
Yuhasz
BMI
i
0.580
0.594
0.617
0.530
0.690
0.553
-0.172
r2
0.337
0.353
0.381
0.280
0.476
0.306
0.030
SEE
3.545
3.044
3.894
1.363
22.000
3.350
1.616

Se puede observar con los distintos coeficientes de determinación no son suficientes para validar estadísticamente el método BIPE v/s métodos antropométricos. Sin embargo, existe un método donde podría ser considerado (0-Sacle), sin embargo, el SEE, es muy alto. A la luz de los resultados podemos inferir que la utilización de la BIPE en deportistas podría determinar errores importantes en la estimación de MGC.

PALABRAS CLAVE: 1. Kineantropometría; 2. Bioimpedencia eléctrica; 3. Antropometría.

VARIACIONES EN EL ORIGEN DEL CONDUCTO PAROTÍDEO (STENNON) EN EQUINOS. (Variations in the origin of the conduct parotideo in equine. Llano, E.; Van Rey, J. P. M.; González, M.; Herrera, D.; Lipps, E. & López, Z, A. Cátedra de Anatomía Comparada II Parte - Facultad de Ciencias Veterinarias, U.N.N.E., Corrientes, Argentina.  

Durante la disección de piezas anatómicas para las clases practicas se observaron variaciones en las raíces de origen del conducto parotídeo, la consulta bibliográfica arroja los siguientes datos:

Barone (1984), afirma que el conducto parotídeo se origina de 3 o 4 raíces superficiales provenientes del tercio dorsocraneal de la glándula cerca del borde rostral; según  Chavveau (1903) y Getty (1982), el conducto parotídeo se origina de la unión de 3 o 4 raíces; según Dyce (1991), se origina de varios conductos. En los textos consultados se observa una variación en  número de raíces de origen, pero no se especifica la porción de la glándula de la que provienen.  

Se utilizaron 6 equinos de diferentes edades, sexos, tallas y razas. En estos animales se realizó la eutanasia por sangría blanca y como método de conservación se utilizó solución de formol al 20%. Se seccionó la región cervical a nivel del Axis. Se resecó la piel tomando como límite caudal la C II, límite craneal PM II, límite ventral plano medio, límite dorsal la base del pabellón auricular. Se disecó en la región rostral al Músculo masetero individualizando y canalizando el conducto parotídeo, en caudal de la Vena facial. Se inyectó a través de la cánula, 10cc. de Látex Neoprene natural y coloreado. Se dejó en reposo durante un período de 24hs para lograr el fraguado del material inyectado.Se realizó una disección roma de las raíces de origen del conducto, estableciendo las partes glandulares correspondientes a cada raíz. El material disecado fue documentado fotográficamente.   

Considerando al conducto parotídeo como tubo único, a partir del lugar que abandona la glándula, en todos los casos (100 %) se origina de dos raíces, 1) Dorsal y 2) Ventral. En el 50 % de los casos la raíz dorsal proviene de la extremidad dorsal y parte media de la glándula y la raíz ventral proviene de la extremidad ventral de la glándula. En el 25 % de los casos la raíz dorsal proviene de la extremidad dorsal y parte media, la raíz ventral proviene de la parte media y extremidad ventral. En el 25 % restante la raíz dorsal proviene de la extremidad dorsal, parte media y extremidad ventral, la raíz ventral proviene exclusivamente de la extremidad ventral. Para los autores de este trabajo el conducto parotídeo se origina por dos raíces, una dorsal y otra ventral que varían en su comportamiento.      

PALABRAS CLAVE: 1. Conducto Parotídeo; 2. Equino.

VENA PORTA DE LA LLAMA (LAMA GLAMA) (The portal vein of the llama (Lama glama). Galotta, J. M. & S. Márquez. Cátedra de Anatomía. Facultad de Ciencias Agrarias. Universidad Católica Argentina.

Este trabajo corrige y amplia un artículo anterior 1, en base a nuevos aportes bibliográficos y a un mayor número de disecciones realizadas.

Se realizó la disección sistemática de las arterias y las venas de cuatro cavidades abdominales de llama, dos machos y dos hembras, adultos de distintas edades. Las arterias fueron inyectadas por la aorta abdominal con yeso y formol; mientras que la vena porta fue inyectada con gelatina coloreada.

La vena porta es un grueso tronco venoso que comienza en la porta hepática y se dirige caudalmente para relacionarse con el páncreas. Recibe las venas gastroduodenal, esplénica, mesentérica craneal y mesentérica caudal.

Como conclusión observamos que la vena porta tiene un comportamiento semejante al de otras especies animales, con las características propias de la morfología de las vísceras en la llama.

PALABRAS CLAVE: 1. Camélido; 2. Llama; 3. vena porta.

 

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