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Parasitología latinoamericana

versión On-line ISSN 0717-7712

Parasitol. latinoam. v.57 n.1-2 Santiago ene. 2002

http://dx.doi.org/10.4067/S0717-77122002000100004 

Parasitol Latinoam 57: 9 - 14, 2002
FLAP

Avaliação in vitro dos fungos Aspergillus flavus e
Penicillium corylophilum em adultos de Musca domestica
(Diptera: Muscidae)

MÁRCIA DE SENNA-NUNES*, GISELA L. DA COSTA**,
VÂNIA RITA E.P. BITTENCOURT***, e EDSON J. SOUZA***

IN VITRO AVALIATION OF THE FUNGUS Aspergillus flavus AND Penicillium
corylophilum
IN ADULTS OF Musca domestica (DIPTERA: MUSCIDAE)

The aim of the present paper was to evaluate the effects of two isolates of Aspergillus flavus and two isolates of Penicillium corylophilum on adults of Musca domestica. The samples tested were isolated directly from M. domestica specimens. Adult flies were obtained from pupas of a laboratory colony. After hatching from pupa, 4 groups with 10 young adults each were formed for each one of the conidia suspensions tested (105 to 108 conidia/ml). 2,5 ml of solution was sprayed on each batch. Two control groups were made: one treated with spreading adhesive and other with no treatment at all. Adult insects were sensitive to treatments with these fungi isolates, mainly to those with higher conidia concentration. One of the A. flavus isolates killed 100% of flies on third day after treatment. The two P. corylophilum isolates killed 100% of flies seven days after treatment. The death rates were slower in the groups with smaller conidia concentrations, with death occurring up to the 15th day after treatment. Fungi were re isolated from dead flies.
Key words: Musca domestica, biological control, Penicillium corylophilum, Aspergillus flavus.

INTRODUÇÃO

O controle de Musca domestica constitui um grande problema em saúde pública, principalmente devido a elevada resistência aos inseticidas químicos1. A possibilidade de utilização de espécies fúngicas para o controle de insetos, vem sendo discutida desde o século XIX2. As espécies de fungos entomopatogênicos são referidas como as mais eficazes em programas de controle de insetos3. A maioria dos fungos entomopatogênicos já relatados ocorrem no Brasil. A ocorrência destes fungos em condições naturais, tanto enzoótica como epizooticamente, tem sido aqui e em outros países um fator importante na redução das populações de pragas4. A ação de Aspergillus flavus é altamente patogênico sobre M. domestica nebulo5, a mortalidade causada em adultos de Glossina morsitans, submetidos a infecção experimental com fungos entomopatogênicos6. Investigadores verificaram a mortalidade de adultos de M. domestica tratados com suspensões conidiais em diversas concentrações de seis espécies fúngicas7.

O objetivo do presente estudo foi o de avaliar o potencial patogênico de dois isolados fúngicos de A. flavus e dois isolados fúngicos de Penicillium corylophilum sobre adultos de M. domestica.

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi desenvolvido na EPPWON, DPA-IV/UFRRJ, no período de fevereiro de 1999 à junho de 2000. O estudo foi realizado sob condições de temperatura e umidade relativa controladas (28°C ± 1 e ±80%) no Laboratório de Controle Microbiano de Artrópodes de Importância Veterinária e no Laboratório de Biologia de Insetos, ambos localizados na EPPWON.

A coleta dos insetos adultos de M. domestica foi realizada em dois locais (criadouros naturais). O primeiro criadouro foi em baias do Setor de Suinocultura do Instituto de Zootecnia (UFRRJ) e o segundo no Depósito de Lixo Urbano no bairro de Boa Esperança, município de Seropédica, RJ. Realizaram-se coletas das moscas utilizando puçá de tela de nylon e gaiola de madeira revestida lateralmente por tela nylon (28,5 cm de altura x 27,5 cm de largura x 32 cm de profundidade). Foram realizadas três coletas em cada criadouro nos meses de fevereiro, maio e setembro de 1999.

Para obtenção dos isolados fúngicos, os insetos foram lavados em solução de hipoclorito de sódio a 0,1%, enxaguados em água destilada durante três minutos e transferidos para cadinhos, onde foram macerados em solução salina 0,85% e inoculados em placas de Petri, contendo meio de cultura Batata Dextrose Agar a 2% (BDA) e mantidos em câmara climatizada sob condições controladas de temperatura, umidade relativa e fotofase. As espécies selecionadas para os bioensaios foram A. flavus e P. corylophilum, por serem as mais prevalentes8.

Selecionou-se dois isolados de A. flavus SP3C3 (baias da suinocultura) e LP4C5 (depósito de lixo) e dois de P. corylophilum SP2C8 (baias da suinocultura) e LP3C7 (depósito de lixo). Esta seleção foi feita de acordo com o melhor crescimento fúngico e com o local de coleta.

A criação estoque foi estabelecida a partir de espécimens adultos coletados nos dois criadouros naturais, onde foram realizadas as coletas para o isolamento dos fungos. Os procedimentos para manutenção e obtenção de outras gerações seguiram os métodos preconizados9.

As suspensões de conídios de cada isolado selecionado foram preparadas a partir de culturas fúngicas produzidas em meio BDA dentro de câmara asséptica de fluxo laminar. As culturas dos isolados selecionados para os testes de patogenicidade foram transplantadas para tubos de 28 x 150 mm, contendo meio inclinado e mantidos em câmara climatizada sob condições controladas, durante sete a dez dias para desenvolvimento fúngico. Para preparo das suspensões foram acrescentadas 10 ml de água destilada esterilizada com 0,01% de Tween 80, sobre a superfície de cada tubo, contendo as culturas esporuladas. Após homogeneização e quantificação da suspensão em câmara de Neubauer, as diluições foram realizadas a partir da concentração de 108. Para as demais diluições foram sendo adicionadas 90 ml de água destilada estéril e três gotas de espalhante adesivo. Desta forma, preparou-se as suspensões 108, 107, 106 e 105.

Para os bioensaios, moscas adultas recém-emergidas foram separadas em quatro grupos com dez moscas cada, acondicionadas em recipientes plásticos transparentes de 200 ml, com 10 cm de diâmetro. Estes recipientes (gaiolas plásticas) foram forrados com papel de filtro na base, cobertos com tela de nylon presa por um elástico e colocados na geladeira por três minutos para ficarem imóveis, permitindo assim a sua manipulação. Foram realizadas pulverizações nos grupos de moscas, com o auxílio de um atomizador. Para cada grupo foi aspergido 2,5 ml de cada suspensão conidial em cada repetição. Dois grupos controle foram mantidos simultaneamente. O primeiro foi pulverizado com 2,5 ml de solução 0,01% de Tween 80 em água destilada, em cada repetição e o segundo não foi tratado. Em todas as gaiolas plásticas contendo as moscas de cada cepa fúngica testada, foram colocadas solução de água e mel e leite em pó, acondicionadas em dois pequenos recipientes plásticos. Como as demais etapas, estes grupos foram mantidos em condições controladas. As observações foram diárias até o 15º dia e as moscas mortas foram retiradas das gaiolas e observadas em lupa para a visualização de estruturas fúngicas. A avaliação da patogenicidade baseou-se na porcentagem de mortalidade total e ritmo de mortalidade das moscas.

A análise de variância foi seguida por aplicação do teste de Tukey, para comparação entre as médias, calculando-se o coeficiente de variação para verificar a precisão dos dados. Para calcular a concentração letal, CL50 e CL90, foi usada a análise de próbites10-12.

RESULTADOS

Os insetos adultos foram sensíveis aos tratamentos com os diferentes isolados fúngicos, principalmente nas suspensões com maiores concentrações conidiais. Na Tabela 1 verifica-se a porcentagem de mortalidade no terceiro e sétimo dias após a infecção, com os diferentes isolados fúngicos. No isolado A. flavus LP4C5, todas as moscas morreram até o terceiro dia com a suspensão de 108 conídios/ml. Nos demais, A. flavus SP3C3 e P. corylophilum SP2C8 e LP3C7, esta mortalidade foi até o terceiro dia de 80, 47,50 e 55%, respectivamente. No sétimo dia após a infecção, verificou-se mortalidade de 100% das moscas em todos os bioensaios cujas moscas foram tratadas com suspensões com 108 conídios/ml.

Diferença significativa foi registrada entre os grupos tratados com os isolados em suspensões mais concentradas, em relação aos grupos controle no terceiro e no sétimo dia após infecção (Tabela 1). Os maiores percentuais de mortalidade de adultos de M. domestica, foram verificados nos grupos de moscas tratados com os dois isolados de A. flavus.

Média seguida pela mesma letra e na mesma coluna, não difere entre si (P < 0,05).
x = Porcentagem média.
s = Desvio padrão.

Nos grupos de moscas tratados com o isolado A. flavus SP3C3, o ritmo de mortalidade foi proporcional à concentração conidial da suspensão utilizada. A partir do quinto, 10º e 15º dias pós-tratamento, registrou-se mortalidade de 100% nos grupos de moscas tratados com as suspensões conidiais de 108, 107 e 106, respectivamente. Nos demais grupos (105 e controles) algumas moscas sobreviveram após o 15º dia. O ritmo de mortalidade verificado nos tratamentos com o isolado A. flavus LP4C5, foi mais lento nos bioensaios com as concentrações de 107, 106 e 105, apresentando pouca diferença dos resultados registrados nos grupos controle.

Nos grupos de moscas tratados com o isolado P. corylophilum SP2C8, registrou-se 100% de mortalidade dos adultos de M. domestica a partir do sétimo dia após tratamento com a suspensão com 108 conídios/ml. Enquanto nos grupos tratados com as suspensões 107 e 106, a mortalidade foi mais tardia, ocorrendo no 15º dia. No grupo cujo tratamento foi com suspensões 105 conídios/ml deste isolado fúngico a mortalidade não atingiu 100% até o 15º dia após tratamento. Resultados semelhantes aos descritos acima, foram verificados nos bioensaios com o isolado P. corylophilum LP3C7. A mortalidade de M. domestica na fase adulta foi mais rápida nos tratamentos com suspensões conidiais mais concentradas.

Na Tabela 2 estão apresentados os valores de concentrações letais calculados em análise de próbites para mortalidade de 50 e 90% de adultos de M. domestica. O isolado fúngico A. flavus SP3C3 apresentou os menores valores de CL50 (1,74 x 106 conídios/ml), enquanto o menor de CL90 foi registrado no isolado A. flavus LP4C5 (7,92 x 108 conídios/ml).

Os espécimens mortos, adultos de M. domestica, dos diversos tratamentos, foram separados em câmara úmida para a conidiogênese. As espécies de fungos que cresceram após isolamento em BDA, foram as mesmas usadas nas infecções de adultos de M. domestica recém-emergidas.

DISCUSSÃO

A eficácia dos isolados fúngicos testados foim aior em adultos do que em larvas de M. domestica. Os dois isolados de A. flavus testados, provocaram maior taxa de mortalidade no intervalo de tempo menor após o tratamento do que os dois isolados de P. corylophilum. No entanto, com o passar do tempo, foram registrados maiores percentuais de mortalidade também nos tratamentos com as duas cepas de P. corylophilum.

Amonkar e Nair5 avaliando a patogenicidade de A. flavus para adultos de M. domestica nebulo, encontraram no sétimo dia após a infecção, percentuais de mortalidade de 6,5 e 12,5% para os grupos de moscas tratados com 103 e 104 conidios/ml, respectivamente; porém, nos tratamentos com concentrações de 107 a 109 conídios/ml, as taxas de mortalidade foram entre 46 a 57%. Após o 14º dia de tratadas, 90 a 97% de mortalidade foram observadas em todos os tratamentos nas diferentes concentrações. Os resultados apresentados por estes autores, demonstram que o potencial patogênico de A. flavus aumentou proporcionalmente à concentrações conidiais, no intervalo de tempo menor após a infecção. Porém com o passar do tempo, altos percentuais de mortalidade foram verificados em todos os tratamentos nas diferentes concentrações. No presente estudo, o efeito dos dois isolados de A. flavus testados sobre adultos de M. domestica, foi avaliado em um intervalo de tempo menor, mostrando que a partir do terceiro dia após infecção, a mortalidade verificada era proporcional à concentração das suspensões utilizadas nos tratamentos. A partir do sétimo dia, esta tendência aumentou e os percentuais de mortalidade registrados foram maiores que os verificados5. A tendência do aumento de percentuais de mortalidade ocorre com o passar do tempo, mesmo nos tratamentos com baixas concentrações conidiais, o que também foi verificado no presente estudo. Apesar de tratar-se de outra espécie fúngica os resultados observados para os tratamentos com os dois isolados de P. corylophilum, apresentam a mesma tendência dos discutidos acima, evidenciando que a ação do fungo aumenta com o passar do tempo. Alves4 considera que a velocidade do processo germinativo depende do isolado fúngico, porém em geral estão envolvidos processos importantes para que ocorra a penetração e colonização do fungo, conforme já foi discutido anteriormente.

Uma certa densidade de conídios é requerida para que ocorra a penetração efetiva do fungo na cutícula13, como um mecanismo de ação em massa, o que explica a baixa patogenicida de encontrada nas suspensões de menor concentração de conídios/ml.

Isolados de A. flavus foi a espécie mais patogênica para adultos de G. morsitans, induzindo a mortalidade de 26% das moscas tratadas com suspensões de107 conidios/ml, o que nos leva a concluir que a patogenicidade é variável entre espécies de muscídeos14. Em estudos anteriores a este, testaram outras espécies de fungos para avaliarem a ação entomopatogênica para G. morsitans e verificaram que os isolados fúngicos de Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae foram altamente patogênicos para adultos deste muscídeo, alcançando aproximadamente 100% de mortalidade nos grupos tratados8,15. No entanto, outros isolados como Paecilomyces farinosus e Paecilomyces fumosoroseus, foram pouco patogênicos, causando mortalidade entre 28 a 35% dos adultos tratados.

O percentuais de mortalidade de adultos de M. domestica expostos a tratamento com suspensões conidiais em diversas concentrações de seis espécies fúngicas, também foram avaliados7. Estes autores verificaram que houve mortalidade de moscas em todos os tratamentos; porém, nos testes com M. anisopliae, foram registrados 100 e 94% de mortalidade nos tratamentos com as maiores concentrações conidiais, em seis dias após infecção. Este trabalho e outros já citados, falam da importância do M. anisopliae em controle biológico de M. domestica, porém em nenhum deles a espécie M. anisopliae foi isolada a partir de uma espécie de muscídeo naturalmente infectada. Autores16 afirma que, em geral os experimentos realizados com dípteros utilizam isolados fúngicos que não foram originalmente obtidos de dípteros.

Na análise de próbites realizada com os dados referentes ao percentual de mortalidade de adultos de M. domestica, tratadas com isolados de A. flavus e P. corylophilum, os valores verificados foram bem menores do que os observados em CL50 e CL90 para mortalidade de pupas oriundas de larvas de terceiro instar, tratadas para inibição da emergência de adultos do pupário, significando que a ação dos fungos sobre adultos foi mais eficaz.

RESUMO

O objetivo do presente estudo foi o de avaliar o potencial de dois isolados fúngicos de Aspergillus flavus e dois isolados de Penicillium corylophilum sobre adultos de Musca domestica. Para a realização dos bioensaios foram selecionados dois isolados de cada espécie fúngica. Os adultos de M. domestica para os bioensaios foram obtidos a partir de pupas da colônia desta espécie. Moscas adultas recém-emergidas foram separadas em quatro grupos com dez moscas para cada uma das diluições das suspensões conidiais (105 a 108 conídios/ml). Foram realizadas pulverizações de 2,5 ml das suspensões conidiais para cada repetição. Dois grupos controles foram mantidos, no primeiro as moscas foram tratadas com espalhante adesivo e o segundo sem nenhum tratamento. Os insetos adultos foram sensíveis aos tratamentos com diferentes isolados fúngicos, principalmente nos tratamentos com suspensões com maiores concentrações conidiais. No bioensaio com um dos isolados de A. flavus ocorreu a mortalidade de 100% das moscas no terceiro dia após a infecção. Nos bioensaios com os dois isolados de P. corylophilum, 100% das moscas tratadas morreram até o sétimo dia após infecção. O ritmo de mortalidade foi mais lento nos tratamentos com menores concentrações conidiais prolongando-se até o 15º dia.

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* Departamento de Parasitologia, Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade Iguaçu, Av. Abílio Augusto Távora, 2134, 26260-000, Nova Iguaçu, RJ, Brasil.

** Departamento de Micologia, Instituto Oswaldo Cruz, Fundação Oswaldo Cruz, Av. Brasil, 4365, 21045-900, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

*** Departamento de Parasitologia Animal, Instituto de Veterinária, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, BR 465, Km 7, 23890-000, Seropédica, RJ, Brasil. vaniabit@ufrrj.br (Endereço para correspondência)

Agradecimentos. Os autores agradecem ao Técnico de Laboratório Ivan Serafim da Silva, pelo auxílio nas coletas de insetos e manutenção das colônias.

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