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Ciencia & trabajo

versión On-line ISSN 0718-2449

Cienc Trab. vol.20 no.61 Santiago abr. 2018

http://dx.doi.org/10.4067/S0718-24492018000100031 

ARTÍCULO ORIGINAL

Associação entre Força Muscular Relativa e Indicadores de Obesidade em Professores Universitários

Association between relative muscle strength and indicators of obesity in university professors

Sandra Aires FerreiraA 

Denilson de Castro TeixeiraA 

Timothy Gustavo CavazzottoB 

Mayla Fernanda de Moura CavalhaesC 

Denis Antônio Figueredo DieselC 

William Cordeiro de SouzaC 

Marcos Roberto QueirogaB 

A Universidade Estadual de Londrina (Uel), Londrina, PR, Brasil.

B Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Guarapuava, PR, Brasil.

C Núcleo de Estudos em Atividade Física, Universidade do Contestado (UnC), Porto União, SC, Brasil.

Resumo:

O objetivo do estudo foi verificar a associação entre a força muscular relativa e os indicadores de obesidade em professores universitários. 71 docentes (37 homens e 34 mulheres) foram submetidos à medida da circunferência da cintura (CC) e ao teste de preensão manual. A partir da massa corporal (MC) e da estatura calculou-se o Índice de Massa Corporal (IMC). A força muscular relativa (% FM) foi determi nada mediante razão dos valores da média de preensão manual direita e esquerda pela MC. Com base nos valores de % FM a amostra foi estratificada em tercis de acordo com o gênero para efeito de comparação da MC, IMC e CC utilizando o teste de Kruskal Wallis. Para identificar a diferença entre dois grupos utilizou-se a Mann- Whitney e para correlação usou-se o coeficiente de Spearman. Os homens do 3° tercil apresentaram valores significativamente menores nos indicadores de obesidade quando comparados ao 1° e 2° tercil. Não houve diferença significativa para as mulheres nos indicadores de obesidade embora os valores encontrados tenham sido menores com o aumento do nível de força. Foram observadas correlações inversas para MC, IMC e CC em ambos os gêneros. O desempenho de força muscular palmar sugere maior importância na prevenção de obesidade entre os professores do que entre as professoras.

Palavras-chave: atividade física; docentes; saúde ocupacional

Abstract:

The aim of the study was to verify the association between relative muscular strength and indicators of obesity in university professors. 71 teachers (37 men and 34 women) were submitted to measurement of waist circumference (WC) and the handgrip test. Based on body mass (BM) and height was calculated Body Mass Index (BMI). Relative muscle strength (% FM) was determined by ratio of the averaged val ues of right and left handgrip by MC. Based on the values of the % FM, the sample was stratified into tertiles according to gender for comparison of MC, BMI and WC using the Kruskal-Wallis test; to identify the difference between two groups was used the Mann- Whitney test and for correlation was used the Spearman coefficient. Men of the 3rd tertile showed lower values significantly on indicators of obesity when compared to the 1st and 2nd tertile. There was no difference for women in obesity indicators, although the values found were lower with increasing level strength. The inverse correlations were observed for MC, BMI and WC in both genders. The performance of strength palmar prehension suggests higher importance in the pre vention of obesity between men than women professors.

Keywords: physical activity; teachers; occupational health

Introdução

Caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, a obesidade é considerada uma doença crônica1 e está associada a aspectos fisiológicos, comportamentais e ao estilo de vida.2 Sua prevalência nos países desenvolvidos e em desenvolvimento vem aumentando a cada década.3 No Brasil, estima-se que 53,8% da população apresenta sobrepeso, dos quais 18,9% já possuem obesidade.4

A atividade física é recomendada como um tratamento não medi camentoso para minimizar os riscos que o excesso de peso provoca a saúde de indivíduos de diferentes faixas-etárias.5 A combinação de exercícios aeróbicos e anaeróbicos demonstra impactos posi tivos no controle e tratamento da obesidade mediante aumento da aptidão física geral.6,7 O treinamento resistido tem se destacado entre as recomendações para a promoção da saúde.8 Há evidências que o aumento da força muscular produz benefícios relacionados à redução da adiposidade, aumento da densidade mineral óssea e melhora da saúde cognitiva.9,10

Parte da redução da demanda energética observada nos últimos anos se deve ao menor envolvimento das pessoas com atividades físicas que exigem a força muscular, como as atividades da vida diária (AVD) (atividades domésticas, transporte, lazer ou trabalho). A ativi dade laboral do professor universitário, em função das recentes necessidades de produção científica aliada a outras tarefas, em muitos casos extrapola a carga horária de trabalho. Estas tarefas específicas contribuem para transformar a ocupação do docente universitário como uma atividade de baixa demanda energética.11 Alguns estudos já demonstraram aumento na incidência de obesi dade em professores o que pode interferir diretamente na qualidade de vida e no próprio trabalho.12,13,14 Diante do exposto o objetivo do estudo foi verificar a associação entre a força muscular relativa e os indicadores de obesidade em professores universitários.

Métodos

O Campus CEDETEG da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Guarapuava-PR) possui 251 docentes entre efetivos e colabora dores. Uma lista com os nomes dos professores de todos os depar tamentos pedagógicos do campus (n=12) foi fornecida pela Pró-Reitora de Recursos Humanos da instituição. Desta relação, foram selecionados aleatoriamente 80 professores (30%) dos quais 71 completaram todos os requesitos (37 homens e 34 mulheres). As informações para o estudo foram coletadas em dia de reunião departamental. Foram excluídos e substituídos pelos suplentes pré-selecionados os docentes em afastamento bem como aqueles que não estavam presentes no dia da coleta.

Todos os participantes foram previamente informados em relação aos procedimentos aos quais seriam submetidos. Em seguida, assi naram um termo de consentimento livre e esclarecido. A pesquisa foi analisada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) conforme folha de rosto no 416722 e parecer no 047/2011.

Após a seleção, os participantes responderam a um questionário de identificação. As medidas de massa corporal (MC) e estatura foram auto-referidas pelos participantes. A seguir, a circunferência da cintura (CC) foi mensurada em duplicata no ponto médio entre as últimas costelas e a crista ilíaca com auxílio de uma fita métrica inextensível (Mabis®, modelo Gulik, Japan). A partir dos valores de MC e estatura, foi calculado o Índice de Massa Corporal (IMC).15

A força muscular de preensão manual direita e esquerda foi determinada com dinamômetro manual (Crown®, Filizola, São Paulo, Brasil) com capacidade de 100 kgf. Antes dos testes, todos os participantes foram orientados sobre o funcionamento do equipamento e dos procedimentos para realização do protocolo de medida. Também foram oferecidas duas tentativas com apli cação de força de contração manual para familiarização. Para realização do teste, os avaliados foram orientados a permane ceram em pé, com os braços estendidos ao longo do corpo, o antebraço em rotação neutra e a utilizar as últimas quatro falanges distais para exercer a força na barra de tração. A partir dessa posição, aguardaram o sinal de “preparar, já!” e executaram uma contração máxima. Em seguida o dinamômetro foi empu nhado na outra mão, repetindo o mesmo procedimento. O teste foi realizado duas vezes em cada uma das mãos e o valor médio foi empregado para análise. A força muscular relativa (% FM) foi estimada por meio da média dos valores obtidos pelo teste de preensão manual da mão direita e esquerda (kg), dividido pela massa corporal (kg).16

A análise estatística foi realizada a partir do programa SPSS versão 15.0 para Windows, com nível de significância de p<0,05. O teste de Shapiro Wilk revelou assimetria na distribuição dos dados, por isso, foram apresentados descritivamente empregando a mediana e variância interquartil. Com base nos valores de % FM a amostra foi estratificada em tercis (1° tercil apresenta os indiví duos com menores níveis de força muscular, o 2° tercil com níveis medianos e o 3° tercil com os maiores níveis) para efeito de comparação da MC, IMC e CC, por meio do teste de Kruskal Wallis. Em seguida para identificar a diferença entre dois grupos foi apli cado o teste de Mann-Whitney. Para determinar a associação entre % FM e os indicadores de obesidade empregou-se o coefi ciente de correlação de Spearman.

Resultados

A tabela 1 exibe as características antropométricas e os valores de desempenho de força muscular dos participantes do sexo masculino e feminino. Não houve diferença significativa para idade e estatura entre os três grupos de professores. Contudo, os docentes do sexo masculino classificados no 3° tercil demonstraram menores valores para MC, IMC e CC quando comparados aos docentes incluídos no 1° e 2° tercil. Para as professoras houve diferença significativa apenas para a MC e a estatura entre o 1° e o 2° tercil.

Tabela 1 Característica dos docentes universitários estratificados em tercis.  

As Figuras 1 e 2 apresentam os valores de correlação entre %FM e indicadores de obesidade (IMC e CC) para o sexo masculino (r= -0,58 a -0,67) e feminino (r= -0,44 a -0,55), respectivamente. As informações indicam uma moderada correlação inversa entre % FM e a MC, IMC e a CC para ambos os gêneros.

Figura 1 Correlação entre força muscular relativa e indicadores de obesidade (a: MC; b: IMC; c: CC) para o sexo masculino. 

Figura 2 Correlação da força muscular relativa e indicadores de obesidade (a: MC; b: IMC; c: CC) para o sexo feminino. 

Discussão

Os resultados do presente estudo demonstram que os homens com maior % FM (3° tercil) apresentaram valores significativamente inferiores de MC, IMC e CC quando comparados ao grupo com menor % FM (1° tercil). Por sua vez, não houve diferença signifi cativa para os indicadores de obesidade entre as professoras, independente dos níveis de %FM. Destaca-se que tanto a CC quanto o IMC são adotados frequentemente como indicadores de adiposi dade e, representam, indiretamente, os depósitos de gordura abdo minal e a gordura corporal total, respectivamente.17,18

Estudos têm evidenciado que os baixos níveis de força muscular estão fortemente associados com a morbidade e mortalidade.19,20 Considerando que a obesidade é uma enfermidade crônica, tais achados corroboram com os resultados obtidos por esse estudo, onde os indivíduos com menores níveis de força demonstraram maiores valores para os indicadores de obesidade.

O pico de força ocorre por volta dos 30 anos e decresce de forma gradativa a partir da quinta década de vida.21 A literatura aponta que os maiores índices de obesidade são mais comuns entre os 45 e 64 anos de idade para ambos os sexos.22 Essas informações sugerem que a redução da força muscular e o aumento da obesi dade coincidem com o mesmo período de vida. Adicionalmente, a perda da massa muscular, decorrente do envelhecimento, é acom panhada de redução da taxa metabólica o que pode contribuir para o aumento da obesidade.23 No presente estudo, foi identificado que os professores com maiores índices de força demonstraram menores indicadores de obesidade.

A associação entre força muscular e obesidade apresenta algumas controvérsias na literatura. Neste sentido, foi observado que mulheres obesas demonstraram menores valores de força muscular quando comparadas as não obesas24, porém maiores níveis de força foram relatados em mulheres com sobrepeso quando compa radas com mulheres magras.25 Em nosso estudo, embora não sejam diferentes significativamente, as professoras compreendidas no 1° e 2° tercil demonstraram maiores valores para os indicadores de obesidade do que as professoras no 3° tercil. Isto leva a crer que a associação entre a força muscular e a MC ainda não está bem esclarecida.26

Foi observada baixa a moderada associação inversa (-0,44 a -0,67) entre a % FM com MC, IMC e CC para os homens (Figura 1) e para as mulheres (Figura 2). Um estudo longitudinal realizado no Canadá com 4.900 indivíduos evidenciou correlação inversa para indicadores de obesidade e força muscular em homens e mulheres. Os resultados demonstraram aumento da MC e uma diminuição gradativa da força no decorrer de 20 anos.27 Associação negativa foi observada entre % FM, níveis pressóricos e obesidade em mulheres.24 Entre os homens foram verificados resultados seme lhantes no qual maiores níveis de força apresentaram relação negativa com obesidade e hipertensão.28 Esses achados corroboram com os desta pesquisa e reforçam que a força muscular pode ser um indicador indireto de obesidade entre professores.

Uma limitação do estudo pode estar relacionada à utilização do teste de força isométrica para traduzir a força muscular geral do indivíduo, uma vez que cada grupo muscular apresenta suas parti cularidades (ângulo articular e tipo de contração).29 Contudo, alguns autores apontam a utilização da preensão manual como uma das principais formas de indicar a força total do corpo.30,31 Outras possíveis limitações podem ser apontadas no auto relato da massa corporal e estatura. Contudo, evidências demonstram forte concordância entre as medidas mensuradas e auto-referidas de massa corporal (MC) e estatura, especialmente em adultos de nível educacional elevado, como foi o caso de amostra do presente estudo.17,32

Conclusão

O presente estudo demonstrou que há uma associação negativa entra a força muscular relativa e os indicadores de obesidade na amostra investigada. Para os professores, o desempenho de força apresentou impacto significativo nos indicadores de obesidade, porém isso não foi observado entre as professoras.

Referências:

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Recebido: 15 de Setembro de 2017; Aceito: 23 de Janeiro de 2018

Correspondencia / Correspondence: Marcos Roberto Queiroga, Universidade Estadual do Centro-Oeste, Departamento de Educação Física Rua Simeão Camargo Varela de Sá, no 3, Bairro Cascavel, Guarapuava-PR, Brasil. CEP: 85040-080. e-mail: queirogamr@hotmail.com.

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