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Idesia (Arica)

versión On-line ISSN 0718-3429

Idesia v.27 n.3 Arica dic. 2009

http://dx.doi.org/10.4067/S0718-34292009000300005 

Volumen 27, N° 3, Páginas 29-34 IDESIA (Chile) Septiembre - Diciembre 2009

INVESTIGACIONES

INFLUÊNCIA DE DIFERENTES TURNOS DE REGA E DOSES DE HIDROABSORVENTE NO DESENVOLVIMENTO INICIAL DA CULTURA DO CAFÉ CONILLON (COFFEA CANEPHORA PIERRE)

INFLUENCE OF DIFFERENTIRRIGATION FREQUENCIES AND HYDROABSORBENT DOSES ON THE INITIAL DEVELOPMENT OF CONILLON COFFEE (COFFEA CANEPHORA PIERRE)

 

João Henrique Zonta1; Heder Braun; Edvaldo Fialho dos Reis; Danilo Paulucio; João Batista Zonta

1 Universidade Federal de Viçõsa, Dep. de Eng. Agrícola, joaozonta@hotmail.com


RESUMO

Para a obtenção de bons resultados com uso da irrigação no cafeeiro, esta deve ser manejada de forma adequada, disponibilizando agua em quantidade suficiente para o desenvolvimento da cultura. Assim, visando melhorar a eficiência do uso da agua, polímeros hidroabsorventes têm sido utilizados com o intuito de minimizar a irregular disponibilidade de agua para a cultura. Nesse sentido, objetivou-se neste trabalho, avaliar diferentes turnos de rega e doses de hidroabsorvente na fase inicial de desenvolvimento da lavoura de cafeeiro comilón (Coffea canephora Pierre). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, localizada no municipio de Alegre-ES, utilizando a especie Coffea canephora Pierre, variedade Comilón. O plantío foi realizado em baldes com volume de 10 litros, preenchidos com um Argissolo Vermelho-armarelo distrófico. Os tratamentos consistiram em 4 doses de hidroabsorvente, ñas concentrações de: 0; 3,0; 6,0 e 9,0 gramas por balde, e quatro diferentes turnos de rega: 7, 14, 21 e 28 dias, num esquema fatorial 4x4, com 4 repetições, num delineamento inteiramente casualizado. Foram avahados, 150 dias após o transplantio das mudas para os baldes, os seguintes parâmetros agronômicos: altura das mudas, diámetro do caule, massa fresca e seca da parte aérea, massa fresca e seca das raízes e área foliar. O turno de rega de 7 dias e a dose de hidroabsorvente de 9 gramas proporcionou a melhor condição para o desenvolvimento inicial da cultura do café conillon para a condição em estudo.

Palavras-chave: Coffea canephora Pierre, irrigação, desenvolvimento.


ABSTRACT

Adequate irrigation management to supply water sufficient to meet crop needs will guarantee good results in coffee irrigation. Hydro absorbent polymers improve water use efficiency by reducing irregular availability of water for crops. In this context, the objective of this work was to evaluate the effect of different irrigation frequencies and hydro absorbent doses on the initial stage of development of conillon coffee (Coffea canephora Pierre). The experiment was conducted in greenhouse, in the Municipal District of Alegre - ES, using the species Coffea canephora Pierre, variety Conillon. Planting was carried out in 10-L containers filled with Dystrophic Red-Yellow Argisol. The treatments consisted of 4 hydro absorbent doses (0, 3, 6 and 9 g per container) and four different irrigation frequencies (7, 14, 21 and 28 days) in a complete randomized 4x4 factorial design with 4 repetitions. The following agronomic parameters were evaluated 150 days after seedling transplanting to containers: seedling height, stem diameter, fresh mass of aerial part, dry mass of aerial part, root fresh mass, root dry mass and leaf area. Irrigation at 7 day intervals and hydro absorbent at the dose of9 grams gave the best initial development of conillon coffee under the tested conditions.

Key words: Coffea canephora Pierre, irrigation, development.


INTRODUÇÃO

A importancia do café na economia mundial data do inicio do século XIX. A partir desse século, ele esteve freqüentemente nas pautas de exportação/importação de um grande número de países que o teve como principal fonte de divisas (Caixeta, 2000).

Dentre os estados brasileiros produtores de café, o Espirito Santo se destaca como o maior produtor de café conillon (Coffea canephora Pierre), com 80% da produção nacional. No ano de 2006, o estado teve produção de 6.881.000 sacas de 60 kg, com destaque para os municipios de Jaguaré, Sooretama, Colatina, Rio Bananal, São Gabriel da Palha (CETCAF, 2007).

O cafeeiro, como as demais culturas em geral, necessita de agua fácilmente disponível no solo em sua fase vegetativa e reprodutiva para se ter um desenvolvimento e produção satisfatória (Camargo, 1989). Como sabemos, a deficiência de agua geralmente é o fator mais limitante para se obter uma boa produtividade da cultura. Assim, o uso da técnica de irrigação na cultura do café cresceu acentuadamente em diversas regiões brasileiras, conforme indicam levantamentos preliminares, que mostram que a área irrigada alcanca aproximadamente 200 mil hectares, o que representa 10% da área cultivada com café e 8,7% da área irrigada no Brasil (Mantovani, 2000).

A cafeicultura irrigada é uma atividade agrícola de muito prestigio, em razão, principalmente, de sua rentabilidade. Muitas vantagens têm sido atribuidas a utilização da irrigação na produção de café, tais como a criação de um ambiente mais favorável à produção e ao desenvolvimento do cafeeiro. Como a utilização da irrigação em escala comercial na cafeicultura é um fato recente, é necessário pesquisar, analisar e reavaliar varias técnicas utilizadas nos sistemas de produção que fazem uso dessa prática (Mendonga, 2001).

Segundo Silva et al. (1998), os beneficios da irrigação para uma determinada cultura só podem ser alcangados em toda a sua plenitude quando o sistema de irrigação for utilizado com criterios de manejo que resultem em aplicações de agua em quantidades compatíveis com as necessidades de consumo da cultura.

Visando memorar a eficiência do uso da agua na irrigação, polímeros hidroabsorventes têm sido utilizados com o intuito de minimizar a irregular disponibilidade de agua para a cultura. Estes polímeros São arranjos de moléculas orgánicas que, ao serem hidratados, transformam-se em gel, absorvendo cerca de cem vezes ou mais seu peso em agua (Fonteno & Bilderback, 1993). Segundo Silva e Toscani (2000), os polímeros hidroabsorventes podem atuar como uma alternativa para situações em que nao há disponibilidade de agua no solo, tais como estresse hídrico, períodos longos de estiagem, etc.

Segundo Oliveira et al. (2004), a medida que se aumenta a concentração do polímero nos solos, ocorre uma maior retenção de agua, principalmente nos potenciais matriciais mais elevados. Ainda, segundo os mesmos autores, o uso do polímero hidroabsorvente contribuiu para aumentar a retenção de agua nos solos de texturas franco-argiloarenosa e argilosa, até o potencial matricial de -1,0 MPa.

A maior parte das pesquisas realizadas mostrou-se favorável ao emprego de polímeros nos solos agrícolas, apresentando como principal fator de convergencia a melhor utilização da agua (Volkmar & Chang, 1995).

Azevedo (2000) destaca que as raízes das plantas crescem por dentro dos grânulos do polímero hidratado, com maior superficie de contato entre as raízes, agua e nutrientes. O autor observou efeitos satisfatórios do produto sobre mudas de café, aumentando sua altura, massa seca da parte aérea e área foliar.

O aumento da absorção e retenção da agua pelo hidroabsorvente tornará a agua mais fácilmente disponível para as plantas, possibilitando um melhor desenvolvimento inicial destas.

Diante desta situação, o presente trabalho teve como objetivo avahar diferentes turnos de rega e doses de hidroabsorvente na fase inicial de desenvolvimento da lavoura de café conillon (Coffea canephora Pierre).

MATERIAIS E MÉTODOS

O experimento foi conduzido em casa de vegetação, localizada no laboratorio de Hidráulica, do Centro de Ciências Agrarias da Universidade Federal do Espirito Santo, municipio de Alegre-ES, latitude 20°45' Sul, longitude 41°48' Oeste e altitude de 247 m.

Foi utilizada a especie Coffea canephora Pierre, variedade Conillon, cujas mudas clonáis foram produzidas em sacólas plásticas, com dimensões de 20 cm de altura por 11 cm de diámetro, sendo posteriormente transplantadas para baldes com volume de 10 litros.

Para preenchimento dos baldes, foi utilizado umArgissolo Vermelho-armarelo distrófico, previamente destorroado, passado em peneira de 4 mm e homogeneizado. As características físico-químicas deste solo são apresentadas ñas Tabelas 1 e 2.


As correções de acidez do solo e adubação de plantío foram feitas segundo recomendações técnicas para a cultura do cafeeiro no Espirito Santo (Dadalto, 2001). Neste solo, adicionou-se 4 doses de hidroabsorvente, nas concentrações de 0; 3,0; 6,0 e 9,0 gramas por balde, distribuindo-o uniformemente em todo solo no momento de en-chimento dos baldes.

Afim de garantir o pegamento das mudas no transplantio, foram realizadas irrigações por um período de 10 dias, em todas as parcelas. Após esse período, foram realizadas irrigações em quatro diferentes turnos de rega, sendo 7,14,21 e 28 dias. A lâmina de agua necessária na irrigação foi calculada pela diferença de peso do balde entre o dia da reposição e o inicio do experimento, quando todas as parcelas foram pesadas, estando o solo na capacidade de campo. A quantidade de agua necessária foi aplicada com uso de proveta graduada.

O experimento foi instalado em esquema fatorial, 4x4, sendo 4 níveis do hidroabsorvente (0; 3; 6 e 9 gramas por recipiente) e 4 níveis de turnos de rega (7, 14, 21 e 28 dias), num delineamento inteiramente casualizado, com 3 repetições.

Aos 150 dias após o transplantio das mudas para os baldes, foram avahados os seguintes parâmetros agronômicos: altura das mudas (cm): determinada com auxilio de régua graduada; diámetro do caule (cm): determinado através de paquímetro; massa fresca da parte aérea (g): determinada através de pesagem individual de cada planta, com uso de balança analítica com precisão de 0,01g; massa seca da parte aérea (g): efetuando-se a secagem em estufa a 70°çõe pesando-se em balança analítica até atingirem peso constante (AOAC, 1984); massa fresca das raízes (g): determinada através de pesagem individual de cada planta, com uso de balança analítica com precisão de 0,01g; massa seca das raízes (g): efetuando-se a secagem em estufa a 70°C e pesando-se em balança analítica até atingirem peso constante (AOAC, 1984) e; área foliar (cm2): determinada com medidor LI-COR 3100.

Os resultados foram submetidos á análise de variáncia e ajustados os modelos de superficie de resposta para os diferentes parâmetros agronômicos avahados, com uso dos softwares SAEG 5.0 e SIGMAPLOT 9.0.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As equações ajustadas para cada parámetro com seus respectivoscoeficientes de determinação (R2) são apresentados no tabela 3.


Para todos os parâmetros estudados os betas foram significativos, mostrando que houve efeito dos tratamentos em todos os parâmetros. Ainda em relação as regressões, nota-se que o coefificiente de determinação (R2) foi superior a 0,75, mostrando o bom ajuste dos modelos.

Nas Figuras 1A e 1B são apresentadas as superficies de respostas referentes a estimativa da altura das plantas e diámetro do caule, respectivamente. Nota-se que, para ambos os parâmetros avaliados, houve efeito significativo das doses de hidroabsorvente e dos turnos de rega. Para altura de plantas, o valor máximo foi obtido no turno de rega de 7 dias com 9 gramas de hidroabsorvente. O mesmo tratamento também se mostrou mais eficiente na avaliação do diámetro do caule. Estes resultados também vém ao encontró dos obtidos por LIMA et al. (2003), que trabalhando com cafeeiro arábica variedade Rubi, encontraram resultados significativos sobre o parámetro altura de plantas com o uso de hidroabsorventes.


Os valores de massa fresca e seca da parte aérea são apresentados nas Figuras 2A e 2B, respectivamente. Para ambos os parâmetros avaliados, os melhores resultados foram obtidos no turno de rega de 7 dias com 9 gramas de hidroabsorvente. Ainda nessas figuras, nota-se que, tanto para massa fresca como para massa seca, o efeito do turno de rega foi mais acentuado que o efeito do hidroabsorvente, evidenciando que as plantas de cafeeiro são muito sensíveis ao déficit hídrico. Esses resultados vém de encontró aos obtidos por Martins et al. (2004), que trabalhando com café conillon sob diferentes turnos de rega encontraram baixo desenvolvimento com turnos de rega de 28 dias.


Os resultados obtidos para massa fresca e seca do sistema radicular encontram-se nas Figuras 3A e 3B. Os resultados mostram que para ambos os parâmetros houve efeito significativo tanto do turno de rega como das doses de hidroabsorvente. Os melhores resultados foram obtidos no turno de rega de 7 dias com 9 gramas de hidroabsorvente. Da mesma maneira que o observado para a massa fresca e seca da parte aérea, o turno de rega apre-sentou maior efeito para ambos os parâmetros avaliados.


A Figura 4 mostra os resultados de área foliar obtido nos diferentes tratamentos. Seguindo a mesma tendencia dos demais parâmetros estu-dados, o melhor resultado foi obtido no turno de rega de 7 com a dose de 9 gramas de hidroabsorvente. Nota-se também que a área foliar se mostrou mais sensível ao turno de rega do que ao hidroabsorvente.


Quando analisamos o efeito do hidroabsorvente em todos os parâmetros estudados, o efeito significativo deste pode ser atribuido a melhor retenção de agua no solo promovida por ele, condição esta observada por Oliveira et al. (2004). MENDONÇA et al. (1999) e Azevedo (2000) encontraram resposta significativa no uso de hidroabsorventes para altura de planta e massa seca da parte aérea em mudas de cafeeiro, chegando a afirmar que a presença deste no substrato permite ampliar os intervalos entre irrigações sem comprometer o crescimento da planta quando esta se encontra em condições de déficit hídrico.

CONCLUSÃO

O turno de rega de 7 dias e a dose de hidroabsorvente de 9 gramas proporcionou a melhor condição para o desenvolvimento inicial da cultura do cafeeiro para a condição em estudo.

Os turnos de rega de 14, 21 e 28 dias, mesmo com o uso de hidroabsorvente, nao proporcionaran! um bom desenvolvimento das mudas de cafeeiro.

 

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Fecha de Recepción: 12 Septiembre 2007 Fecha de Aceptación: 07 Enero 2008

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