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Idesia (Arica)

versión On-line ISSN 0718-3429

Idesia v.28 n.3 Arica dic. 2010

http://dx.doi.org/10.4067/S0718-34292010000300005 

IDESIA (Chile) Volumen 28, Nº 3. Septiembre - Diciembre 2010, pp. 35-39

INVESTIGACIONES

COMPORTAMENTO DE PLANTAS DE CAFÉ ARÁBICA SUBMETIDAS A DÉFICIT HÍDRICO DURANTE O DESENVOLVIMENTO INICIAL

 

BEHAVIOR  OF  COFFEA ARABICA  L.  PLANTS EXPOSED  TO  WATER  DEFICITS  IN DIFFERENT  PHASES OF THEIR  INITIAL DEVELOPMENT

 

Gustavo Sessa Fialho1; Danilo Paulúcio da Silva2; Edivaldo Fialho Dos Reis3; Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca4; Maria Amélia Gava Ferrão5

 

1 Eng. Agrº., mestrando, Deptº Fitotecnia/Universidade Federal de Viçosa (UFV), Viçosa-MG. Brasil. CEP: 36570-000 gsfialho@hotmail.com
2 Eng.Agrº., mestrando, Deptº Engenharia Agrícola/UFV, Viçosa-MG. Brasil.
3 Prof. Adjunto, Deptº Engenharia Rural/Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Alegre-ES. Brasil.
4 Pesquisador – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Café)/, Brasília, DF. Brasil
5 Pesquisadora – Embrapa Café/ Instituto Capixaba de pesquisa Assistência Técnica e extensão Rural (Incaper), Vitória-ES. Brasil.

 


 

RESUMO

 

O presente trabalho objetivou estudar a influência do déficit hídrico no desenvolvimento inicial da lavoura cafeeira, aplicado em diferentes épocas: 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente ao acaso, com cinco tratamentos e três repetições. Os tratamentos consistiram na submissão das mudas transplantadas a déficits hídricos com duração fixa de 30 dias, sendo D0 = sem déficit hídrico; D1 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 30º e 60º dia após o transplantio; D2 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 60º e 90º dia após o transplantio; D3 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 90º e 120º dia após o transplantio e; D4 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 120º e 150º dia após o transplantio. Após 180 dias do transplantio avaliou-se a massa seca da parte aérea e do sistema radicular, a área foliar, o diâmetro da copa e altura das plantas. O efeito do déficit hídrico foi especialmente importante nas variáveis estudadas quando aplicado aos 30, 60 ou 90 dias após o transplantio e não influenciou de forma significativa as variáveis área foliar, diâmetro da copa e altura das plantas, quando  aplicado aos 120 dias após o transplantio.

Palavras chave: Estresse hídrico, Coffea arabica, cafeicultura irrigada.

 


 

ABSTRACT

 

The objective of this work was to study the influence of water deficits on the initial development of a coffee field, applied at different times: 30, 60, 90 and 120 days after transplanting. The experiment was conducted in a greenhouse, with a completely randomized design, with five treatments and three repetitions. Treatments consisted of submission of transplanted seedlings to water deficits of fixed duration of 30 days, with D0 = without water deficit, D1 = plants submitted to water deficits between 30 and 60 days after transplanting, D2 = plants submitted to water deficits between 60 and 90 days after transplanting, D3 = plants submitted to water deficits between 90 and 120 days after transplanting and, D4 = plants submitted to water deficits between 120 and 150 days after transplanting. At 180 days after transplanting we evaluated aerial and root system dry mater, leaf area, canopy diameter, and plant height. The effect of water deficit was especially important on the variables studied when applied 30, 60 or 90 days after transplanting and did not significantly influence the variables leaf area, canopy diameter, and plant height, when applied 120 days after transplanting.

Key words: Water stress, arabica coffee, irrigated coffee production.

 


 

INTRODUÇÃO

 

O Brasil é o maior produtor mundial de café com cerca de 29,5% da produção global (Agrianual, 2008).  Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB (2008), o parque cafeeiro brasileiro em produção é formado por mais de 5,6 bilhões de plantas cultivadas em 2,1 milhões de hectares, que no ano de 2007 produziram 33,7 milhões de sacas beneficiadas de café e destas, 69,7% foram provenientes de cafeeiros da espécie Coffea arabica.

As condições climáticas adversas predominantes no ano agrícola de 2007, caracterizadas por uma deficiência hídrica acentuada e prolongada nas principais regiões produtoras de café do país, afetaram fortemente tanto a formação quanto o potencial produtivo das lavouras cafeeiras causando-as desfolhamento e floradas irregulares. Bierhals e Ferroni (2008), destacam que nos dias atuais, a seca é o problema que mais tem afetado a cafeicultura brasileira colocando em risco as previsões de futuras safras.

Lecoeur e Sinclair (1996) salientam que, quando as plantas cultivadas passam por um processo de déficit hídrico o seu crescimento e desenvolvimento é comprometido. Deste modo, Gervásio e Lima (1998) constataram que na fase inicial de formação do cafeeiro arábica, cultivar Icatu MG 3282, com seis meses de idade, plantado em vasos, o aumento da umidade do solo acelerou o desenvolvimento da planta.

A água é fator fundamental na produção vegetal, sua falta ou seu excesso, afeta de maneira decisiva, o desenvolvimento das plantas (Meurer, 2007). Assim, Camargo (1989) e Gutierrez e Meinzer (1994), sugerem que estimativas precisas da necessidade de água para o cafeeiro são essenciais, pois a escassez da mesma pode reduzir substancialmente o crescimento da planta sem que com isso nelas perceba-se sinais de murchamento.

A crescente modernização da agricultura brasileira tem exigido de seus diferentes segmentos mudanças profundas no sentido da racionalização do processo produtivo (Marcondes et al., 2005). Neste sentido, o uso racional da irrigação tem crescido em função dos problemas de estiagens em áreas tradicionais utilizadas para a implantação de cafeeiros e em novas regiões climaticamente marginais, onde o déficit hídrico anual é superior a 120- 150 mm (Matiello, 1999). Ainda de acordo com Matiello (1995), para garantir o sucesso na formação da lavoura cafeeira é imprescindível, sempre que necessário, realizar a suplementação com água no pós-plantio das mudas, evitando-se o estresse hídrico e permitindo o bom pegamento das mesmas.

Pelo exposto, fica clara a importância da realização de estudos relativos ao efeito do estresse hídrico durante o desenvolvimento inicial da lavoura cafeeira, o que justifica a condução de trabalhos de pesquisa de maneira que se possa encontrar saídas para tal impasse agronômico.

O presente trabalho objetivou estudar a influência do déficit hídrico no desenvolvimento inicial de cafeeiros da espécie Coffea arabica.

 

MATERIAL E MÉTODOS

O experimento foi instalado na casa de vegetação do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES), localizado no município de Alegre/ES, latitude 20º45’ Sul, longitude 41º48’ Oeste e altitude de 150 m.

Utilizou-se mudas da espécie Coffea arabica, variedade Catuaí Vermelho IAC 44, que foram produzidas em sacos plásticos, com dimensões de 20 cm de altura por 11 cm de largura e posteriormente transplantadas para recipientes com volume de 12 litros contendo solo de textura média. Este foi destorroado, peneirado (4 mm de malha) e homogeneizado. De acordo com sua análise química, teve o pH corrigido por meio de uma calagem e foi adubado seguindo as recomendações básicas para a cultura do café.

O experimento foi montado em delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições.

Os tratamentos consistiram na submissão das mudas recém transplantadas a déficits hídricos com período de duração fixo de 30 dias, sendo D0 = sem déficit hídrico, D1 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 30º e 60º dia após o transplantio, D2 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 60º e 90º dia após o transplantio, D3 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 90º e 120º dia após o transplantio e, D4 = plantas submetidas a déficit hídrico entre o 120º e 150º dia após o transplantio.

Avaliou-se a massa seca da parte aérea e do sistema radicular, área foliar, diâmetro da copa e altura das plantas. Para as mensurações das referidas variáveis utilizou-se: régua milimetrada e balança analítica, sendo que para a determinação da massa seca, o material vegetal foi submetido à temperatura de 80 ºC por um período de 72 horas em estufa e, para a determinação da área foliar utilizou-se o medidor de área foliar LAI-3100. As variáveis estudadas foram avaliadas 180 dias após o transplantio das mudas.

Os dados foram submetidos à análise de variância, sendo as médias agrupadas pelo teste de Scott e Knott em nível de 5% de probabilidade, utilizando-se o aplicativo computacional em genética e estatística, denominado programa GENES (Cruz, 2006).

 

RESULTADOS E DISCUSSÃO

 

De acordo com Fontes et al. (2005) a medida do acúmulo de matéria orgânica considerando-se a massa das partes secas das plantas (frutos, caules, folhas e outros) é o fundamento para se analisar o crescimento. Deste modo, no que diz respeito à massa seca das plantas de café, o tratamento no qual a suspensão do fornecimento de água ocorreu aos 120 dias após o transplantio das mudas (D4), foi o que menos impactou a produção de massa seca da parte aérea, apresentando uma redução de 13,8 %, em relação àquelas não submetidas à ausência da irrigação (D0) (Figura 1). Isto provavelmente deveu-se, ao fato de que as plantas naquela ocasião, apresentavam o sistema radicular mais desenvolvido e, consequentemente, com a capacidade de exploração de maior volume de solo.

Por sua vez, os tratamentos nos quais a suspensão da irrigação ocorreu aos 30, 60 e 90 dias após o transplantio das mudas D1, D2, e D3, foram aqueles que mais influenciaram a produção de massa seca da parte aérea das plantas, que tiveram o seu valor reduzido em média 62,03%, não tendo sido observadas diferenças significativas entre as médias dos mesmos (Figura 1). Silva et al. (2006), avaliando aos 90 dias após o transplantio plantas de coffea arabica var. bourbon vermelho sob diferentes turnos de rega, observaram um efeito ainda mais severo do estresse hídrico e, concluíram que as plantas expostas a um turno de rega de 21 dias apresentaram um decréscimo na produção de massa seca da parte aérea de 81,4% em relação àquelas expostas a um turno de rega de sete dias.

Figura 1 - Massa seca da parte aérea (A) aos 180 dias após o transplantio, das plantas de Coffea arabica var. Catuaí Vermelho IAC 44, submetidas a déficit hídrico por um período fixo de 30 dias, aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio, D1, D2, D3 e D4, respectivamente.

Nos tratamentos D1, D2, D3 e D4, correspondentes ao déficit hídrico aplicado aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio das mudas, ocorreu uma expressiva redução da produção de massa seca do sistema radicular das plantas, que tiveram seu valor reduzido em 65,3%, 53,3%, 70% e 47,9%, respectivamente (Figura 2). Muito embora, as médias obtidas nos citados tratamentos não tenham diferido entre si, nota-se a tendência de ser o tratamento D4, aquele que menos influenciou para a redução da produção de massa seca do sistema radicular, o que esteve relacionado ao fato de que, ao receberem o déficit hídrico, as plantas desse tratamento já apresentavam-se mais desenvolvidas e melhor estabelecidas.

Figura 2. Massa seca do sistema radicular aos 180 dias após o transplantio, das plantas de Coffea arabica var. Catuaí Vermelho IAC 44, submetidas a déficit hídrico por um período fixo de 30 dias, aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio, D1, D2, D3 e D4, respectivamente.

Para área foliar, não houve diferença entre as plantas que receberam o déficit hídrico aos 120 após o transplantio D4, e aquelas que não o receberam D0 (Figura 3), ficando bem claro que a influência da suspensão da irrigação por 30 dias, sobre a redução da área foliar das plantas de café recém implantadas, foi maior quando da aplicação do déficit hídrico aos 30, 60 e 90 dias após o transplantio, tratamentos: D1, D2, e D3, respectivamente, que apresentaram uma redução média na área foliar de 61,56% em relação ao tratamento D0, muito embora, os três tratamentos não tenham diferido entre si, (Figura 3).

Plantas com maior área foliar, apresentam condições de maior realização de fotossíntese e com isso, tendem a produzir maior quantidade de massa seca da parte aérea, caso das plantas do tratamento D4, (Figuras 3 e 1).

Figura 3. Área foliar, aos 180 dias após o transplantio, das plantas de Coffea arabica var. Catuaí Vermelho IAC  44 submetidas a déficit hídrico por um período fixo de 30 dias, aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio, D1, D2, D3 e D4,  respectivamente.

 

À semelhança do que ocorreu com a área foliar, não houve diferença entre o tratamento onde o déficit hídrico ocorreu aos 120 após o transplantio (D4) e o que não recebeu déficit (D0) para as variáveis diâmetro da copa e a altura das plantas, (Figuras 4 e 5). As plantas que tiveram redução no diâmetro de sua copa e em sua altura, também foram aquelas dos tratamentos onde a aplicação do déficit hídrico ocorreu aos 30, 60 e 90 dias após o transplantio (D1, D2, e D3, respectivamente), e embora dentro de cada variável os três tratamentos não tenham diferido entre si, diferiram em relação ao tratamento D0, apresentando uma redução média de 28,9% no diâmetro da copa e de 18,3% na altura das plantas (Figuras 4 e 5). Santana et al. (2004) estudando o desenvolvimento inicial de Coffea arabica cultivares IAPAR-59 e Obatã em regime adensado, constataram que as plantas submetidas ao tratamento com irrigação apresentaram valores da altura significativamente superior às plantas submetidas aos tratamentos sem uso de irrigação, evidenciando a importância desse prática no crescimento inicial do cafeeiro.

Figura 4 - Diâmetro da copa aos 180 dias após o transplantio, das plantas de Coffea arabica var. Catuaí Vermelho IAC 44 submetidas a déficit hídrico por um período fixo de 30 dias, aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio, D1, D2, D3 e D4, respectivamente.

Figura 5. Altura das plantas (B), aos 180 dias após o transplantio, das plantas de Coffea arabica var. Catuaí Vermelho IAC 44 submetidas a déficit hídrico por um período fixo de 30 dias, aos 30, 60, 90 e 120 dias após o transplantio, D1, D2, D3 e D4, respectivamente.

 

CONCLUSÕES

 

• O déficit hídrico fixo de 30 dias aplicado após o 30º, 60º e 90º dias após o transplantio das mudas proporcionou expressiva redução da produção de massa seca da parte aérea, da área foliar, do diâmetro da copa e da altura das plantas do cafeeiro;

• O déficit hídrico fixo de 30 dias, aplicado 120 dias após o transplantio das mudas, não influenciou a área foliar, o diâmetro da copa e a altura das plantas, tendo sido ainda, o que menos influenciou na produção massa seca da parte aérea;

• Constatou-se que um período de déficit hídrico fixo de 30 dias, causou perdas significativas em plantas de coffea arabica L. nas diferentes fases de seu desenvolvimento inicial.

 

AGRADECIMENTO

Os autores expressam seus agradecimentos ao Dr. Mark Kulig pela colaboração na elaboração desse trabalho.

 

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Fecha de Recepción: 28 Abril, 2008. Fecha de Aceptación: 06 Junio, 2008.

 

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